terça-feira, 11 de março de 2014

Lages vai oferecer mais cursos no polo da UFSC no ano que vem

Lages vai oferecer mais cursos no polo da UFSC no ano que vem
Lages, 12/03/2014, Correio Lageano, por Susana küster




A partir do ano que vem, Lages vai oferecer mais cursos no ensino superior, por meio do polo da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc), que fica no bairro Gethal. O polo iria ser fechado em julho, caso não conseguisse autorização da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A aprovação foi feita nesta terça-feira (11) e, com parcerias com o Ifsc, Udesc e Ufsc, e ajuda de entidades como a Acil, os cursos serão definidos.



Hoje, o polo, que agora é da Universidade Aberta do Brasil (UAB), oferece curso de Matemática, Administração Pública e Física. Neste mês uma turma de administração está se formando e outra deverá ser aberta no segundo semestre.




A aprovação foi feita nesta terça-feira (11) mas de acordo com a coordenadora do polo, Neusa Zangelini, faltaram dez computadores na sala de informática, já que são necessários 25 e a instituição possui 15. Além de uma nova pintura que deverá ser feita. “Mas a secretária municipal de Educação, Marimília Coelho, se comprometeu em comprar”, conta.




Já a acessibilidade, estrutura física, iluminação, ventilação, equipe técnica, laboratórios, metragem e condição das salas, entre outros fatores, foram aprovados pelo Capes.



Para o ano que vem:  Os cursos serão definidos em 2015, por meio de reuniões com a secretaria de Educação, Acil e também de acordo com os cursos disponíveis da UFSC, IFSC e Udesc para Lages. O ensino continuará sendo a distância, mas de acordo com Neusa, a qualidade é a mesma que de aulas presenciais nas instituições federais. “O aluno precisa ser dedicado e responsável para acompanhar o andamento do curso que dura 4 anos e meio”, comenta.




As aulas dos novos cursos iniciam somente no ano que vem, porque há um processo burocrático a ser vencido. “Temos que fazer uma lei criando o polo, constituir o conselho e fazer um regimento interno”, diz.



Um curso de mestrado não é descartado por ela que diz ser viável o polo oferecer.
Ela garante que o polo não correrá mais risco de ser fechado. “Vamos fazer tudo direitinho para esta instituição funcionar sem problemas”, frisa.




Foto: Susana Küster

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