Lages, 20/12/2013, Correio Lageano
Por volta da 1h30min de segunda-feira, dia 16, Adenilso José de Souza, morador do bairro Santa Helena, ouviu um tiro perto de casa. Neste momento a sua cadela Preta, da raça pastor-alemão havia levado um tiro. Ela tinha escapado e ido até a casa de um vizinho. Não havia desavenças anteriores.
Adenilso é dono de distribuidora de gás e mantinha a cadela, de oito anos, amarrada em uma corrente no depósito. “Ela era mansa, brincalhona, mas fugiu porque a corrente quebrou”, relata.
Segundo Adenilso, após ouvir o tiro, a esposa do vizinho, um policial militar, foi até a sua casa, com um cabo de vassoura na mão. “Ela disse que o marido tinha matado Preta e era para eu ir buscar e enterrar”, conta.
Pela manhã Adenilso percebeu que Preta ainda estava viva e a levou a uma clínica veterinária, onde foi operada, mas morreu.
A advogada e membro da Comissão dos Direitos dos Animais da OAB, Amanda Galvani de Lima, informa que em casos como esse o dono poderá entrar com processo civil, pedindo indenização.
Corregedoria da PM vai investigar o caso
O tenente Marco Antonio Marafon informou que o caso deverá ser investigado e orienta pessoas que se sintam prejudicadas por ação de policiais procurem a Corregedoria e denunciem. “Queremos corrigir as falhas e melhorar o trabalho”, diz.
Ele destaca que se a denúncia for comprovada, o policial poderá sofrer punição administrativa e penal e que a atitude não representa o pensamento da corporação. O comando informou que o soldado acusado não pode falar com a imprensa.
Foto: Joana Costa
Por volta da 1h30min de segunda-feira, dia 16, Adenilso José de Souza, morador do bairro Santa Helena, ouviu um tiro perto de casa. Neste momento a sua cadela Preta, da raça pastor-alemão havia levado um tiro. Ela tinha escapado e ido até a casa de um vizinho. Não havia desavenças anteriores.
Adenilso é dono de distribuidora de gás e mantinha a cadela, de oito anos, amarrada em uma corrente no depósito. “Ela era mansa, brincalhona, mas fugiu porque a corrente quebrou”, relata.
Segundo Adenilso, após ouvir o tiro, a esposa do vizinho, um policial militar, foi até a sua casa, com um cabo de vassoura na mão. “Ela disse que o marido tinha matado Preta e era para eu ir buscar e enterrar”, conta.
Pela manhã Adenilso percebeu que Preta ainda estava viva e a levou a uma clínica veterinária, onde foi operada, mas morreu.
A advogada e membro da Comissão dos Direitos dos Animais da OAB, Amanda Galvani de Lima, informa que em casos como esse o dono poderá entrar com processo civil, pedindo indenização.
Corregedoria da PM vai investigar o caso
O tenente Marco Antonio Marafon informou que o caso deverá ser investigado e orienta pessoas que se sintam prejudicadas por ação de policiais procurem a Corregedoria e denunciem. “Queremos corrigir as falhas e melhorar o trabalho”, diz.
Ele destaca que se a denúncia for comprovada, o policial poderá sofrer punição administrativa e penal e que a atitude não representa o pensamento da corporação. O comando informou que o soldado acusado não pode falar com a imprensa.
Foto: Joana Costa
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