Grande parte dos imóveis de Curitibanos foi destruída no ataque
Curitibanos, 24/09/2013 A Semana
Curitibanos relembra uma das mais trágicas consequências
da Guerra do Contestado para o município, nesta quinta-feira (26),
quando se completa 99 anos do incêndio que destruiu praticamente todos
os registros históricos de Curitibanos até então.
Em alusão à data, haverá ato público, na quinta-feira (26), em frente ao Museu Histórico Antonio Granemann de Souza, às 15 horas e palestra com o historiador Paulo Pinheiro Machado, na Secretaria de Educação e Cultura, às 19 horas.
CONHEÇA A HISTÓRIA
Em 26 de setembro de 1914, a cidade foi atacada por um grupo de jagunços, que tinham apoio de muitos inimigos do Coronel Albuquerque, superintendente do município. De acordo com relatos históricos, a intenção do grupo era matar o coronel, que havia fugido para Blumenau. Como não o encontraram, atearam fogo em casas, prédios públicos e estabelecimentos comerciais.
Motivado por uma vingança pessoal entre os irmãos Sampaio e Pereira contra o coronel Albuquerque, o ataque resultou na destruição de 18 casas, dentre elas, a casa do coronel, a Intendência Municipal, Estação Telegráfica, cinco estabelecimentos comerciais e a Cadeia Pública. Também foram destruídas, as instalações do jornal “O Trabalho”, de propriedade do coronel Albuquerque. A casa onde funcionava o Cartório não foi queimada porque era alugada, de propriedade de um simpatizante dos jagunços. Foram poupadas, também, as casas que tinham fotos do Monge João Maria.
A operação foi tão bem preparada que não houve nenhuma morte, porém, os danos foram enormes, pois se perdeu praticamente toda a documentação existente até então e a violência representou um grande atraso para a cidade. Em 1937, 23 anos depois do incêndio, apenas 35 novas casas haviam sido construídas.
Em alusão à data, haverá ato público, na quinta-feira (26), em frente ao Museu Histórico Antonio Granemann de Souza, às 15 horas e palestra com o historiador Paulo Pinheiro Machado, na Secretaria de Educação e Cultura, às 19 horas.
CONHEÇA A HISTÓRIA
Em 26 de setembro de 1914, a cidade foi atacada por um grupo de jagunços, que tinham apoio de muitos inimigos do Coronel Albuquerque, superintendente do município. De acordo com relatos históricos, a intenção do grupo era matar o coronel, que havia fugido para Blumenau. Como não o encontraram, atearam fogo em casas, prédios públicos e estabelecimentos comerciais.
Motivado por uma vingança pessoal entre os irmãos Sampaio e Pereira contra o coronel Albuquerque, o ataque resultou na destruição de 18 casas, dentre elas, a casa do coronel, a Intendência Municipal, Estação Telegráfica, cinco estabelecimentos comerciais e a Cadeia Pública. Também foram destruídas, as instalações do jornal “O Trabalho”, de propriedade do coronel Albuquerque. A casa onde funcionava o Cartório não foi queimada porque era alugada, de propriedade de um simpatizante dos jagunços. Foram poupadas, também, as casas que tinham fotos do Monge João Maria.
A operação foi tão bem preparada que não houve nenhuma morte, porém, os danos foram enormes, pois se perdeu praticamente toda a documentação existente até então e a violência representou um grande atraso para a cidade. Em 1937, 23 anos depois do incêndio, apenas 35 novas casas haviam sido construídas.
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