Lages, 10/06/2014, Correio Lageano, Joana Costa
Chuva, tráfego de veículos pesados e descaso são os ingredientes para transformar os trechos sem pavimentação das marginais da BR-116, em Lages, em verdadeiras pistas de rali. Quem precisa passar pelas marginais, no acesso aos bairros Caroba e Santa Mônica, em Lages deve redobrar a atenção com a lama e os buracos, especialmente após a chuva dos últimos dias.
“É só barro. Quando não tem barro é pó. É um absurdo. Quando está seco não dá de abrir a janela, o pó sufoca”, reclama Miro Alfredo dos Santos, morador do bairro Santa Mônica. Para ele, a região merecia maior atenção do poder público e pede que os trechos sejam asfaltados. “A área industrial, que sustenta Lages economicamente, está abandonada”, afirma.
Os buracos das marginais também comprometem a segurança. É comum encontrar veículos trafegando na contramão, na tentativa de desviar dos buracos ou lamaçais. “E no cruzamento com a rodovia acontece acidente direto. Ao invés de atravessar a rodovia nos trevos, o que seria mais seguro, o pessoal tenta escapar desse trecho ruim cruzando a BR e acontecem os acidentes”, acrescenta.
Manutenção
“Às vezes é patrolado, mas estraga rápido”, relata José Soli da Rosa, morador do Caroba. O trânsito de caminhões é frequente nas marginais, por serem pesados, aceleram o processo de desgaste das ruas de terra, que fazem parte da área da domínio da BR-116.O trecho está sob concessão da Autopista Planalto Sul, no entanto, segundo moradores, a Prefeitura é quem tem feito alguns reparos.
Autoridades divergem sobre quem é responsável
As marginais são responsabilidade da Autopista Planalto Sul e cabe a ela fazer a manutenção do trecho. É o que informa o Dnit. “Seria possível fazer a pavimentação através do Dnit, apenas se vier a ser convênio firmado com o Ministério dos Transportes, mas só se isso acontecer num acordo futuro”, informa o engenheiro do Dnit de Lages, Enio Spieker.
A analista de comunicação da Autopista, Lilian Chaves, informa que no contrato de concessão, as marginais não constam como área de domínio. Porém, a concessionária tem assumido essa responsabilidade em outras cidades e deve fazer o mesmo em Lages.
Segundo ela, as chuvas frequentes têm causado dificuldade para a manutenção das vias. “Tem chovido muito, tem trechos que estão interditados na BR-116, o que nos sobrecarrega”, declara. O secretário de Infraestrutura, Benjamin Schultz, explicou que o trabalho do município se concentra nas ruas que cruzam com as marginais.
Foto:Joana Costa
Chuva, tráfego de veículos pesados e descaso são os ingredientes para transformar os trechos sem pavimentação das marginais da BR-116, em Lages, em verdadeiras pistas de rali. Quem precisa passar pelas marginais, no acesso aos bairros Caroba e Santa Mônica, em Lages deve redobrar a atenção com a lama e os buracos, especialmente após a chuva dos últimos dias.
“É só barro. Quando não tem barro é pó. É um absurdo. Quando está seco não dá de abrir a janela, o pó sufoca”, reclama Miro Alfredo dos Santos, morador do bairro Santa Mônica. Para ele, a região merecia maior atenção do poder público e pede que os trechos sejam asfaltados. “A área industrial, que sustenta Lages economicamente, está abandonada”, afirma.
Os buracos das marginais também comprometem a segurança. É comum encontrar veículos trafegando na contramão, na tentativa de desviar dos buracos ou lamaçais. “E no cruzamento com a rodovia acontece acidente direto. Ao invés de atravessar a rodovia nos trevos, o que seria mais seguro, o pessoal tenta escapar desse trecho ruim cruzando a BR e acontecem os acidentes”, acrescenta.
Manutenção
“Às vezes é patrolado, mas estraga rápido”, relata José Soli da Rosa, morador do Caroba. O trânsito de caminhões é frequente nas marginais, por serem pesados, aceleram o processo de desgaste das ruas de terra, que fazem parte da área da domínio da BR-116.O trecho está sob concessão da Autopista Planalto Sul, no entanto, segundo moradores, a Prefeitura é quem tem feito alguns reparos.
Autoridades divergem sobre quem é responsável
As marginais são responsabilidade da Autopista Planalto Sul e cabe a ela fazer a manutenção do trecho. É o que informa o Dnit. “Seria possível fazer a pavimentação através do Dnit, apenas se vier a ser convênio firmado com o Ministério dos Transportes, mas só se isso acontecer num acordo futuro”, informa o engenheiro do Dnit de Lages, Enio Spieker.
A analista de comunicação da Autopista, Lilian Chaves, informa que no contrato de concessão, as marginais não constam como área de domínio. Porém, a concessionária tem assumido essa responsabilidade em outras cidades e deve fazer o mesmo em Lages.
Segundo ela, as chuvas frequentes têm causado dificuldade para a manutenção das vias. “Tem chovido muito, tem trechos que estão interditados na BR-116, o que nos sobrecarrega”, declara. O secretário de Infraestrutura, Benjamin Schultz, explicou que o trabalho do município se concentra nas ruas que cruzam com as marginais.
Foto:Joana Costa
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