Lages, 16/05/2014, Correio Lageano, por Adecir Morais
Vereadores do bloco de oposição da Câmara Municipal de Lages articulam a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas irregularidades na Secretaria de Segurança Pública do município. A decisão foi tomada depois de denúncias de irregularidades no pagamento de horas-extras pela pasta.
Na semana passada, policiais do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) estiveram na secretaria para o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão. Na ocasião, foram apreendidos computadores e documentos. O objetivo é investigar denúncias envolvendo o pagamento de horas-extras a vigilantes.
De acordo com o vereador Mario Hoeller de Souza, o Marião (PSB), que integra a bancada de oposição, são necessárias sete assinaturas para a instalação da CPI.
Dos 19 vereadores da Casa, apenas cinco são de oposição, ou seja, a criação da comissão depende do apoio de dois vereadores da bancada do Governo.
“As denúncias são graves e precisamos investigar. A situação é semelhante a do caso André Rau Ávila (acusado de desvios na folha de pagamento da prefeitura na gestão passada). Por isso, esperamos que os mesmos vereadores que na época apoiaram a investigação, façam o mesmo agora”, diz Marião.
O líder do governo na Câmara, vereador Rodrigo Silva (DEM), acha que a CPI é “desnecessária e tem apenas cunho político”. Segundo ele, a prefeitura já disponibilizou toda a documentação necessária para o Gaeco.
Ainda segundo Rodrigo, a denúncia envolve um único funcionário da secretaria, e não o município. “Não vejo nenhum motivo para a instalação da CPI. A oposição quer apenas criar um fato político”, finaliza o parlamentar.
Foto: Divulgação
Vereadores do bloco de oposição da Câmara Municipal de Lages articulam a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas irregularidades na Secretaria de Segurança Pública do município. A decisão foi tomada depois de denúncias de irregularidades no pagamento de horas-extras pela pasta.
Na semana passada, policiais do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) estiveram na secretaria para o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão. Na ocasião, foram apreendidos computadores e documentos. O objetivo é investigar denúncias envolvendo o pagamento de horas-extras a vigilantes.
De acordo com o vereador Mario Hoeller de Souza, o Marião (PSB), que integra a bancada de oposição, são necessárias sete assinaturas para a instalação da CPI.
Dos 19 vereadores da Casa, apenas cinco são de oposição, ou seja, a criação da comissão depende do apoio de dois vereadores da bancada do Governo.
“As denúncias são graves e precisamos investigar. A situação é semelhante a do caso André Rau Ávila (acusado de desvios na folha de pagamento da prefeitura na gestão passada). Por isso, esperamos que os mesmos vereadores que na época apoiaram a investigação, façam o mesmo agora”, diz Marião.
O líder do governo na Câmara, vereador Rodrigo Silva (DEM), acha que a CPI é “desnecessária e tem apenas cunho político”. Segundo ele, a prefeitura já disponibilizou toda a documentação necessária para o Gaeco.
Ainda segundo Rodrigo, a denúncia envolve um único funcionário da secretaria, e não o município. “Não vejo nenhum motivo para a instalação da CPI. A oposição quer apenas criar um fato político”, finaliza o parlamentar.
Foto: Divulgação
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