quinta-feira, 13 de junho de 2013

Para Defesa Civil, muro torto na avenida Dom Pedro II não oferece riscos

Para Defesa Civil, muro torto na avenida Dom Pedro II não oferece riscos
Lages, 14/06/2013, Correio Lageano



Um muro cedendo, com as laterais destruídas e com ferros de construção expostos preocupa moradores e pedestres da avenida Dom Pedro II, no bairro Vila Nova, nas proximidades da Escola de Educação Básica de Lages. O maior receio para quem usa a via com frequência é a possibilidade de queda, mas a Defesa Civil garante que o risco é inexistente.



O local é trajeto obrigatório para muitos alunos e, de acordo com o analista técnico em gestão educacional, Tadeu Damásio de Oliveira, a maior preocupação se dá justamente porque muitos estudantes transitam pelo trecho. “É muito perigoso, pode acontecer de uma hora cair e machucar alguém. É preciso tomar um providência”, diz.



O muro é de uma residência e tem aproximadamente três metros de altura, está torto e já cedeu cerca de 10 centímetros para frente na parte superior. De acordo com o genro da proprietária, Sérgio Durieux, o muro está nestas condições desde um vendaval ocorrido no começo do ano. “Havia uma árvore no local e, com o vendaval, ela entortou e mexeu na estrutura do muro. A árvore foi retirada e as autoridades disseram que o muro não oferecia risco”, explica, ressaltando que em breve a família vai consertar apenas as laterias estragadas.


O secretário do Meio Ambiente, Mushue Hampel, confirmou a informação de que a árvore foi retirada do local. Segundo ele, houve uma tentativa de derrubar o muro, mas como a estrutura é muito forte, isso não foi possível. O coordenador da Defesa Civil em Lages, Adilson Panek, explicou que como a estrutura não cedeu nem com a utilização de uma retroescavadeira, não oferece risco de queda.



Segundo ele, a proprietária foi notificada e o prazo para que solucione o problema já está quase vencendo. Caso nenhuma medida seja tomada pelos responsáveis, a Defesa pode encaminhar o caso para à Procuradoria do Município que, por sua vez, pode levar ao Ministério Público.


Foto: Núbia Garcia

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