Lages, 21/02/2013, Correio Lageano, por Silviane Mannrich
Bairro tem concentrado investimentos e é o que mais cresce em Lages, mas há ruas sem pavimentação e pontes de travessia que oferece riscos
Nesta semana, o bairro Guarujá é o destaque do CL Comunidade. A região vem sendo procurada por investidores e pessoas interessadas em morar naquela área. No entanto, o local ainda não está preparado para esse desenvolvimento, falta infraestrutura.
“Faltam muitas coisas ainda no nosso bairro, fazemos ofícios frequentemente pedindo o melhoramento das ruas, pois a maioria delas não é pavimentada, e muitos moradores sofrem com a falta de saneamento básico”, afirma o presidente da Associação de Moradores do Bairro Guarujá, Claudinei Melo da Silva. Ele lembra, ainda, que o mato no canteiro central da Avenida 31 de Março não foi cortado, apesar de ter sido feita a solicitação.
O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Luís Carlos Pinheiro Filho, concorda que falta infraestrutura no bairro. “É necessário que haja o melhoramento na pavimentação das ruas, espaços de lazer e saneamento básico. É natural que com o crescimento do bairro as necessidades aumentem”, ressalta.
Djalma Tomelin mora há sete anos no bairro e tem uma grande expectativa de que os problemas sejam resolvidos. Eles destaca a falta de pavimentação na rua em frente ao Colégio Pinto Sombra. “Tem muita poeira na nossa rua, há cinco anos foi prometida a pavimentação e ainda não foi feita, como é a rua da escola, o movimento é intenso”, disse.
Ruas esburacadas
A falta de pavimentação das ruas é outro problema levantado pela comunidade. A maioria das ruas não é asfaltada e nem ao menos tem calçamento. Quando chove o problema são as poças de água e quando tem sol é a poeira que invade as casas.
Calçadas
A falta de calçada afeta a segurança dos moradores. Na Rua Lisboa, por exemplo, os pedestres dividem o espaço com os veículos. De acordo com o presidente da associação de moradores, as calçadas existem apenas na avenida 31 de Março.
Posição da Secretaria de Obras
O secretário municipal de Obras, Joel Netto Monn, explica que os problemas emergenciais do bairro estão sendo resolvidos. “Estamos constantemente no bairro, fizemos a manutenção das pontes que estavam mais precárias”, afirma. O presidente da Associação de Moradores do Guarujá, Claudinei Melo da Silva, contesta a informação.
“Eles fizeram a limpeza no entorno de uma das pontes, mas elas continuam quebradas e uma delas ainda precisa ser alargada”, lembra o presidente. Joel Monn explica que a secretaria está fazendo um mutirão nos bairros que começou no Bela Vista e em cerca de 40 dias chegará no Guarujá.
Neste mutirão será feita a drenagem das ruas, colocação de tubos e caixas nas bocas de lobo, manutenção do asfalto com o tapa buracos e o patrolamento das ruas sem calçamento.
Perigo em cruzamento
No Bairro Guarujá há o cruzamento da Avenida 31 de Março com a linha férrea.
No local há falta de iluminação e sinalização, o que compromete a segurança dos moradores que precisam passar pelo local diariamente. O presidente Claudinei Melo da Silva diz que já solicitou junto a prefeitura a colocação de uma cancela para dar mais segurança aos moradores.
Em matéria publicada no Correio Lageano no dia 24 de janeiro de 2013, o secretário do Meio Ambiente, Mushue Hampel, afirmou que está sendo feito um levantamento para identificar a deficiência de sinalização de trânsito nas ruas de Lages. “Vamos dar uma atenção especial a este cruzamento, por se tratar de uma área de risco”, afirma, sem descartar a possibilidade de implementação de cancelas.
Pontes
O bairro também tem várias pontes e algumas ligam o Guarujá a outros bairros. A maioria delas está em situação precária. A ponte da Rua Lisboa é muito estreita. Na Rua Salvio Gonzaga, a ponte feita de madeira está comprometida, com tábuas quebradas. Os moradores têm medo de passar no local, principalmente com veículos.
Fotos: Silviane Mannrich
Bairro tem concentrado investimentos e é o que mais cresce em Lages, mas há ruas sem pavimentação e pontes de travessia que oferece riscos
Nesta semana, o bairro Guarujá é o destaque do CL Comunidade. A região vem sendo procurada por investidores e pessoas interessadas em morar naquela área. No entanto, o local ainda não está preparado para esse desenvolvimento, falta infraestrutura.
“Faltam muitas coisas ainda no nosso bairro, fazemos ofícios frequentemente pedindo o melhoramento das ruas, pois a maioria delas não é pavimentada, e muitos moradores sofrem com a falta de saneamento básico”, afirma o presidente da Associação de Moradores do Bairro Guarujá, Claudinei Melo da Silva. Ele lembra, ainda, que o mato no canteiro central da Avenida 31 de Março não foi cortado, apesar de ter sido feita a solicitação.
O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Luís Carlos Pinheiro Filho, concorda que falta infraestrutura no bairro. “É necessário que haja o melhoramento na pavimentação das ruas, espaços de lazer e saneamento básico. É natural que com o crescimento do bairro as necessidades aumentem”, ressalta.
Djalma Tomelin mora há sete anos no bairro e tem uma grande expectativa de que os problemas sejam resolvidos. Eles destaca a falta de pavimentação na rua em frente ao Colégio Pinto Sombra. “Tem muita poeira na nossa rua, há cinco anos foi prometida a pavimentação e ainda não foi feita, como é a rua da escola, o movimento é intenso”, disse.
Ruas esburacadas
A falta de pavimentação das ruas é outro problema levantado pela comunidade. A maioria das ruas não é asfaltada e nem ao menos tem calçamento. Quando chove o problema são as poças de água e quando tem sol é a poeira que invade as casas.
Calçadas
A falta de calçada afeta a segurança dos moradores. Na Rua Lisboa, por exemplo, os pedestres dividem o espaço com os veículos. De acordo com o presidente da associação de moradores, as calçadas existem apenas na avenida 31 de Março.
Posição da Secretaria de Obras
O secretário municipal de Obras, Joel Netto Monn, explica que os problemas emergenciais do bairro estão sendo resolvidos. “Estamos constantemente no bairro, fizemos a manutenção das pontes que estavam mais precárias”, afirma. O presidente da Associação de Moradores do Guarujá, Claudinei Melo da Silva, contesta a informação.
“Eles fizeram a limpeza no entorno de uma das pontes, mas elas continuam quebradas e uma delas ainda precisa ser alargada”, lembra o presidente. Joel Monn explica que a secretaria está fazendo um mutirão nos bairros que começou no Bela Vista e em cerca de 40 dias chegará no Guarujá.
Neste mutirão será feita a drenagem das ruas, colocação de tubos e caixas nas bocas de lobo, manutenção do asfalto com o tapa buracos e o patrolamento das ruas sem calçamento.
Perigo em cruzamento
No Bairro Guarujá há o cruzamento da Avenida 31 de Março com a linha férrea.
No local há falta de iluminação e sinalização, o que compromete a segurança dos moradores que precisam passar pelo local diariamente. O presidente Claudinei Melo da Silva diz que já solicitou junto a prefeitura a colocação de uma cancela para dar mais segurança aos moradores.
Em matéria publicada no Correio Lageano no dia 24 de janeiro de 2013, o secretário do Meio Ambiente, Mushue Hampel, afirmou que está sendo feito um levantamento para identificar a deficiência de sinalização de trânsito nas ruas de Lages. “Vamos dar uma atenção especial a este cruzamento, por se tratar de uma área de risco”, afirma, sem descartar a possibilidade de implementação de cancelas.
Pontes
O bairro também tem várias pontes e algumas ligam o Guarujá a outros bairros. A maioria delas está em situação precária. A ponte da Rua Lisboa é muito estreita. Na Rua Salvio Gonzaga, a ponte feita de madeira está comprometida, com tábuas quebradas. Os moradores têm medo de passar no local, principalmente com veículos.
Fotos: Silviane Mannrich
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