Familiares da senhora Maria Terezinha do Carmo, 67 anos,
levaram a mesma para o Pronto Atendimento Tito Bianchini, na noite de
terça-feira, pois ela estava passando muito mal. Mesmo com uma fila, os
atendentes priorizaram o atendimento devido a suspeita de infarto.

A paciente foi levada de cadeiras de roda pelo corredor e ao chegar na porta da sala do médico, a cadeira não passava. Lá de dentro o médico gritava chamando o próximo paciente enquando a filha Flávia, desesperada, pedia que ele a ajudasse a levar sua mãe. Ao que ele gritou que não era sua função e que levassem a paciente para outra médica.
Foi quando se instalou a confusão, com a família desesperada vendo a idosa infartando e sem atendimento médico. Os familiares disseram que a levariam para atendimento no HNPS e, segundo Flávia, o medico não queria que ela saísse, pois ela queria chamar a Polícia.
Os familiares conseguiram que chegasse uma guarnição, que lavrou Termo Circunstanciado. Enquanto isso a reportagem da Radio Guri tentava ouvir o médico, ao que ele declarou para o repórter Jota Damasceno que não falaria nada, “vou apenas dar declaração para a Polícia”, afirmou.
A paciente foi levada de cadeiras de roda pelo corredor e ao chegar na porta da sala do médico, a cadeira não passava. Lá de dentro o médico gritava chamando o próximo paciente enquando a filha Flávia, desesperada, pedia que ele a ajudasse a levar sua mãe. Ao que ele gritou que não era sua função e que levassem a paciente para outra médica.
Foi quando se instalou a confusão, com a família desesperada vendo a idosa infartando e sem atendimento médico. Os familiares disseram que a levariam para atendimento no HNPS e, segundo Flávia, o medico não queria que ela saísse, pois ela queria chamar a Polícia.
Os familiares conseguiram que chegasse uma guarnição, que lavrou Termo Circunstanciado. Enquanto isso a reportagem da Radio Guri tentava ouvir o médico, ao que ele declarou para o repórter Jota Damasceno que não falaria nada, “vou apenas dar declaração para a Polícia”, afirmou.
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