Lages, 11 e 12/01/2014, Correio Lageano, por Adecir Morais
O eletricista Emerson Luiz Geremias, de 49 anos, o “Léia”, mora em Lages, mas a distância não deixa apagar o amor que sente pelo Avaí. Torcedor fanático, tem cerca de 180 camisas do clube de Florianópolis. É natural de Orleans, mas mora em Lages desde 1978.
A paixão pelo Leão da Ilha começou graças a um irmão que jogou no clube na década de 70. Na época, Léia tinha menos de 10 anos e morava com a família em Orleans, no Sul catarinense. Por influência do irmão, virou torcedor do time da capital do Estado.
Ele começou a montar o acervo nos anos 80, incentivado por um amigo. Tem camisas de diversos modelos e épocas. Dentre elas, há pelo menos 70 peças oficiais. Léia não tem uma mais especial que outra, e ao ser questionado, tem a resposta na ponta da língua. “Todas são importantes”, crava.
Raridades: Ele busca os produtos em lojas da capital, mas também consegue peças por meio de doações e presentes de amigos. Uma das raridades é a camisa usada pelo ídolo Adilson Heleno, em 1988, quando o time foi campeão Estadual.
“Cada vez que eu vou para Florianópolis, compro uma ou duas camisas”, revela ele, que sente tanto amor pelo Avaí que chega a se emocionar quando fala do time.
Camisas de outros ídolos avaianos, como a usada pelo meia Marquinhos, único uniforme amarelo lançado pelo clube, também são guardadas pelo torcedor.
Camisas são inegociáveis, avisa o apaixonado
Além de uniformes raros, Léia reúne camisas comemorativas, além de calções, meias, xícaras, copos, quadros, dentre outros objetos com as cores avaianas. A paixão é tanta que ele chegou a fazer uma tatuagem do escudo do time no braço. O carro dele também é plotado com as cores da azurra.
O acervo é inegociável. “Se alguém chegar aqui e pedir uma camisa, não dou. Até sou capaz de levar a pessoa na loja para ela comprar uma camisa lá, mas daqui não sai nada”, alerta ele, morador do Bairro Copacabana.
Léia tem trânsito livre no Avaí. Diz ser amigo do ex-presidente avaiano João Nilson Zunino, que é sócio do tio dele em uma clínica, em Florianópolis. “Eu me dou bem com ele (Zunino), que até já me deu camisas de presente”, completa.
Fotos: Adecir Morais
O eletricista Emerson Luiz Geremias, de 49 anos, o “Léia”, mora em Lages, mas a distância não deixa apagar o amor que sente pelo Avaí. Torcedor fanático, tem cerca de 180 camisas do clube de Florianópolis. É natural de Orleans, mas mora em Lages desde 1978.
A paixão pelo Leão da Ilha começou graças a um irmão que jogou no clube na década de 70. Na época, Léia tinha menos de 10 anos e morava com a família em Orleans, no Sul catarinense. Por influência do irmão, virou torcedor do time da capital do Estado.
Ele começou a montar o acervo nos anos 80, incentivado por um amigo. Tem camisas de diversos modelos e épocas. Dentre elas, há pelo menos 70 peças oficiais. Léia não tem uma mais especial que outra, e ao ser questionado, tem a resposta na ponta da língua. “Todas são importantes”, crava.
Raridades: Ele busca os produtos em lojas da capital, mas também consegue peças por meio de doações e presentes de amigos. Uma das raridades é a camisa usada pelo ídolo Adilson Heleno, em 1988, quando o time foi campeão Estadual.
“Cada vez que eu vou para Florianópolis, compro uma ou duas camisas”, revela ele, que sente tanto amor pelo Avaí que chega a se emocionar quando fala do time.
Camisas de outros ídolos avaianos, como a usada pelo meia Marquinhos, único uniforme amarelo lançado pelo clube, também são guardadas pelo torcedor.
Camisas são inegociáveis, avisa o apaixonado
Além de uniformes raros, Léia reúne camisas comemorativas, além de calções, meias, xícaras, copos, quadros, dentre outros objetos com as cores avaianas. A paixão é tanta que ele chegou a fazer uma tatuagem do escudo do time no braço. O carro dele também é plotado com as cores da azurra.
O acervo é inegociável. “Se alguém chegar aqui e pedir uma camisa, não dou. Até sou capaz de levar a pessoa na loja para ela comprar uma camisa lá, mas daqui não sai nada”, alerta ele, morador do Bairro Copacabana.
Léia tem trânsito livre no Avaí. Diz ser amigo do ex-presidente avaiano João Nilson Zunino, que é sócio do tio dele em uma clínica, em Florianópolis. “Eu me dou bem com ele (Zunino), que até já me deu camisas de presente”, completa.
Fotos: Adecir Morais
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