Um grupo de moradores ao longo da Ponte Grande foi até a Rádio Guri
nesta terça-feira. Dentre as reivindicações estavam algumas elementares,
como a dúvida se pagariam pelas casas que estão sendo construídas para
realocação.
Silvia e Sandra, moradoras da Ponte Grande
A principal questão, e nisso estão corretos, é que pela extensão da
avenida, que passará por 14 bairros, muitos deles serão realocados bem
distante de onde moram. A reivindicação é de que fosse feito três ou
quatro conjuntos, e não um único de 200 residências.
Por fim, a reclamação de que são casas germinadas, de menos de 50m², que sequer tem garagem.
Habitação
Um tanto quanto perdido e sem argumentos, o secretário de Habitação
Ivan Magaldi respondeu por telefone os questionamentos. Disse que não
existe pagamento por parte das famílias que estão sendo realocadas, pois
até o momento 48 já estão em novas casas.
Social
O que causa estranheza é que junto com o projeto da Ponte Grande,
também veio uma “grana alta”, para fazer essas realocações e a
contratação de uma empresa especializada para fazer o trabalho social
juntos às famílias.
Protesto
Então alguma coisa não está funcionando, ou seja, a Prosul que ganhou
a concorrência para fazer esse trabalho social não está funcionando. E
tanto é prova, que esses moradores estão convocando uma manifestação,
marcada para sexta-feira, a partir das 17 horas, defronte a prefeitura.
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