quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Réus do caso Bola de Neve têm bens bloqueados

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Campo Belo do Sul, 15/08/2013 Correio dos Lagos
 
 O processo ainda está longe de ter um desfecho, como afirmou o promotor de justiça do Ministério Público (MP) da comarca de Campo Belo do Sul, Gilberto Assink de Souza, responsável pelo processo de investigação. Todavia, políticos e servidores públicos de Cerro Negro, além de empresas envolvidas na operação Bola de Neve, tiveram seus bens bloqueados, incluindo os bens do ex-prefeito Janerson Delfes Furtado, o ‘Teba’. Além dele, Kelli Antunes Coelho e Sebastião Tadeu Gonçalves, ambos servidores públicos cerro-negrenses, também são réus no processo e tiveram bens bloqueados.
Relembrando o caso Bola de Neve
 A operação foi uma ação conjunta entre o Ministério Público de SC (MPSC), Polícia Civil e Militar e Secretaria Estadual da Fazenda, que formam os Grupos de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaecos). Esta ação investiga supostos crimes de formação de quadrilha, fraudes a licitações e crimes contra a administração pública. Os municípios que estão sendo investigados são os seguintes: São Joaquim, Anita Garibaldi, Porto Belo e Cerro Negro.
De acordo com o MPSC, a operação foi batizada de Bola de Neve porque as supostas fraudes teriam ocorrido num dos municípios mais frios do Brasil e da sua possível extensão para outros municípios fazendo o efeito bola de neve.

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