Lages, 29/01/2014, Correio Lageano
Aos 34 anos de idade, Elisete de Fátima Marques, moradora do bairro da Várzea, viu sua saúde se deteriorar. Em outubro do ano passado, ela sofreu uma trombose e chegou a ficar internada por 15 dias. Hoje, ela dá continuidade ao tratamento em casa, onde precisa de oxigênio 24 horas por dia.
A paciente conseguiu o tubo de oxigênio com a Unidade de Saúde do bairro, mas o tratamento requer a realização de exames de sangue a cada quatro dias, para averiguar a densidade do sangue e regular a medicação. No entanto, os exames, que são realizados pelo SUS, não estão sendo feitos como deveriam.
Um profissional deveria ir à casa de Elisete fazer a coleta. “Eles têm vindo a cada 15 dias. Ela não pode sair de casa sem uma ambulância”, explica a amiga da família, Marli Santos Silva.
A direção das Unidades Básicas de Saúde de Lages informou que esses exames são realizados por laboratórios terceirizados. A orientação é que o paciente procure um dos laboratórios vinculados ao SUS, solicitando as visitas e negociar com o laboratório a periodicidade da coleta. Se o problema não for resolvido, a troca de laboratório pode ser a melhor solução.
Família pede ajuda para custear alimentação
É a mãe de Elisete, Deominda Pereira de Oliveira, quem sustenta a filha e os netos Janaína Marques, de 12 anos, e Tiago Marques, 15 anos, com a pensão que recebe de seu falecido marido. Mas o dinheiro tem sido insuficiente para garantir o sustento da família.
Os gastos com os remédios para o tratamento de Elisete consomem grande parte da renda. “Sobra pouco para o resto”, afirma. Por isso a família pede ajuda com alimentos. “No Natal, eu falei com os vizinhos, nos reunimos para ajudar”, informa Marli, lembrando que diante da situação complicada dos amigos, qualquer ajuda é bem vinda. Para ajuda a família basta entrar em contato pelos telefone (49) 9957-8463 ou 9977-8287.
Foto: Joana Costa
Aos 34 anos de idade, Elisete de Fátima Marques, moradora do bairro da Várzea, viu sua saúde se deteriorar. Em outubro do ano passado, ela sofreu uma trombose e chegou a ficar internada por 15 dias. Hoje, ela dá continuidade ao tratamento em casa, onde precisa de oxigênio 24 horas por dia.
A paciente conseguiu o tubo de oxigênio com a Unidade de Saúde do bairro, mas o tratamento requer a realização de exames de sangue a cada quatro dias, para averiguar a densidade do sangue e regular a medicação. No entanto, os exames, que são realizados pelo SUS, não estão sendo feitos como deveriam.
Um profissional deveria ir à casa de Elisete fazer a coleta. “Eles têm vindo a cada 15 dias. Ela não pode sair de casa sem uma ambulância”, explica a amiga da família, Marli Santos Silva.
A direção das Unidades Básicas de Saúde de Lages informou que esses exames são realizados por laboratórios terceirizados. A orientação é que o paciente procure um dos laboratórios vinculados ao SUS, solicitando as visitas e negociar com o laboratório a periodicidade da coleta. Se o problema não for resolvido, a troca de laboratório pode ser a melhor solução.
Família pede ajuda para custear alimentação
É a mãe de Elisete, Deominda Pereira de Oliveira, quem sustenta a filha e os netos Janaína Marques, de 12 anos, e Tiago Marques, 15 anos, com a pensão que recebe de seu falecido marido. Mas o dinheiro tem sido insuficiente para garantir o sustento da família.
Os gastos com os remédios para o tratamento de Elisete consomem grande parte da renda. “Sobra pouco para o resto”, afirma. Por isso a família pede ajuda com alimentos. “No Natal, eu falei com os vizinhos, nos reunimos para ajudar”, informa Marli, lembrando que diante da situação complicada dos amigos, qualquer ajuda é bem vinda. Para ajuda a família basta entrar em contato pelos telefone (49) 9957-8463 ou 9977-8287.
Foto: Joana Costa
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