Os postes já estão instalados no local, porém o pedido para a ligação da energia ainda não foi feito.
As luzes dos postes às margens da BR-116 já deveriam estar acesas desde a semana passada. O que não aconteceu. Os moradores dos bairros Cidade Alta, Caroba e adjacências convivem diariamente com a escuridão do local.
O contrato da Autopista Planalto Sul com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) diz que “os sistemas de iluminação existentes em trevos, entroncamentos, obras de artes especiais, inclusive passarelas e as respectivas rampas, deverão ser recuperados, de acordo com as normas da ABNT”. De acordo com a assessoria da Planalto Sul, isso já foi feito. Porém a ligação e o pagamento da conta são de responsabilidade do município.
O pedido para a ligação de energia elétrica não aconteceu por parte da prefeitura, segundo informou o supervisor de planejamento da Celesc, Ricardo Fulanetto. “Realizamos o levantamento dos encargos de foi apresentado e aprovado pela prefeitura, porém o pedido para ligação precisa ser feito. Quando isso acontecer no outro dia, os postes estarão ligados”, afirma.
No total serão energizadas 48 luminárias de 400 watts de vapor de sódio, que totalizam 19 kW de carga instalada. A prefeitura de Lages assumirá o custo mensal da iluminação pública, estimado em R$ 1.100,70.
Em matéria publicada dia 5 de julho, o vereador Adilson Appolinário, que enviou ofício ao Gerente Regional da Celesc, Etamar Eger e ao diretor superintendente da Autopista Planalto Sul, Arthur de Vasconcellos Netto, informando da decisão do município em assumir o custo da iluminação, confirmou que as luzes seriam ligadas ainda naquela semana.
No entanto, ainda é necessário que a prefeitura faça um projeto de Lei e envie à Câmara de Vereadores, que autorizará o Executivo a ter este gasto por meio da Cosip (taxa de iluminação pública). “Entramos em um acordo, falei com o Secretário Arruda e ele disse que o projeto está sendo formatado. Assim que ele chegar na Câmara vamos agilizar para que seja votado em regime de urgência”, afirma Appolinário. O secretário Antônio Cesar Arruda não foi encontrado para falar sobre o assunto.
Foto: Silviane Mannrich
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