Lages, 09 e 10/02/2013, Correio Lageano
Prefeito detalha que a sua reforma administrativa legaliza cargos existentes e reduz o número de servidores contratados
O prefeito Elizeu Mattos (PMDB), em coletiva, esclareceu que o aumento do número de funções proposto na reforma administrativa vai resultar em uma folha salarial menor do que a existente, em cerca de R$ 8,9 milhões.
A explicação é que vários dos cargos criados já existiam por contratações. Ainda sim, as demissões podem chegar a mil pessoas, que serão o grosso da economia de R$ 16 milhões prometida para 2012.
“Vários advogados estavam trabalhando na Procuradoria, mas só um podia assinar porque o resto era contratado”, afirmou o prefeito. Ele e os secretários da Fazenda, Mateus Lunardi, e de Administração, Pedro Marcos Ortiz, apresentaram as expectativas com a nova administração.
Somente com cargos comissionados, o impacto total na folha de pagamentos será de 2,3%. Aumento que deve ser rebatido com a contratação via associações. Só na Associação das Comunidades Rurais Organizadas (Acro) foram demitidas 30 pessoas, e há previsão de que mais 20 serem mandados embora.
Se cumprido essa meta, a economia chegará a R$ 2 milhões por ano. Segundo o prefeito, a entidade servia para contratar pessoas que prestariam serviço inclusive fora da Acro. “A prefeitura é quem paga o salário dessas pessoas”, explica Elizeu.
Um dos contratados, nos serviços gerais da Secretaria do Meio Ambiente, foi preso um mês após iniciar seus trabalhos e, mesmo encarcerado, recebia salários. “Alguns meses, ele não recebia porque constavam faltas, outros sim”, conta Elizeu.
Lunardi disse que a economia de R$ 16 milhões pode ser ultrapassada se a prefeitura adotar a política de melhoria de crédito. Segundo ele, a prefeitura compra entre R$ 120 milhões e R$ 150 milhões, mas, pagando à vista, se conseguiria um desconto de até 10%. “Só aí, economizaríamos de R$ 10 milhões a 15 milhões”, ressaltou.
O secretário Pedro Marcos explicou que os cargos contratados também são de nomeação política, assim como os comissionados. “Ao todo, existiam mais de 1.400 servidores com nomeação”, número que é mais de três vezes o estipulado na estrutura administrativa anterior. Lunardi explica que a diferença era que antes a estrutura inteira não estava na lei.
Foto: Thomas Michel
Prefeito detalha que a sua reforma administrativa legaliza cargos existentes e reduz o número de servidores contratados
O prefeito Elizeu Mattos (PMDB), em coletiva, esclareceu que o aumento do número de funções proposto na reforma administrativa vai resultar em uma folha salarial menor do que a existente, em cerca de R$ 8,9 milhões.
A explicação é que vários dos cargos criados já existiam por contratações. Ainda sim, as demissões podem chegar a mil pessoas, que serão o grosso da economia de R$ 16 milhões prometida para 2012.
“Vários advogados estavam trabalhando na Procuradoria, mas só um podia assinar porque o resto era contratado”, afirmou o prefeito. Ele e os secretários da Fazenda, Mateus Lunardi, e de Administração, Pedro Marcos Ortiz, apresentaram as expectativas com a nova administração.
Somente com cargos comissionados, o impacto total na folha de pagamentos será de 2,3%. Aumento que deve ser rebatido com a contratação via associações. Só na Associação das Comunidades Rurais Organizadas (Acro) foram demitidas 30 pessoas, e há previsão de que mais 20 serem mandados embora.
Se cumprido essa meta, a economia chegará a R$ 2 milhões por ano. Segundo o prefeito, a entidade servia para contratar pessoas que prestariam serviço inclusive fora da Acro. “A prefeitura é quem paga o salário dessas pessoas”, explica Elizeu.
Um dos contratados, nos serviços gerais da Secretaria do Meio Ambiente, foi preso um mês após iniciar seus trabalhos e, mesmo encarcerado, recebia salários. “Alguns meses, ele não recebia porque constavam faltas, outros sim”, conta Elizeu.
Lunardi disse que a economia de R$ 16 milhões pode ser ultrapassada se a prefeitura adotar a política de melhoria de crédito. Segundo ele, a prefeitura compra entre R$ 120 milhões e R$ 150 milhões, mas, pagando à vista, se conseguiria um desconto de até 10%. “Só aí, economizaríamos de R$ 10 milhões a 15 milhões”, ressaltou.
O secretário Pedro Marcos explicou que os cargos contratados também são de nomeação política, assim como os comissionados. “Ao todo, existiam mais de 1.400 servidores com nomeação”, número que é mais de três vezes o estipulado na estrutura administrativa anterior. Lunardi explica que a diferença era que antes a estrutura inteira não estava na lei.
Foto: Thomas Michel
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