Lages, 24/02/2014, Correio Lageano, por Andressa Ramos
O nome do bairro Coral teve origem pela sigla do primeiro posto construído na região, a Companhia Rosário Abastecedora Ltda (Coral).
Fundado em 1948, por espanhóis, portugueses, alemães e italianos, o bairro é considerado pelos moradores um segundo centro da cidade. O presidente da Associação de Moradores do bairro Coral, Lauro Gomes, informa que o bairro é o terceiro maior da cidade, perdendo apenas para o Santa Helena e o Guarujá. Aproximadamente 6 mil pessoas moram no bairro Coral.
Gomes comenta ainda, que o que falta para o bairro ficar completo, é um cartório para títulos e protestos. Atualmente o bairro está contemplado por um cartório de registro de imóveis. “Se instalarem mais um cartório, um posto de atendimento da Secretaria Municipal de Águas e Saneamento (Semasa) e da Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), os moradores não precisarão sair do bairro”, completa, e ressalta que fica de quatro a cinco meses sem sair do bairro, e se vai ao Centro é para passear. Com os serviços completos o bairro atenderia cerca de 80 mil pessoas, de 20 bairros próximos.
Estabelecimentos: Os principais estabelecimentos são um hipermercado; três supermercados; seis postos de gasolina; duas concessionárias de automóveis; oficinas; autopeças; unidade de saúde; padarias; farmácias; escolas; empresas de informática, eletrodomésticos, móveis e malharias.
A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Lages, informa que desde 1953, há 1853 registros de estabelecimentos, mas explica que alguns permanecem com o CNPJ, porém não significa que o estabelecimento esteja em funcionamento.
A grande quantidade de empresas faz com que o bairro Coral tenha um elevado potencial econômico, o que também atrai a atenção de moradores de bairros próximos, que frequentam o comércio local. Neste ano o bairro completa 66 anos, e é considerado por Gomes um bairro de classe média alta.
“As reivindicações serão feitas até as soluções acontecerem”
Lauro Gomes, presidente da Associação dos Moradores, há oito ano, conta que a população luta por mais segurança nas Avenidas Luiz de Camões, Presidente Vargas e também para o comércio do bairro Coral.
Gomes lembra que correspondências foram enviadas ao Diretram e ao 6º Batalhão de Polícia Militar, mas que os órgãos compareceram no bairro, só depois que uma lotérica e uma farmácia foram assaltadas. “Por isto queremos mais policiais nas ruas e atenção especial ao trânsito, já que o Coral é o coração da cidade e milhares de veículos de passeio, ônibus e cargas pesadas”, completa.
Além do pedido de mais segurança no bairro, os moradores solicitam que uma providência seja tomada perante aos pagamentos já efetuados para a pavimentação de algumas ruas. Gomes afirma que alguns moradores fizeram empréstimos para quitar sua parte na obra, na esperança de que tudo acontecesse dentro do previsto.
Pavimentação: Os moradores das ruas Fortunato Dias Batista, Hilda Piccinini e Joaquim Borges de Melo, pagaram parte das parcelas para a obra de pavimentação das ruas, que seriam pavimentadas pelo extinto programa Pavimentação Solidária (Pavisol), porém as obras não iniciaram.
Gomes ressalta que a população espera pela obra há seis anos, e que a atual gestão promete que o início está previsto para abril deste ano. “A Associação de Moradores do Coral vai aguardar até março e se não sair edital de licitação para começar as obras em abril, vamos entrar com ação civil pública no Ministério Público Federal para que as ruas sejam pavimentadas logo”, frisa.
Bairro Coral
Dados
Foto reprodução de arquivo pessoal
O nome do bairro Coral teve origem pela sigla do primeiro posto construído na região, a Companhia Rosário Abastecedora Ltda (Coral).
Fundado em 1948, por espanhóis, portugueses, alemães e italianos, o bairro é considerado pelos moradores um segundo centro da cidade. O presidente da Associação de Moradores do bairro Coral, Lauro Gomes, informa que o bairro é o terceiro maior da cidade, perdendo apenas para o Santa Helena e o Guarujá. Aproximadamente 6 mil pessoas moram no bairro Coral.
Gomes comenta ainda, que o que falta para o bairro ficar completo, é um cartório para títulos e protestos. Atualmente o bairro está contemplado por um cartório de registro de imóveis. “Se instalarem mais um cartório, um posto de atendimento da Secretaria Municipal de Águas e Saneamento (Semasa) e da Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), os moradores não precisarão sair do bairro”, completa, e ressalta que fica de quatro a cinco meses sem sair do bairro, e se vai ao Centro é para passear. Com os serviços completos o bairro atenderia cerca de 80 mil pessoas, de 20 bairros próximos.
Estabelecimentos: Os principais estabelecimentos são um hipermercado; três supermercados; seis postos de gasolina; duas concessionárias de automóveis; oficinas; autopeças; unidade de saúde; padarias; farmácias; escolas; empresas de informática, eletrodomésticos, móveis e malharias.
A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Lages, informa que desde 1953, há 1853 registros de estabelecimentos, mas explica que alguns permanecem com o CNPJ, porém não significa que o estabelecimento esteja em funcionamento.
A grande quantidade de empresas faz com que o bairro Coral tenha um elevado potencial econômico, o que também atrai a atenção de moradores de bairros próximos, que frequentam o comércio local. Neste ano o bairro completa 66 anos, e é considerado por Gomes um bairro de classe média alta.
“As reivindicações serão feitas até as soluções acontecerem”
Lauro Gomes, presidente da Associação dos Moradores, há oito ano, conta que a população luta por mais segurança nas Avenidas Luiz de Camões, Presidente Vargas e também para o comércio do bairro Coral.
Gomes lembra que correspondências foram enviadas ao Diretram e ao 6º Batalhão de Polícia Militar, mas que os órgãos compareceram no bairro, só depois que uma lotérica e uma farmácia foram assaltadas. “Por isto queremos mais policiais nas ruas e atenção especial ao trânsito, já que o Coral é o coração da cidade e milhares de veículos de passeio, ônibus e cargas pesadas”, completa.
Além do pedido de mais segurança no bairro, os moradores solicitam que uma providência seja tomada perante aos pagamentos já efetuados para a pavimentação de algumas ruas. Gomes afirma que alguns moradores fizeram empréstimos para quitar sua parte na obra, na esperança de que tudo acontecesse dentro do previsto.
Pavimentação: Os moradores das ruas Fortunato Dias Batista, Hilda Piccinini e Joaquim Borges de Melo, pagaram parte das parcelas para a obra de pavimentação das ruas, que seriam pavimentadas pelo extinto programa Pavimentação Solidária (Pavisol), porém as obras não iniciaram.
Gomes ressalta que a população espera pela obra há seis anos, e que a atual gestão promete que o início está previsto para abril deste ano. “A Associação de Moradores do Coral vai aguardar até março e se não sair edital de licitação para começar as obras em abril, vamos entrar com ação civil pública no Ministério Público Federal para que as ruas sejam pavimentadas logo”, frisa.
Bairro Coral
Dados
- Homens - 2.408
- Mulheres - 2.651
- Total: 5.059
- 0 a 19 anos - 1.516
- 20 a 39 anos - 1.677
- 40 a 59 anos - 1.362
- 60 ou mais - 891
Foto reprodução de arquivo pessoal
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