sexta-feira, 3 de maio de 2013

Coisas inúteis que não servem pra p#..a nenhuma em São Joaquim


Coisas inservíveis em São Joaquim
Será que alguém pode fazer alguma coisa para melhorar o visual de São Joaquim ?
São Joaquim é a 3ª cidade indutora de Turismo de Santa Catarina, uma honra concedida para poucas cidades como Balneário Camboriú e Florianópolis, mas existem pequenos detalhes que já deveriam ser consertados há muito tempo. Vejamos:
Coisas inservíveis em São Joaquim (2)
Na Chegada da Cidade pela rodovia SC-114 (vindo por Lages) o Turista se depara com uma horripilante lombada eletrônica fora de funcionamento, além do mais toda quebrada. Os motoristas ficam confusos, não sabem se desaceleram ou se param para observar o estado de malgrado da dita lombada. Essa é a primeira impressão do turista ao chegar em São Joaquim: “Ver uma coisa que não funciona!”!

Coisas inservíveis em São Joaquim (3)
Logo após o turista se depara com um sinaleira toda torta (herança “praticamente eterna” do transporte das eólicas) as eólicas já foram todas transportadas, montadas e já estão em pleno funcionamento gerando cada vez mais o status de riqueza para o município de Bom Jardim da Serra. Já em São Joaquim a sinaleira continua do mesmo jeito. Tortas como nunca. E inclusive já não funcionavam bem antes da passagem das eólicas.

Coisas inservíveis em São Joaquim (4)
Sinaleira para pedestres ou para pássaros estrábicos? Bem na esquina da Rua Davidoff Lessa com a Aristides Cassão (esquina do Mercado Silveira) o pedestre tem que quebrar o pescoço para poder enxergar a sinaleira, isso se ela estive funcionamento é claro.


Coisas inservíveis em São Joaquim (1)
E para finalizar nada mais agradável do que ver as manchetes da RBS e da TV Globo mostrando a temperatura da cidade da neve, mas isso se existisse uma temperatura para ser mostrada. A verdade é que o louquinho (como o meteorologista Ronaldo Coutinho o chama) simplesmente parou de funcionar e uma faixa dita em manutenção se arrasta ao longo dos meses. E agora mostrar que em São Joaquim agora? Um faixa preta de manutenção ou uma faixa preta de luto? Se o Poder Público e a Câmara de Vereadores ampliassem o interesse pelo turismo investigaria a tal licença de instalação deste tal relógio de temperatura que muitos especialistas garantem que não existe!
Redação São Joaquim Online

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