Otacílio Costa, 13/08/2013 Correio Otaciliense
A
maioria do dia desta segunda-feira (12) foi de sol e tempo bom. Com
isso, famílias atingidas pelas chuvas constantes durante sexta-feira (9)
e sábado (10), aproveitaram para voltar as suas residências e limpar a
água e a lama que os alagamentos deixaram, mesmo com a água na porta de
casa. Nenhuma das famílias voltou definitivamente. Segundo o coordenador
da Defesa Civil, Adilson Panek, das 16h de sexta até às 16h de sábado, o
acúmulo pluvial foi de 122 milímetros, o previsto para o mês de agosto
inteiro.
Famílias e seus pertences foram removidas graças à parceria entre a Defesa Civil, Secretarias do Meio Ambiente, de Infraestrutura, da Assistência Social e da Segurança e Ordem Pública, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar Ambiental. Foram utilizados, nas retiradas, viaturas, botes e barcos. Em monitoramento das áreas de risco 24 horas por dia, Panek mantém a equipe de profissionais atenta frente à previsão do tempo para os próximos dois dias, divulgada pela Epagri/Ciram. “Ainda há muitos lugares alagados, todos em áreas de risco, em localizações inapropriadas. Na terça-feira (13), a previsão é de mais chuva, atingindo 40 milímetros; na quarta, 50 milímetros”, avisou.
Cerca de 400 pessoas foram atingidas pelas inundações
As enchentes, que atingiram cerca de 400 pessoas, foram registradas em toda a extensão do rio Ponte Grande, e nos bairros Habitação, Várzea e Caça e Tiro. A cada duas horas os bairros atingidos são vistoriados. A Defesa Civil já possui o mapeamento de todas as áreas de risco, suscetíveis às enchentes. Todas as famílias afetadas estavam previamente cientes do risco.
O represamento do rio Caveiras no rio Carahá motivou os diversos alagamentos, ou seja, o Caveiras adentrou as águas do rio que corta grande parte da via urbana. Atualmente, há pontos inundados do bairro São Vicente até o Caça e Tiro. “De lá para cá a água baixou um metro. Nós iremos adquirir o sistema de GPS - georreferenciamento, que tornará mais ágil o procedimento de medição do nível das águas, proporcionando maior rapidez e precisão nos mapeamentos das áreas”, assegura o coordenador.
Ao todo, 75 pessoas estão alojadas nas Associações de Moradores do Habitação e do Caça e Tiro, e no barracão da Madeireira Bianchini, no Vila Nova. Mais de 100 famílias encontram-se abrigadas em casas de parentes ou amigos.
Prédios públicos preparados como eventuais abrigos
Os Centros de Referência em Assistência Social (Cras), Centros de Atenção Integral à Criança (Caics), as escolas, Centros de Educação Infantil Municipal (Ceims) e ginásios estão todos preparados para receber moradores, caso necessário. No sábado, houve deslizamento de terra no bairro Morro Grande. Do local, será removida uma família composta por cinco pessoas. Já no Santa Helena, na rua Edmundo Soldatelli, esquina com a rua Salvador, houve o desbarrancamento de um morro. “Lá a situação já foi normalizada; as máquinas da Prefeitura resolveram o problema e nenhuma família precisou ser retirada”, revelou.
Defesa Civil recebe doações
A Defesa Civil frisa a necessidade de uma rede de trabalho entre poder público e a população de Lages. Quem desejar realizar doações de cestas básicas, roupas, calçados, cobertores, colchões, produtos de higiene pessoal e de limpeza, móveis ou eletrodomésticos, poderá entrar contato pelo número (49) 3222-9661 ou no segundo piso do Terminal Rodoviário Dom Honorato Piazera, na avenida Dom Pedro II. Ocorrências devem ser avisadas para o número do plantão: (49) 8406-4037.
Profissionais da Secretaria de Assistência Social estão visitando os abrigos e diagnosticando as necessidades de cada família, inclusive com a entrega de cestas básicas. “Tivemos sorte porque o aumento do nível dos rios aconteceu de forma gradual. Após as primeiras 24 horas houve somente garoa”, finalizou.
Famílias e seus pertences foram removidas graças à parceria entre a Defesa Civil, Secretarias do Meio Ambiente, de Infraestrutura, da Assistência Social e da Segurança e Ordem Pública, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar Ambiental. Foram utilizados, nas retiradas, viaturas, botes e barcos. Em monitoramento das áreas de risco 24 horas por dia, Panek mantém a equipe de profissionais atenta frente à previsão do tempo para os próximos dois dias, divulgada pela Epagri/Ciram. “Ainda há muitos lugares alagados, todos em áreas de risco, em localizações inapropriadas. Na terça-feira (13), a previsão é de mais chuva, atingindo 40 milímetros; na quarta, 50 milímetros”, avisou.
Cerca de 400 pessoas foram atingidas pelas inundações
As enchentes, que atingiram cerca de 400 pessoas, foram registradas em toda a extensão do rio Ponte Grande, e nos bairros Habitação, Várzea e Caça e Tiro. A cada duas horas os bairros atingidos são vistoriados. A Defesa Civil já possui o mapeamento de todas as áreas de risco, suscetíveis às enchentes. Todas as famílias afetadas estavam previamente cientes do risco.
O represamento do rio Caveiras no rio Carahá motivou os diversos alagamentos, ou seja, o Caveiras adentrou as águas do rio que corta grande parte da via urbana. Atualmente, há pontos inundados do bairro São Vicente até o Caça e Tiro. “De lá para cá a água baixou um metro. Nós iremos adquirir o sistema de GPS - georreferenciamento, que tornará mais ágil o procedimento de medição do nível das águas, proporcionando maior rapidez e precisão nos mapeamentos das áreas”, assegura o coordenador.
Ao todo, 75 pessoas estão alojadas nas Associações de Moradores do Habitação e do Caça e Tiro, e no barracão da Madeireira Bianchini, no Vila Nova. Mais de 100 famílias encontram-se abrigadas em casas de parentes ou amigos.
Prédios públicos preparados como eventuais abrigos
Os Centros de Referência em Assistência Social (Cras), Centros de Atenção Integral à Criança (Caics), as escolas, Centros de Educação Infantil Municipal (Ceims) e ginásios estão todos preparados para receber moradores, caso necessário. No sábado, houve deslizamento de terra no bairro Morro Grande. Do local, será removida uma família composta por cinco pessoas. Já no Santa Helena, na rua Edmundo Soldatelli, esquina com a rua Salvador, houve o desbarrancamento de um morro. “Lá a situação já foi normalizada; as máquinas da Prefeitura resolveram o problema e nenhuma família precisou ser retirada”, revelou.
Defesa Civil recebe doações
A Defesa Civil frisa a necessidade de uma rede de trabalho entre poder público e a população de Lages. Quem desejar realizar doações de cestas básicas, roupas, calçados, cobertores, colchões, produtos de higiene pessoal e de limpeza, móveis ou eletrodomésticos, poderá entrar contato pelo número (49) 3222-9661 ou no segundo piso do Terminal Rodoviário Dom Honorato Piazera, na avenida Dom Pedro II. Ocorrências devem ser avisadas para o número do plantão: (49) 8406-4037.
Profissionais da Secretaria de Assistência Social estão visitando os abrigos e diagnosticando as necessidades de cada família, inclusive com a entrega de cestas básicas. “Tivemos sorte porque o aumento do nível dos rios aconteceu de forma gradual. Após as primeiras 24 horas houve somente garoa”, finalizou.
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