Lages, 21/01/2013, Correio Lageano, por Susana Küster
Com a ampliação prevista para começar daqui a quatro meses, Nossa Senhora dos Prazeres poderá até fazer transplantes
Cirurgias de traumatologia e neurologia já são referência no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, na Serra Catarinense. Com a ampliação prevista para ser concluída em julho de 2014, o hospital também será referência na área cardiológica na região. A obra a ser feita possuirá, no total, 3 mil metros quadrados, com recurso bancados pelo Governo do Estado. São previstos R$ 13 milhões e a construção está programada para começar daqui quatro meses.
Para a estrutura possuir atendimento adequado, mais profissionais deverão ser contratados. A ampliação aumentará 10 leitos de UTI, (hoje somente há 10 leitos); terá hospital-dia, onde o paciente ficará por 24 horas até se recuperar; heliponto para transporte rápido de pacientes e órgãos de transplante; estacionamento no subsolo; emergência com mais leitos na observação; sala de choque; sala cirúrgica na emergência; espaço para seis ambulâncias, entre outros benefícios.
“No hospital-dia ficarão as pessoas que não precisam de internamento, que hoje tiram vaga das que precisam e aumentam o custo do procedimento”, explica o diretor do hospital, Canísio Winkelmann.
Hoje, pacientes da Serra que precisam de cirurgia cardiológica têm que viajar para Rio do Sul, Florianópolis, Curitiba e até Porto Alegre.
No ano passado, 300 pacientes aguardavam atendimento cardiológico na Serra. “Nossa referência é Rio do Sul, mas a cidade não absorve toda demanda. Então, os pacientes têm que ir para outras cidades. Lages possui cardiologistas e, com a referência aqui, todos pacientes da Serra terão mais conforto, segurança e não gastarão com viagens”, salienta.
Além de se tornar referência na área cardiológica, o hospital poderá realizar transplantes com a nova estrutura. “Hoje fazemos somente captações de órgãos para outros hospitais. Mas isso vai mudar com a nova estrutura. As pessoas não precisarão mais viajar para fazer transplantes”, antecipa o diretor.
Também serão comprados alguns equipamentos com o recurso que o Governo do Estado prometeu oferecer. “Em cinco anos, a tecnologia avança e os equipamentos ficam defasados. É importante comprar os produtos que facilitam o diagnóstico do paciente”, completa.
Projeto de ampliação do hospital comporta necessidade em 15 anos
O projeto de ampliação tem prospecção para um bom atendimento em até 15 anos. Depois disso, segundo o diretor Canísio Winkelmann, novas ampliações deverão ser feitas para atender a demanda.
Winkelmann frisa que, daqui alguns anos, Lages terá uma população maior, pois a cidade crescerá com as novas empresas que estão se instalando no município. “Vai ter um fomento na cidade e os empresários que estão vindo vão ver se aqui tem uma estrutura de saúde. Com a cidade mais desenvolvida, o turismo vai crescer, o movimento de pessoas vai aumentar e tudo requer um hospital com mais estrutura”, opina.
Com a ampliação, o hospital terá atendimento completo na área cirúrgica cardiológica, traumatológica e neurológica. “Seremos referência nessas três áreas. E, o Hospital Tereza Ramos continuará sendo referência na oncologia e em queimados. Assim, os hospitais oferecem serviços diferenciados, e, Lages tem estrutura praticamente completa na área da saúde”, finaliza.
Foto:Reprodução / Susana Küster
Com a ampliação prevista para começar daqui a quatro meses, Nossa Senhora dos Prazeres poderá até fazer transplantes
Cirurgias de traumatologia e neurologia já são referência no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, na Serra Catarinense. Com a ampliação prevista para ser concluída em julho de 2014, o hospital também será referência na área cardiológica na região. A obra a ser feita possuirá, no total, 3 mil metros quadrados, com recurso bancados pelo Governo do Estado. São previstos R$ 13 milhões e a construção está programada para começar daqui quatro meses.
Para a estrutura possuir atendimento adequado, mais profissionais deverão ser contratados. A ampliação aumentará 10 leitos de UTI, (hoje somente há 10 leitos); terá hospital-dia, onde o paciente ficará por 24 horas até se recuperar; heliponto para transporte rápido de pacientes e órgãos de transplante; estacionamento no subsolo; emergência com mais leitos na observação; sala de choque; sala cirúrgica na emergência; espaço para seis ambulâncias, entre outros benefícios.
“No hospital-dia ficarão as pessoas que não precisam de internamento, que hoje tiram vaga das que precisam e aumentam o custo do procedimento”, explica o diretor do hospital, Canísio Winkelmann.
Hoje, pacientes da Serra que precisam de cirurgia cardiológica têm que viajar para Rio do Sul, Florianópolis, Curitiba e até Porto Alegre.
No ano passado, 300 pacientes aguardavam atendimento cardiológico na Serra. “Nossa referência é Rio do Sul, mas a cidade não absorve toda demanda. Então, os pacientes têm que ir para outras cidades. Lages possui cardiologistas e, com a referência aqui, todos pacientes da Serra terão mais conforto, segurança e não gastarão com viagens”, salienta.
Além de se tornar referência na área cardiológica, o hospital poderá realizar transplantes com a nova estrutura. “Hoje fazemos somente captações de órgãos para outros hospitais. Mas isso vai mudar com a nova estrutura. As pessoas não precisarão mais viajar para fazer transplantes”, antecipa o diretor.
Também serão comprados alguns equipamentos com o recurso que o Governo do Estado prometeu oferecer. “Em cinco anos, a tecnologia avança e os equipamentos ficam defasados. É importante comprar os produtos que facilitam o diagnóstico do paciente”, completa.
Projeto de ampliação do hospital comporta necessidade em 15 anos
O projeto de ampliação tem prospecção para um bom atendimento em até 15 anos. Depois disso, segundo o diretor Canísio Winkelmann, novas ampliações deverão ser feitas para atender a demanda.
Winkelmann frisa que, daqui alguns anos, Lages terá uma população maior, pois a cidade crescerá com as novas empresas que estão se instalando no município. “Vai ter um fomento na cidade e os empresários que estão vindo vão ver se aqui tem uma estrutura de saúde. Com a cidade mais desenvolvida, o turismo vai crescer, o movimento de pessoas vai aumentar e tudo requer um hospital com mais estrutura”, opina.
Com a ampliação, o hospital terá atendimento completo na área cirúrgica cardiológica, traumatológica e neurológica. “Seremos referência nessas três áreas. E, o Hospital Tereza Ramos continuará sendo referência na oncologia e em queimados. Assim, os hospitais oferecem serviços diferenciados, e, Lages tem estrutura praticamente completa na área da saúde”, finaliza.
Foto:Reprodução / Susana Küster
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