Abdon Batista, 19/12/2013 Correio dos Lagos
Um cenário desolador de destruição e vandalismo. Foi o
que se viu na Usina Hidrelétrica Garibaldi, no dia 12, depois que os
manifestantes deixaram o local. Portas quebradas, caminhões batidos,
ônibus e carros depredados e mobiliário quebrado traduzem em imagens a
fúria dos manifestantes, que deixaram alguns caminhões ligados em áreas
de risco de capotamento e outros estavam sem chaves.
Eles usaram as escavadeiras e tratores de esteira para fazer
buracos nos acessos internos da obra. Os manifestantes ainda apedrejaram
o carro de uma equipe de reportagem de TV. O vidro traseiro do carro
foi completamente destruído e os repórteres foram ameaçados.
No escritório da Triunfo Rio Canoas, aqueles que alegam defender os
atingidos pela barragem rasgaram documentos de proprietários e não
proprietários atingidos, quebraram vidraças, computadores, impressoras e
depredaram mobiliários. A empresa repudia a ação dos vândalos e ainda
está contabilizando o prejuízo causado pela ação.
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