quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Moradores da Ponte Grande se organizam para protesto

Silvia e Sandra, moradoras da Ponte GrandeLages, 18/02/2014 Milton Barão

Um grupo de moradores ao longo da Ponte Grande foi até a Rádio Guri nesta terça-feira. Dentre as reivindicações estavam algumas elementares, como a dúvida se pagariam pelas casas que estão sendo construídas para realocação.
Silvia e Sandra, moradoras da Ponte Grande
A principal questão, e nisso estão corretos, é que pela extensão da avenida, que passará por 14 bairros, muitos deles serão realocados bem distante de onde moram. A reivindicação é de que fosse feito três ou quatro conjuntos, e não um único de 200 residências.
Luiz, morador há seis anos na Ponte Grande
Luiz, morador há seis anos na Ponte Grande
Por fim, a reclamação de que são casas germinadas, de menos de 50m², que sequer tem garagem.

Habitação

Um tanto quanto perdido e sem argumentos, o secretário de Habitação Ivan Magaldi respondeu por telefone os questionamentos. Disse que não existe pagamento por parte das famílias que estão sendo realocadas, pois até o momento 48 já estão em novas casas.

Social

O que causa estranheza é que junto com o projeto da Ponte Grande, também veio uma “grana alta”, para fazer essas realocações e a contratação de uma empresa especializada para fazer o trabalho social juntos às famílias.
Fátima quer reunir moradores para protestar pela falta de informações
Fátima quer reunir moradores para protestar pela falta de informações

Protesto

Então alguma coisa não está funcionando, ou seja, a Prosul que ganhou a concorrência para fazer esse trabalho social não está funcionando. E tanto é prova, que esses moradores estão convocando uma manifestação, marcada para sexta-feira, a partir das 17 horas, defronte a prefeitura.

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