segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Polícia Civil investiga suposto estupro coletivo de meninas

Polícia Civil investiga suposto estupro coletivo de meninas
Correia Pinto, 22/10/2013, Correio Lageano, por Adecir Morais


Duas meninas, de 13  e 14 anos de idade, teriam sido vítimas de abuso sexual na madrugada desta segunda-feira (21), em Correia Pinto, na Serra Catarinense. Uma delas precisou ser levada ao hospital. O crime teria sido praticado por três homens.



De acordo com a PM, o abuso teria ocorrido na casa de um suposto agressor, na rua Ema Cevei, no bairro Pereira Alves, por volta da 1h30min. Uma pessoa, de 38 anos, foi presa em flagrante por corrupção de menores.



Na residência, as adolescentes teriam sido embriagadas antes da violência sexual. Uma delas apresentava ferimentos nas costas, coxas e sangramento vaginal. Ela foi socorrida e levada ao hospital local.



Segundo a PM, o médico plantonista do hospital informou que “provavelmente a jovem foi abusada sexualmente”. Nesta segunda-feira, as duas fizeram exame de corpo de delito no Instituto Geral de Perícias (IGP), de Lages.



Investigação

O delegado Fabiano Henrique Schmitt informou que um inquérito policial foi instaurado para investigar o caso. As vítimas foram intimadas a prestar depoimento ontem, mas até à tarde não haviam comparecido à delegacia. “Estamos apurando o caso, mas ainda não temos maiores detalhes do que aconteceu”, relatou o delegado, observando, por outro lado, que há indícios fortes de que houve mesmo o crime.



Schmitt afirmou que há suspeita de que o estupro foi coletivo, e teria sido praticado por três homens, amigos das meninas. Segundo ele, o suspeito detido pela PM foi ouvido e liberado.



Cachaça

A conselheira tutelar de Correia Pinto, Rosemeri Martins, afirmou que somente a menina de 14 é que teria sido violentada. Na casa dos agressores, a jovem teria bebido cachaça e ficado completamente alcoolizada. “As duas estão abaladas e serão encaminhadas para tratamento psicológico”, disse.



Segundo informações, o suposto crime foi denunciado pela mãe de uma das meninas, que foi procurada por uma vizinha que relatou o caso, acionando a PM.



Foto:Arquivo CL

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