Lages, 14/01/2014, Correio Lageano, por Suzani Rovaris
Depois de passar quatro meses dormindo em uma capelinha dentro do cemitério da Penha, um local totalmente insalubre, Sebastião Souza de Castilho, de 53 anos, recebeu abrigo no Projeto Acolher, da Secretaria de Assistência Social. Lá, ele ficará por tempo indeterminado e receberá alimentação, atendimento psicológico e de saúde, além de proteção.
Sem família ou amigos e sem casa para morar, Sebastião se viu obrigado a procurar um local para passar as noites. E foi no cemitério da Penha que encontrou uma casinha. Não lembra exatamente o dia, mas ele conta que foi acender velas no túmulo da esposa (que morreu em 2008), há cerca de quatro meses, quando começou a chover muito.
Como não tinha onde se proteger e a casinha estava aberta, entrou para não se molhar e percebeu que o local era seguro. Desde então passou a morar lá. Além de pequeno, o espaço é sujo, totalmente insalubre. Para dormir, ele tinha alguns cobertores que ganhou de igrejas, além de outros objetos como um colchão.
Ajuda para retornar à sociedade
Sebastião está em uma casa de apoio da Assistência Social, conhecida como Projeto Acolher, onde apenas homens, moradores de rua e dependentes químicos recebem atendimento e local para se abrigar. Hoje, a casa conta com 15 pessoas.
Segundo o diretor de Proteção Social e Especial Joatan Pereira, a partir de agora Sebastião vai receber apoio para viver com dignidade. Nesta terça-feira, ele deverá ser entrevistado para uma vaga de emprego e fará novos documentos.
A equipe não prevê o tempo que ele permanecerá na casa, vai depender da sua capacidade de saber viver sozinho e realizar tarefas básicas, conforme explica a assistente Social Adriele Morais Vieira.
Assim que estiver apto, em relação à moradia, o Projeto Acolher vai procurar junto aos outros órgãos municipais uma casa. “Mas, ainda é muito recente para tratarmos disso, precisamos primeiro dar todo o apoio físico e psicológico para que ele possa viver em sociedade novamente”, afirma a psicóloga Gabrielle Coelho Baccin.
Foto:Suzani Rovaris
Depois de passar quatro meses dormindo em uma capelinha dentro do cemitério da Penha, um local totalmente insalubre, Sebastião Souza de Castilho, de 53 anos, recebeu abrigo no Projeto Acolher, da Secretaria de Assistência Social. Lá, ele ficará por tempo indeterminado e receberá alimentação, atendimento psicológico e de saúde, além de proteção.
Sem família ou amigos e sem casa para morar, Sebastião se viu obrigado a procurar um local para passar as noites. E foi no cemitério da Penha que encontrou uma casinha. Não lembra exatamente o dia, mas ele conta que foi acender velas no túmulo da esposa (que morreu em 2008), há cerca de quatro meses, quando começou a chover muito.
Como não tinha onde se proteger e a casinha estava aberta, entrou para não se molhar e percebeu que o local era seguro. Desde então passou a morar lá. Além de pequeno, o espaço é sujo, totalmente insalubre. Para dormir, ele tinha alguns cobertores que ganhou de igrejas, além de outros objetos como um colchão.
Ajuda para retornar à sociedade
Sebastião está em uma casa de apoio da Assistência Social, conhecida como Projeto Acolher, onde apenas homens, moradores de rua e dependentes químicos recebem atendimento e local para se abrigar. Hoje, a casa conta com 15 pessoas.
Segundo o diretor de Proteção Social e Especial Joatan Pereira, a partir de agora Sebastião vai receber apoio para viver com dignidade. Nesta terça-feira, ele deverá ser entrevistado para uma vaga de emprego e fará novos documentos.
A equipe não prevê o tempo que ele permanecerá na casa, vai depender da sua capacidade de saber viver sozinho e realizar tarefas básicas, conforme explica a assistente Social Adriele Morais Vieira.
Assim que estiver apto, em relação à moradia, o Projeto Acolher vai procurar junto aos outros órgãos municipais uma casa. “Mas, ainda é muito recente para tratarmos disso, precisamos primeiro dar todo o apoio físico e psicológico para que ele possa viver em sociedade novamente”, afirma a psicóloga Gabrielle Coelho Baccin.
Foto:Suzani Rovaris
Nenhum comentário:
Postar um comentário