O Órion Parque é sem dúvida um dos investimentos mais importantes neste início de século para a Serra Catarinense.
A
partir da apresentação oficial do projeto, no início da noite desta
sexta-feira, na Associação Empresarial, é possível estimar a relevância
do Parque para o fomento de novas empresas tendo como fator referencial o
avanço tecnológico agregado à sustentabilidade.
O
governador Raimundo Colombo ao lado de outras autoridades políticas e
empresariais testemunhou de perto a apresentação do projeto, que ele
resume como sendo para Lages, um momento especial.
Aliás,
por falar em sustentabilidade, a proposta da edificação do prédio
central e todos os demais no terreno oferecido deve favorecer a região,
com uso da madeira (pinus) e também do arenito Botucatu, entre outros
materiais.
Prefeito Renato Nunes foi o primeiro a assinar os documentos da Carta de Intenções
A
proposta, além de estimulante, conta com forças triplicadas com a
participação do Poder Público como fomentador; das Instituições de
Ensino proporcionando o conhecimento e do setor privado que deve
contribuir com as iniciativas.
O
Parque Órion já nasceu forte. Um projeto forjado nos bastidores
empresariais e planejado há tempo. E, por esta razão, Lages saiu na
frente. O projeto inicial já estava pronto, num resultado da soma de
esforços, conforme disse o presidente do Instituto, o empresário da
comunicação, Roberto Amaral.
Vale
ainda dizer que a administração deverá ser conduzida por voluntários
sem remuneração. Porém, a parte operacional deverá remunerar muito bem
os profissionais que farão parte do quadro funcional.
Assim,
Lages abre-se definitivamente para um futuro promissor, com
possibilidade de avanço na Tecnologia da Informação, da Comunicação, na
Biotecnologia, na Automação, ou seja, setores fundamentais que vão
resultar na inovação em prol do desenvolvimento regional.
Numa
questão fundamental ressalto a preocupação com o meio ambiente, através
da valorização da economia verde, e que em médio prazo vai fortalecer
ainda mais a cadeia florestal e a energia renovável. É a
sustentabilidade presente em todo o processo.
Por
fim o desafio está lançado e o próximo passo agora é construir o
edifício central e equipado com a citada sustentabilidade, o que deve
acontecer sem demora, e começa bem, pois com recursos em caixa, já conta
com 12 polos de empresas tecnológicas aptas para ocupar os primeiros 10
mil metros quadrados do terreno oferecido para as construções.
O que começou com um sonho, passou para o papel, e agora, avança na prática. Méritos!
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