Lago do Ubatã fica a cerca de dez quilômetros do Centro
Santa Cecília, 24/01/2014 A Semana
Um simples momento de lazer e diversão entre três jovens cecilienses por pouco não acabou em tragédia.
Na quinta-feira (16), o policial militar Gilmar Kubiack Primo
aproveitava sua folga junto a seus colegas Douglas Ramos e Neliton da
Silva, também policiais, fazendo trilhas de bike por estradas do
interior, em direção à barragem do Lago Ubatã, a cerca de dez
quilômetros do Centro. Em certo momento, o soldado Gilmar resolveu, como
de costume, dar um mergulho no lago, quando avistou Claudemir Palhano,
de 13 anos, Edenilson Palhano, de 16 anos, e Divanilson Prestes de
Morais, de 15 anos, aparentemente num momento de diversão, até perceber
algo de errado. “Percebi dois jovens afogando-se e sendo levados pela
correnteza. Imediatamente, nadei até eles, agarrei-os e nadei até a
margem do lago, conseguindo tira-los da água”, relatou Gilmar,
ressaltando que ambos encontravam-se debilitados.
Divanilson disse que frequenta rios e açudes com frequência com seus amigos e, nesse dia, foi para pescar e mergulhar. No entanto, ele admite que não tem experiência com natação. “Sei nadar mais ou menos. Naquele dia, acabei mergulhando fundo demais e não tive mais forças para voltar. Foi aí que Denílson percebeu minha demora e mergulhou também, para tentar me socorrer, mas não conseguimos chegar até a margem”, relatou Divanilson. “Já estávamos cansados. Denílson é menor que eu e seu irmão Claudemir acabou assustando-se com a situação. Ele conseguiu sair da água, mas, se não fosse Gilmar ter aparecido e nos retirado, não conseguiríamos sair. Sem dúvidas, ele salvou nossas vidas, porque não havia mais ninguém por perto”, lembrou o jovem.
Gilmar afirmou que tem bom preparo físico e nada há muitos anos, por isso, conseguiu tirar os adolescentes da água mesmo com a correnteza. No entanto, ele alerta que nem todos têm essa sorte. “Espero que sirva de lição para eles e para todos os jovens que arriscam-se, principalmente nesta época do ano, e que, geralmente, a tentativa de salvamento pode resultar no pior”, aconselha Gilmar.
Após o ocorrido, os policiais de folga acionaram a guarnição de serviço, fizeram o registro da ocorrência e acionaram o Conselho Tutelar, que encaminhou os três jovens aos responsáveis. “Os pais devem tomar conhecimento sobre onde seus filhos estão, porque casos como esse, em que há alguém na hora certa e no lugar certo, são raros. Fica a dica: se não sabe nadar, não entre na água”, disse o policial.
Divanilson disse que frequenta rios e açudes com frequência com seus amigos e, nesse dia, foi para pescar e mergulhar. No entanto, ele admite que não tem experiência com natação. “Sei nadar mais ou menos. Naquele dia, acabei mergulhando fundo demais e não tive mais forças para voltar. Foi aí que Denílson percebeu minha demora e mergulhou também, para tentar me socorrer, mas não conseguimos chegar até a margem”, relatou Divanilson. “Já estávamos cansados. Denílson é menor que eu e seu irmão Claudemir acabou assustando-se com a situação. Ele conseguiu sair da água, mas, se não fosse Gilmar ter aparecido e nos retirado, não conseguiríamos sair. Sem dúvidas, ele salvou nossas vidas, porque não havia mais ninguém por perto”, lembrou o jovem.
Gilmar afirmou que tem bom preparo físico e nada há muitos anos, por isso, conseguiu tirar os adolescentes da água mesmo com a correnteza. No entanto, ele alerta que nem todos têm essa sorte. “Espero que sirva de lição para eles e para todos os jovens que arriscam-se, principalmente nesta época do ano, e que, geralmente, a tentativa de salvamento pode resultar no pior”, aconselha Gilmar.
Após o ocorrido, os policiais de folga acionaram a guarnição de serviço, fizeram o registro da ocorrência e acionaram o Conselho Tutelar, que encaminhou os três jovens aos responsáveis. “Os pais devem tomar conhecimento sobre onde seus filhos estão, porque casos como esse, em que há alguém na hora certa e no lugar certo, são raros. Fica a dica: se não sabe nadar, não entre na água”, disse o policial.
Afogamento
Em outubro do ano passado, na localidade conhecida como Beco dos Rafaé, no bairro Cristo Rei, foram encontrados sem vida os irmãos Eduardo Carvalho, de 10 anos, e Gabriela Carvalho, de 8. As crianças brincavam próximo a um pequeno açude perto da casa da família, quando a menina escorregou e caiu na água. Eduardo tentou salvá-la, mas acabou afogando-se também.
Ambos foram encontrados logo após o ocorrido, mas não foi possível reanimá-los. Segundo o Corpo de Bombeiros, o açude tinha cerca de 1,5 metro de profundidade.
Em outubro do ano passado, na localidade conhecida como Beco dos Rafaé, no bairro Cristo Rei, foram encontrados sem vida os irmãos Eduardo Carvalho, de 10 anos, e Gabriela Carvalho, de 8. As crianças brincavam próximo a um pequeno açude perto da casa da família, quando a menina escorregou e caiu na água. Eduardo tentou salvá-la, mas acabou afogando-se também.
Ambos foram encontrados logo após o ocorrido, mas não foi possível reanimá-los. Segundo o Corpo de Bombeiros, o açude tinha cerca de 1,5 metro de profundidade.
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