Lages, 18/02/2013, Correio Lageano, por Silviane Mannrich
Com empreendimentos previstos e realizados, o bairro vem crescendo em ritmo acelerado e está sendo visto com bons olhos para a abertura de negócios. Nove mil moram nesta região de Lages
Nem é necessário estatística para cravar que o bairro Guarujá é a bola da vez. É para este lado que Lages está crescendo. Durante esta semana, o Correio Lageano estará mais próximo do Guarujá e irá mostrar o que sustenta este desenvolvimento. Uma série de matérias será publicada em mais uma fase do CL Comunidade. A primeira aconteceu em fevereiro do ano passado. A intenção é destacar as potencialidades e os anseios da comunidade.
Com nove mil habitantes, o Guarujá, no nordeste da cidade, tornou-se um dos bairros mais procurados por investidores nos últimos anos. Empreendimentos como um condomínio foi inaugurado, e um shopping está sendo construído no bairro.
Os moradores são bairristas e tudo que se procura pode ser encontrado por lá; farmácia, laboratório, supermercados, bares, restaurante, posto de combustível entre outros. Muitas vezes, não é necessário se deslocar até o Centro. Há 15 anos, o fluxo de pessoas que circulavam no bairro já era grande e agora quadruplicou. A facilidade do negócio prosperar no local também é enorme.
Se no início o comércio se destacava, atualmente o setor de serviços vem crescendo. Hoje há funerária, clínica de fisioterapia, advogados, dentistas e outros profissionais que atuam no local.
Para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Luiz Carlos Pinheiro Filho, é natural que o bairro cresça, pois tem algumas características que o diferencia de outros.
A primeira é que não há obstáculos geográficos, os terrenos são planos e facilitam os investimentos. Outro fator é o plano diretor, que prevê a ocupação da zona do aeroporto, a instalação de empresas, como uma fábrica de aviões que o Governo Estadual está negociando. “A região está sofrendo um crescimento acentuado e, com certeza, irá se tornar um polo completo de desenvolvimento com uma infraestrutura melhor”, disse Pinheiro.
O primeiro consultório odontológico
Há seis anos, a dentista Tatiana Sbroglio que mora no Centro, decidiu abrir um consultório no Guarujá. O bairro era grande e ainda não tinha um consultório dentário.
Depois dela, vieram outros dentistas, mas ela afirma que não se arrependeu de ter aberto o consultório no local. “Agora há concorrência, mas tenho pacientes desde quando abri o consultório. A gente acaba criando um vínculo de amizade com as pessoas. Há oportunidade para todos”, disse a dentista.
Ela afirma, ainda, que também tem pacientes em outros bairros e que o Guarujá vem crescendo cada vez mais, e hoje também tem uma clínica de fisioterapia. “Tudo está melhorando. Desde que estou aqui já vi muitos negócios serem abertos, há muitas lojas e é um bom lugar para se investir”, lembra Tatiana.
Posto leva o nome do bairro para outros cantos
O empresário Airton Sirtoli, que morou durante 20 anos no bairro, percebeu a possibilidade de crescimento há 14 anos, quando inaugurou o primeiro posto de combustível do bairro.
O Posto Guarujá atualmente leva o nome do bairro para os demais postos que fazem parte da rede. Ao todo são cinco. Um deles com a venda de Gás Natural Veicular (GNV), o primeiro da cidade, inaugurado há cinco anos. Também foi a primeira rede a ter bandeira branca.
“Muitas vezes me deparei no bairro sem combustível e então estudei a possibilidade de abrir um posto. Nesse terreno havia um circo montado, eu já trabalhava em uma companhia de distribuição de petróleo, o que facilitou as coisas”, afirmou o empresário.
Para Sirtoli, o posto do Guarujá deu o pontapé inicial aos seus negócios. Ele fez um mapeamento da cidade para construir os demais postos de combustíveis. “Nesse ramo, ou se é grande, ou não se é ninguém. É uma corrente e é preciso negociar preço, porque os clientes querem preço e qualidade”.
Ainda segundo o empresário, dificilmente os moradores saem do bairro quando necessitam de algo. “Temos tudo, falta um pronto atendimento e uma sede do Corpo de Bombeiros. Também estamos conversando com as grandes redes de eletrodomésticos para que abram uma loja aqui no bairro”, lembrou Airton.
Fotos:Silviane Mannrich
Com empreendimentos previstos e realizados, o bairro vem crescendo em ritmo acelerado e está sendo visto com bons olhos para a abertura de negócios. Nove mil moram nesta região de Lages
Nem é necessário estatística para cravar que o bairro Guarujá é a bola da vez. É para este lado que Lages está crescendo. Durante esta semana, o Correio Lageano estará mais próximo do Guarujá e irá mostrar o que sustenta este desenvolvimento. Uma série de matérias será publicada em mais uma fase do CL Comunidade. A primeira aconteceu em fevereiro do ano passado. A intenção é destacar as potencialidades e os anseios da comunidade.
Com nove mil habitantes, o Guarujá, no nordeste da cidade, tornou-se um dos bairros mais procurados por investidores nos últimos anos. Empreendimentos como um condomínio foi inaugurado, e um shopping está sendo construído no bairro.
Os moradores são bairristas e tudo que se procura pode ser encontrado por lá; farmácia, laboratório, supermercados, bares, restaurante, posto de combustível entre outros. Muitas vezes, não é necessário se deslocar até o Centro. Há 15 anos, o fluxo de pessoas que circulavam no bairro já era grande e agora quadruplicou. A facilidade do negócio prosperar no local também é enorme.
Se no início o comércio se destacava, atualmente o setor de serviços vem crescendo. Hoje há funerária, clínica de fisioterapia, advogados, dentistas e outros profissionais que atuam no local.
Para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Luiz Carlos Pinheiro Filho, é natural que o bairro cresça, pois tem algumas características que o diferencia de outros.
A primeira é que não há obstáculos geográficos, os terrenos são planos e facilitam os investimentos. Outro fator é o plano diretor, que prevê a ocupação da zona do aeroporto, a instalação de empresas, como uma fábrica de aviões que o Governo Estadual está negociando. “A região está sofrendo um crescimento acentuado e, com certeza, irá se tornar um polo completo de desenvolvimento com uma infraestrutura melhor”, disse Pinheiro.
O primeiro consultório odontológico
Há seis anos, a dentista Tatiana Sbroglio que mora no Centro, decidiu abrir um consultório no Guarujá. O bairro era grande e ainda não tinha um consultório dentário.
Depois dela, vieram outros dentistas, mas ela afirma que não se arrependeu de ter aberto o consultório no local. “Agora há concorrência, mas tenho pacientes desde quando abri o consultório. A gente acaba criando um vínculo de amizade com as pessoas. Há oportunidade para todos”, disse a dentista.
Ela afirma, ainda, que também tem pacientes em outros bairros e que o Guarujá vem crescendo cada vez mais, e hoje também tem uma clínica de fisioterapia. “Tudo está melhorando. Desde que estou aqui já vi muitos negócios serem abertos, há muitas lojas e é um bom lugar para se investir”, lembra Tatiana.
Posto leva o nome do bairro para outros cantos
O empresário Airton Sirtoli, que morou durante 20 anos no bairro, percebeu a possibilidade de crescimento há 14 anos, quando inaugurou o primeiro posto de combustível do bairro.
O Posto Guarujá atualmente leva o nome do bairro para os demais postos que fazem parte da rede. Ao todo são cinco. Um deles com a venda de Gás Natural Veicular (GNV), o primeiro da cidade, inaugurado há cinco anos. Também foi a primeira rede a ter bandeira branca.
“Muitas vezes me deparei no bairro sem combustível e então estudei a possibilidade de abrir um posto. Nesse terreno havia um circo montado, eu já trabalhava em uma companhia de distribuição de petróleo, o que facilitou as coisas”, afirmou o empresário.
Para Sirtoli, o posto do Guarujá deu o pontapé inicial aos seus negócios. Ele fez um mapeamento da cidade para construir os demais postos de combustíveis. “Nesse ramo, ou se é grande, ou não se é ninguém. É uma corrente e é preciso negociar preço, porque os clientes querem preço e qualidade”.
Ainda segundo o empresário, dificilmente os moradores saem do bairro quando necessitam de algo. “Temos tudo, falta um pronto atendimento e uma sede do Corpo de Bombeiros. Também estamos conversando com as grandes redes de eletrodomésticos para que abram uma loja aqui no bairro”, lembrou Airton.
Fotos:Silviane Mannrich
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