Representantes das
empresas Sulcatarinense e Prosul, responsáveis pela execução da obra e
trabalho técnico social do Complexo Ponte Grande, e o secretário de
Planejamento, Jorge Raineski, estiveram in loco visitando o
andamento dos serviços na manhã desta quarta-feira (19). Eles
percorreram os trechos que compreendem os bairros Várzea e Ferrovia,
onde ainda há famílias que precisam ser realocadas para o aluguel
social.
De acordo com o secretário Raineski, a
partir de agora as visitas serão rotineiras e devem acontecer pelo menos
uma vez por semana. “Precisamos acompanhar de perto o andamento da obra
para verificar as dificuldades e encontrar soluções. As reuniões de
ponto-controle têm sido essenciais para garantir que a obra continue
dentro do cronograma”, declara.
O gestor de contratos da Sulcatarinense,
Marcio Abreu, afirma que o mau tempo tem atrapalhado bastante a execução
dos serviços, principalmente de terraplanagem dos trechos que estão
liberados. Também é necessário o remanejamento total das famílias que
residem às margens do rio para que novas frentes de trabalho sejam
abertas. “Estipulamos alguns prazos para que a obra não pare. Por
enquanto estamos executando alguns trechos e deixando outros para trás,
mas a intenção é de que o serviço seja contínuo”, afirma.
Segundo a empresa Prosul, no bairro Várzea
restam apenas duas famílias para serem realocadas. O total de casas
desocupadas e demolidas ultrapassa as 60 unidades. A maior dificuldade
consiste na oferta de residências para alugar. “A maioria das famílias
está migrando para o bairro Guarujá, onde há maior disponibilidade de
imóveis. Muitas famílias preferem continuar próximas aos seus bairros de
origem, porque têm seus filhos na escola ou querem ficar perto do
trabalho”, comenta a assistente social da prefeitura, Audrilara Arruda
Rodrigues Arruda.
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