Blog Paulo Chagas.

A vitória de Elizeu Mattos, do PMDB e da Coligação Por uma Lages mais Feliz, não foi incontestável, como muitos afirmam. Nunca na história de Lages se viu uma apuração tão apertada. O deputado venceu com a vantagem de apenas 1.302 votos, ou seja, 1,42%, num universo de mais de 90 mil votos válidos. Exatamente o que apontavam, dentro das margens de erro, as pesquisas POP e Oline, sempre contestadas. Agora, pelo menos, sabe-se qual das pesquisas estavam certas.
Elizeu e Toni deverão escrever uma nova história na política de Lages
Por outro lado, não há como contestar o resultado. Um voto que fosse à frente, já seria suficiente para apontar o vencedor. Elizeu e Toni sabem que vão governar um município dividido nas opiniões e vão ter que respeitar. Também sabem que não terão maioria na Câmara de Vereadores.
No entanto, a pregada mudança de qualquer forma vai acontecer. Espera-se, no entanto, que não seja para pior, e que a administração da Frente Popular do passado ressente não seja vivida novamente.
Tirando os embaraços da campanha, a minha preocupação foi e sempre será pautada no bem estar e na qualidade de vida da população. Quero como qualquer outro o desenvolvimento de Lages.
Como deputado e como pessoa, sempre salientei positivamente Elizeu Mattos, divulgando suas ações como parlamentar em meus espaços de comunicação.
Como prefeito não será diferente. Vou também estar atento a tudo. Afinal, Lages é minha terra escolhida para viver, criar meus filhos e fazer com que meus negócios também prosperem.
A administração municipal, queira ou não, e quem quer que esteja à frente dela, terá influência em nossas vidas.
Por fim, como cidadão lageano e formador de opinião, desejo a Elizeu e Toni, sucesso no desafio que não será pequeno. Ambos serão comparados com prefeitos anteriores. Ambos também são sabedores que receberão uma prefeitura bem diferente da que deixaram em 99.
Os tempos são outros e não será a política apenas que vai seguir influenciando em nossas vidas. A razão deverá prevalecer em todas as decisões.
Paz e Bem.
Paulo Chagas