domingo, 3 de março de 2013

Escola de Artes com novos desafios



Escola de Artes com novos desafios
Lages, 04/03/2013, Correio Lageano



Com matrículas abertas, instituição está passando por mudanças para oferecer boas experiências artísticas aos alunos



Reorganização e planejamento são as palavras de ordem para a Escola de Artes em 2013. Com matrículas abertas nesta segunda-feira, instituição pretende realinhar suas potencialidades para oferecer aos seus alunos não apenas educação, mas experiências artísticas.



A isntituição quer oferecer ensino artístico completo aos seus alunos. Para isso, a Escola de Artes, em 2013, pretende aliar teoria, prática e vivências no aprendizado, ampliando a agenda cultural da instituição, conforme explica o diretor de difusão cultural, Adilson Freitas.


“É mais ou menos esse direcionamento que a gente está buscando, tudo apontado na estratégia pedagógica de reflexão, ação, reflexão”, afirma. Com início das aulas em março, a intenção é promover o diálogo constante entre professores, pais e alunos, pois este é um espaço de discussão, onde todos poderão se expressar.



Com nova sede na Praça João Ribeiro, os locais de aulas serão definidos a partir do número de alunos matriculados. Existe a possibilidade que a escola funcione em mais de um espaço, com aulas na sede, em salas da Fundação Cultural de Lages e também no Teatro Marajoara, onde ela contará com uma agenda especial e utilização do palco para aulas de dança e teatro.




Valorizar a cultura para uma sociedade crítica

Em 2013 serão oferecidos cursos de artes cênicas, teatro e dança, artes plásticas com aulas de pintura em madeira e modelagem em biscuí, violão clássico, violão gaúcho e violão popular, aula de teclado, piano, violino, gaita e musicalização, somando 16 cursos com 20 professores.



A Escola de Artes existe há dez anos e tem mantido em média 700 alunos durante o ano todo. De acordo com diretor Adilson Freitas é importante valorizar a cultura para criar uma sociedade crítica. “A escola tem que estar intervindo na sociedade, propagando identidade, pensamentos e construções”, destaca.



O diretor lembra  que a intenção é deslocar a escola do centro para outras comunidades que ainda são carentes de cultura.



Para a cultura se desenvolver em Lages é necessário se estruturar e legalizar.
“O artista precisa estar legalizado, seja em associação, empresa, produtora ou sendo um microempreendedor individual). O mercado propõe isso e quem não se condiciona fica à margem dele”, esclarece. Segundo ele, isso ajudará a mudar o que se entende por produção de cultura.



Fotos:Divulgação

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