Lages/Rio de Janeiro, 12/11/2012, Correio
Lageano
O ator lageano Eder Faversani estreou na sexta-feira (8) como produtor e protagonista da peça “Eclipse Total: Rimbaud e Verlaine”, no Rio de Janeiro. Eder trabalhou por seis anos para finalmente realizar o sonho de trazer o roteiro inédito para o Brasil. O espetáculo estará em cartaz até o final de dezembro. Para 2013, o ator tem planos de trazer uma de suas produções para Lages.
Eder estudou na Escola de Educação Básica Flordoardo Cabral, onde fez aulas de teatro. Posteriormente estudou teatro no Sesc por vários anos, e em 1998 decidiu se mudar para o Rio de Janeiro, onde deu um grande passo em sua carreira. “Cheguei ao Rio, em janeiro de 1998, sem conhecer ninguém. Fui construindo minha vida por aqui, trabalhando, estudando e correndo atrás dos meus sonhos”, relembra.
O ator lageano adquiriu experiência atuando em novelas como Malhação, Pé na Jaca, e Os Amadores, produções da Rede Globo. Há dois anos Eder produziu e atuou o musical Quintanaria, baseada em obra de Mario Quintana. Eclipse Total é a segunda produção do ator, que explica que esta peça é especial para ele. “Esse projeto é um sonho antigo meu (...). E interpretar Arthur Rimbaud, um ícone da literatura mundial é desafiador. Foi um processo bem diferente de todos que já passei, Rimbaud é um personagem com uma energia muito forte e isso sempre acaba mexendo com o ator. Acredito que tudo isso servirá para meu crescimento profissional e pessoal também. Fico muito feliz, de poder trazer ao Brasil um texto inédito, de um autor consagrado, Christopher Hampton”, ressalta.
Falta de patrocínios
Eder comenta que passou por algumas dificuldades para realizar o sonho. “As pessoas não têm ideia do quanto é difícil produzir teatro no Brasil, ninguém imagina o que tem por trás para que tudo seja realizado com perfeição”, explica ele, que também fala sobre como é complicado conseguir patrocínio cultural no país. “Tentei patrocínio durante esses anos, mas as respostas foram sempre negativas. O patrocínio funciona através das leis de incentivos. Qualquer empresa pode ser patrocinadora de espetáculos teatrais. Ao invés de a empresa dar todo o dinheiro para o governo, uma porcentagem vai para cultura e ela estará apoiando a arte em nosso país”, explica ele, que comenta que muitas vezes essas questões não ficam claras.
Para 2013, Eder diz que gostaria muito de se apresentar em Lages com uma de suas produções, porém, ainda não há nada certo. Por fim, ele relembra o apoio que considera essencial que a família lhe dá. “Não posso deixar de mencionar o apoio que tive da minha família, meus pais que sempre me incentivaram, e com toda dificuldade, sempre estiveram ao meu lado. Sou muito grato a eles”, finaliza.
Foto: Divulgação
O ator lageano Eder Faversani estreou na sexta-feira (8) como produtor e protagonista da peça “Eclipse Total: Rimbaud e Verlaine”, no Rio de Janeiro. Eder trabalhou por seis anos para finalmente realizar o sonho de trazer o roteiro inédito para o Brasil. O espetáculo estará em cartaz até o final de dezembro. Para 2013, o ator tem planos de trazer uma de suas produções para Lages.
Eder estudou na Escola de Educação Básica Flordoardo Cabral, onde fez aulas de teatro. Posteriormente estudou teatro no Sesc por vários anos, e em 1998 decidiu se mudar para o Rio de Janeiro, onde deu um grande passo em sua carreira. “Cheguei ao Rio, em janeiro de 1998, sem conhecer ninguém. Fui construindo minha vida por aqui, trabalhando, estudando e correndo atrás dos meus sonhos”, relembra.
O ator lageano adquiriu experiência atuando em novelas como Malhação, Pé na Jaca, e Os Amadores, produções da Rede Globo. Há dois anos Eder produziu e atuou o musical Quintanaria, baseada em obra de Mario Quintana. Eclipse Total é a segunda produção do ator, que explica que esta peça é especial para ele. “Esse projeto é um sonho antigo meu (...). E interpretar Arthur Rimbaud, um ícone da literatura mundial é desafiador. Foi um processo bem diferente de todos que já passei, Rimbaud é um personagem com uma energia muito forte e isso sempre acaba mexendo com o ator. Acredito que tudo isso servirá para meu crescimento profissional e pessoal também. Fico muito feliz, de poder trazer ao Brasil um texto inédito, de um autor consagrado, Christopher Hampton”, ressalta.
Falta de patrocínios
Eder comenta que passou por algumas dificuldades para realizar o sonho. “As pessoas não têm ideia do quanto é difícil produzir teatro no Brasil, ninguém imagina o que tem por trás para que tudo seja realizado com perfeição”, explica ele, que também fala sobre como é complicado conseguir patrocínio cultural no país. “Tentei patrocínio durante esses anos, mas as respostas foram sempre negativas. O patrocínio funciona através das leis de incentivos. Qualquer empresa pode ser patrocinadora de espetáculos teatrais. Ao invés de a empresa dar todo o dinheiro para o governo, uma porcentagem vai para cultura e ela estará apoiando a arte em nosso país”, explica ele, que comenta que muitas vezes essas questões não ficam claras.
Para 2013, Eder diz que gostaria muito de se apresentar em Lages com uma de suas produções, porém, ainda não há nada certo. Por fim, ele relembra o apoio que considera essencial que a família lhe dá. “Não posso deixar de mencionar o apoio que tive da minha família, meus pais que sempre me incentivaram, e com toda dificuldade, sempre estiveram ao meu lado. Sou muito grato a eles”, finaliza.
Foto: Divulgação
Nenhum comentário:
Postar um comentário