Lages, 25/04/2104, Correio Lageano
Para alimentar os filhos gêmeos que têm 5 anos, antes de levá-los para a escola na manhã desta quinta-feira (24), a dona de casa Edna Cristina Daniel recorreu ao micro-ondas. O que para a muitas pessoas é um procedimento comum, para ela foi uma medida emergencial. Edna faz parte de uma das 208 famílias que vivem no residencial Argemiro Madruga, no bairro Várzea, em Lages, que estão sem abastecimento de gás desde a noite quarta-feira (24).
Para dar o almoço aos filhos, Edna teve um pouco mais de trabalho. Precisou pegar dois ônibus e se deslocar até a casa da filha mais velha, que mora no bairro Guarujá. “O micro-ondas quebrou um galho para preparar o mamá deles, mas não tinha como deixar meus filhos sem almoçar”, comenta.
Segundo o síndico do condomínio, Lindomar Castilhos da Silva, o abastecimento foi cortado por orientação dos bombeiros, após a constatação de um vazamento de gás.
Lindomar garante que os moradores identificaram, há cerca de seis meses, um ponto em frente ao Bloco B do conjunto de prédios, o possível ponte de vazamento.
Laudo
O gerente geral da Agência Lages da Caixa Econômica Federal, Luís Antônio Pacheco de Andrade, informou que uma empresa terceirizada está realizando, desde terça-feira, um teste de estanquidade para identificar se há pontos de vazamento na rede de distribuição de gás do residencial. “Neste teste é aplicada pressão superior à pressão normal da rede. Isto provocou um rompimento, por isso foi preciso lacrar [interromper o fornecimento]”, explica.
Segundo ele, a empresa contratada vai avaliar primeiramente a rede primária [de distribuição] e depois a secundária [de ligação com os apartamentos] para identificar os problemas. A empresa emitirá, nos próximos dias, um relatório com uma avaliação sobre a situação.
Segundo Andrade, a partir do relatório, será possível identificar se a rede precisa apenas de reparos ou se precisará ser trocada completamente. A situação está sendo tratada em regime de urgência pela Caixa para que seja solucionada o mais breve possível. Não há previsão de quando o abastecimento de gás será restabelecido.
Foto: Núbia Garcia
Para alimentar os filhos gêmeos que têm 5 anos, antes de levá-los para a escola na manhã desta quinta-feira (24), a dona de casa Edna Cristina Daniel recorreu ao micro-ondas. O que para a muitas pessoas é um procedimento comum, para ela foi uma medida emergencial. Edna faz parte de uma das 208 famílias que vivem no residencial Argemiro Madruga, no bairro Várzea, em Lages, que estão sem abastecimento de gás desde a noite quarta-feira (24).
Para dar o almoço aos filhos, Edna teve um pouco mais de trabalho. Precisou pegar dois ônibus e se deslocar até a casa da filha mais velha, que mora no bairro Guarujá. “O micro-ondas quebrou um galho para preparar o mamá deles, mas não tinha como deixar meus filhos sem almoçar”, comenta.
Segundo o síndico do condomínio, Lindomar Castilhos da Silva, o abastecimento foi cortado por orientação dos bombeiros, após a constatação de um vazamento de gás.
Lindomar garante que os moradores identificaram, há cerca de seis meses, um ponto em frente ao Bloco B do conjunto de prédios, o possível ponte de vazamento.
Laudo
O gerente geral da Agência Lages da Caixa Econômica Federal, Luís Antônio Pacheco de Andrade, informou que uma empresa terceirizada está realizando, desde terça-feira, um teste de estanquidade para identificar se há pontos de vazamento na rede de distribuição de gás do residencial. “Neste teste é aplicada pressão superior à pressão normal da rede. Isto provocou um rompimento, por isso foi preciso lacrar [interromper o fornecimento]”, explica.
Segundo ele, a empresa contratada vai avaliar primeiramente a rede primária [de distribuição] e depois a secundária [de ligação com os apartamentos] para identificar os problemas. A empresa emitirá, nos próximos dias, um relatório com uma avaliação sobre a situação.
Segundo Andrade, a partir do relatório, será possível identificar se a rede precisa apenas de reparos ou se precisará ser trocada completamente. A situação está sendo tratada em regime de urgência pela Caixa para que seja solucionada o mais breve possível. Não há previsão de quando o abastecimento de gás será restabelecido.
Foto: Núbia Garcia
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