Lages, 09 e 10/11/2013, Correio Lageano
Não houve acordo entre representantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Triunfo Rio Canoas, e Ministérios Público Federal e Estadual, com relação ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), em reunião na sexta-feira (08), em Lages.
O TAC prevê a análise dos casos de cerca de 150 famílias que alegam que tiveram suas propriedades atingidas com o enchimento do lago, que iniciou em agosto, mas não foram indenizadas.
Apenas os representantes do MAB ainda não assinaram o documento, imprescindível para dar início à análise individual de cada um dos casos apresentados. Representantes do Ministério Público, da Rio Canoas, do MAB, do Sindicato dos Eletricitários de Florianópolis e Região (Sinergia), do Movimento dos Sem Terra (MST) e Polícia Militar, participaram da reunião, que aconteceu no 6º Batalhão de Polícia Militar.
A reunião foi convocada pela PM em troca da desocupação voluntária da hidrelétrica, ocupada pelo MAB por cerca de 48 horas no início da semana. De acordo com o procurador da República em Lages, Nazareno Jorgealém Wolff, não há necessidade de novas alterações no TAC. “O TAC atende todas as questões. Nossa posição é para que não tenham mais alterações, embora o movimento ainda queira”, diz.
A expectativa é que um acordo seja firmado na próxima terça-feira (12), quando nova reunião será realizada na Procuradoria da República.
Próximo passo
A gerente de meio ambiente da Triunfo Rio Canoas, Sueli Biedacha, destaca que várias cláusulas da TAC já foram alteradas por solicitação do MAB. Segundo ela, por parte da empresa, a única coisa que falta para que as negociações tenham andamento, é a assinatura da TAC. “Todos os casos já foram levantados e estão sendo analisados. Mas falta eles (MAB) assinarem o documento para darmos continuidade no processo”, diz. Sueli destaca que, após a assinatura do documento, as comissões dos atingidos e da Rio Canoas devem sentar e discutir cada casos para definir quem tem direito ou não à indenização.
A reportagem do Correio Lageano tentou conversar com representantes do MAB presentes na reunião, mas eles se recusaram a falar. À tarde, a reportagem tentou contato por telefone com outros representantes, mais uma vez sem sucesso.
Foto:Divulgação
Não houve acordo entre representantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Triunfo Rio Canoas, e Ministérios Público Federal e Estadual, com relação ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), em reunião na sexta-feira (08), em Lages.
O TAC prevê a análise dos casos de cerca de 150 famílias que alegam que tiveram suas propriedades atingidas com o enchimento do lago, que iniciou em agosto, mas não foram indenizadas.
Apenas os representantes do MAB ainda não assinaram o documento, imprescindível para dar início à análise individual de cada um dos casos apresentados. Representantes do Ministério Público, da Rio Canoas, do MAB, do Sindicato dos Eletricitários de Florianópolis e Região (Sinergia), do Movimento dos Sem Terra (MST) e Polícia Militar, participaram da reunião, que aconteceu no 6º Batalhão de Polícia Militar.
A reunião foi convocada pela PM em troca da desocupação voluntária da hidrelétrica, ocupada pelo MAB por cerca de 48 horas no início da semana. De acordo com o procurador da República em Lages, Nazareno Jorgealém Wolff, não há necessidade de novas alterações no TAC. “O TAC atende todas as questões. Nossa posição é para que não tenham mais alterações, embora o movimento ainda queira”, diz.
A expectativa é que um acordo seja firmado na próxima terça-feira (12), quando nova reunião será realizada na Procuradoria da República.
Próximo passo
A gerente de meio ambiente da Triunfo Rio Canoas, Sueli Biedacha, destaca que várias cláusulas da TAC já foram alteradas por solicitação do MAB. Segundo ela, por parte da empresa, a única coisa que falta para que as negociações tenham andamento, é a assinatura da TAC. “Todos os casos já foram levantados e estão sendo analisados. Mas falta eles (MAB) assinarem o documento para darmos continuidade no processo”, diz. Sueli destaca que, após a assinatura do documento, as comissões dos atingidos e da Rio Canoas devem sentar e discutir cada casos para definir quem tem direito ou não à indenização.
A reportagem do Correio Lageano tentou conversar com representantes do MAB presentes na reunião, mas eles se recusaram a falar. À tarde, a reportagem tentou contato por telefone com outros representantes, mais uma vez sem sucesso.
Foto:Divulgação
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