quinta-feira, 20 de março de 2014

Corpo técnico visita obras da Ponte Grande


O total de casas desocupadas e demolidas ultrapassa 60 unidades (Foto: Toninho Vieira)
Representantes das empresas Sulcatarinense e Prosul, responsáveis pela execução da obra e trabalho técnico social do Complexo Ponte Grande, e o secretário de Planejamento, Jorge Raineski, estiveram in loco visitando o andamento dos serviços na manhã desta quarta-feira (19). Eles percorreram os trechos que compreendem os bairros Várzea e Ferrovia, onde ainda há famílias que precisam ser realocadas para o aluguel social.
De acordo com o secretário Raineski, a partir de agora as visitas serão rotineiras e devem acontecer pelo menos uma vez por semana. “Precisamos acompanhar de perto o andamento da obra para verificar as dificuldades e encontrar soluções. As reuniões de ponto-controle têm sido essenciais para garantir que a obra continue dentro do cronograma”, declara.
O gestor de contratos da Sulcatarinense, Marcio Abreu, afirma que o mau tempo tem atrapalhado bastante a execução dos serviços, principalmente de terraplanagem dos trechos que estão liberados. Também é necessário o remanejamento total das famílias que residem às margens do rio para que novas frentes de trabalho sejam abertas. “Estipulamos alguns prazos para que a obra não pare. Por enquanto estamos executando alguns trechos e deixando outros para trás, mas a intenção é de que o serviço seja contínuo”, afirma.
Segundo a empresa Prosul, no bairro Várzea restam apenas duas famílias para serem realocadas. O total de casas desocupadas e demolidas ultrapassa as 60 unidades. A maior dificuldade consiste na oferta de residências para alugar. “A maioria das famílias está migrando para o bairro Guarujá, onde há maior disponibilidade de imóveis. Muitas famílias preferem continuar próximas aos seus bairros de origem, porque têm seus filhos na escola ou querem ficar perto do trabalho”, comenta a assistente social da prefeitura, Audrilara Arruda Rodrigues Arruda.

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