Lages, 26/02/2014, Correio Lageano, por Susana küster
As aulas na rede pública estadual e municipal de Lages iniciaram neste mês, porém há escolas estão sem professor. Na rede estadual isso ocorre porque os professores se afastam por questões de saúde, e nas escolas municipais a maioria dos casos é por desistência das vagas.
Na escola municipal Professor Eduardo Pedro Amaral, no bairro São Francisco, a diretora Veridiana Faversani colocou uma assistente pedagógica e a diretora auxiliar para dar aula.
Na escola Ondina Neves Bleyer, a mãe de um aluno da 8ª série, Patrícia Barboza, conta que desde o dia 10 de fevereiro, data em que começaram as aulas, seu filho estava tendo aulas recreativas por falta de professor. A situação normalizou somente esta semana. “Ele perdeu conteúdo neste período e isso prejudica a qualidade do ensino”, lamenta.
Explicação: A secretária municipal de Educação, Marimília Coelho, afirma que a falta de professores nas escolas municipais ocorre porque os educadores desistem da vaga e na maioria das vezes não comunicam a escola, nem a secretaria. “Eles aceitam a vaga, mas não mensuram a distância da escola, em Coxilha Rica, os quatro que aceitaram, depois desistiram”, conta.
O problema também é criado quando os professores decidem trabalhar na rede estadual ou quando se afastam por problemas de saúde e não comunicam a secretaria.
Na rede estadual, a falta de professor é causada porque os professores tiram licença e demoram ou não avisam a Gered. “Estamos abrindo chamada pública para resolver este problema”, afirma a gerente de educação, Fátima Ogliari.
Solução: A secretaria municipal criou uma portaria que permite aos professores das disciplinas de português, inglês, artes, e, produção textual e literatura, assumirem vagas sem passar por processo seletivo. “Chamamos para estas disciplinas todos os professores que passaram pelo processo e ainda têm vagas”, explica Marimília. Essa portaria permite somente aos professores dessas disciplinas o acesso às vagas.
Oportunidade: Para os professores contratados pela chamada pública, a falta de professores é a porta de entrada para o trabalho. É o caso de Jéssica Garcia, que tem magistério e cursa a 3ª fase de Pedagogia. “Estava preocupada, mas hoje saí com trabalho na escola Marco Floriani”, diz.
Foto: Susana Küster
As aulas na rede pública estadual e municipal de Lages iniciaram neste mês, porém há escolas estão sem professor. Na rede estadual isso ocorre porque os professores se afastam por questões de saúde, e nas escolas municipais a maioria dos casos é por desistência das vagas.
Na escola municipal Professor Eduardo Pedro Amaral, no bairro São Francisco, a diretora Veridiana Faversani colocou uma assistente pedagógica e a diretora auxiliar para dar aula.
Na escola Ondina Neves Bleyer, a mãe de um aluno da 8ª série, Patrícia Barboza, conta que desde o dia 10 de fevereiro, data em que começaram as aulas, seu filho estava tendo aulas recreativas por falta de professor. A situação normalizou somente esta semana. “Ele perdeu conteúdo neste período e isso prejudica a qualidade do ensino”, lamenta.
Explicação: A secretária municipal de Educação, Marimília Coelho, afirma que a falta de professores nas escolas municipais ocorre porque os educadores desistem da vaga e na maioria das vezes não comunicam a escola, nem a secretaria. “Eles aceitam a vaga, mas não mensuram a distância da escola, em Coxilha Rica, os quatro que aceitaram, depois desistiram”, conta.
O problema também é criado quando os professores decidem trabalhar na rede estadual ou quando se afastam por problemas de saúde e não comunicam a secretaria.
Na rede estadual, a falta de professor é causada porque os professores tiram licença e demoram ou não avisam a Gered. “Estamos abrindo chamada pública para resolver este problema”, afirma a gerente de educação, Fátima Ogliari.
Solução: A secretaria municipal criou uma portaria que permite aos professores das disciplinas de português, inglês, artes, e, produção textual e literatura, assumirem vagas sem passar por processo seletivo. “Chamamos para estas disciplinas todos os professores que passaram pelo processo e ainda têm vagas”, explica Marimília. Essa portaria permite somente aos professores dessas disciplinas o acesso às vagas.
Oportunidade: Para os professores contratados pela chamada pública, a falta de professores é a porta de entrada para o trabalho. É o caso de Jéssica Garcia, que tem magistério e cursa a 3ª fase de Pedagogia. “Estava preocupada, mas hoje saí com trabalho na escola Marco Floriani”, diz.
Foto: Susana Küster
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