quinta-feira, 11 de abril de 2013

Jovens otacilienses entram na vida profissional cada vez mais cedo


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É cada vez mais comum ver adolescentes ingressando na vida do trabalho atualmente. Preocupados, os estudantes procuram desde cedo uma oportunidade para iniciar no mercado de trabalho em função de seus estudos. É assim com Gabrieli Alini Floriani, de 20 anos, funcionária da Floricultura Encanto. Estudante da 5ª fase de administração, Gabrieli trabalha no negócio que é da sua irmã já faz um bom tempo, e hoje se mantém lá para pagar os seus estudos. “Ajudo aqui desde os cinco anos, e agora continuo trabalhando para pagar a minha própria faculdade”. Mesmo que trabalhando em tempo integral, ela diz não ter problemas para equilibrar a vida de trabalho com os seus estudos, e comenta: “Consigo conciliar os dois facilmente. Como trabalho para pagar a minha faculdade, você acaba se obrigando a aprender. De qualquer forma é tranquilo”.
Letícia Franciele Farias, de 17 anos, atualmente está no 3º ano do ensino médio e é também funcionária da floricultura junto de Gabrieli. Além de trabalhar por lá à tarde, a estudante trabalha como manicure e faz serviços de correio. “Trabalho desde cedo”, comenta Letícia, que dentre outros serviços já trabalhou em lanchonete, como babá e em salão de beleza. “Nunca tive problemas com os meus serviços. Comecei a trabalhar cedo por necessidade, já que preciso comprar as minhas coisas e ter a minha própria renda”. Com a conclusão do ensino médio, Letícia espera poder ingressar na faculdade para seguir carreira no que gosta. “Se possível quero começar medicina veterinária”.
Outra pessoa que teve que aprender a juntar os estudos e o trabalho foi o estudante de direito André Felipe Ferreira Campos, de 18 anos, que este ano iniciou suas atividades como estagiário no Fórum de Otacílio Costa. “Eu comecei no fórum para aprender e ter uma noção de como funciona o sistema judiciário. É um estágio não remunerado”, comenta André. Ao ser questionado se o salário faz falta ele diz que faz sim, mas não atrapalha os seus serviços lá. “O salário faz falta, já que ajudaria na mensalidade do curso, mas ainda assim isso não interfere no meu trabalho”. De seu futuro profissional, André espera que consiga uma carreira brilhante. “Espero que todo o meu empenho atual surta efeito eventualmente. Espero ser bem sucedido”, conclui. 

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