Através da reportagem, foi possível conhecer os desafios que essas três redes de ensino enfrentam para ampliar os investimentos e garantir mais salário e tempo para a formação em serviço. Um dos grandes feitos da Secretaria Municipal de Educação de Lages, citado na revista, foi equilibrar o orçamento com o número de equipes, jornada de trabalho e salário dos professores, que teve um aumento significativo este ano.
Além de tudo isso, ainda garantindo que seja cumprida a norma que diz respeito à jornada, que deve ter pelo menos 33% das horas trabalhadas destinados a momentos de estudos, planejamento e avaliações; as chamadas horas-atividades.
O principal desafio seria contratar cerca de 50% a mais de professores e mais que dobrar os vencimentos. Para isso, foi necessário ampliar os investimentos em Educação, que saltaram de 43,3 milhões de reais, em 2008, para 76,5 milhões, em 2011 e realizar um concurso público. De acordo com o Secretário de Finanças do município, Walter Manfrói, foi preciso reavaliar os gastos em infraestrutura e cortar despesas administrativas, mas manter os investimentos prioritários.
O Sistema de Ensino de Lages elaborou também um plano de carreira, atrelando o salário à formação profissional, o que não estava previsto na Lei do Piso. Assim, um educador com curso superior passou a ter um vencimento inicial 35% maior do que aquele com nível médio, podendo ter um acréscimo de 20% ao finalizar o mestrado.
Link da matéria: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/lei-piso-como-equilibrar-contas-689477.shtml?page=1
Redator: Aline Tives
Foto: Aline Tives
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