Lages, 02/07/2014, Correio Lageano, por Vinicius Prado
Faça chuva ou faça sol, o Centro de Lages está sempre movimentado. O local, que tem seu projeto de revitalização, desde motiva proprietários a se preocuparem com suas vitrines e fachadas. O primeiro passo para o novo Centro foi dado. O cabeamento subterrâneo está ocorrendo, agora falta a estruturação da praça e das ruas. O proprietário de um imóvel comercial se conscientizou do fato de que Lages pode se transformar, e investiu em seu visual externo.
O edifício Mario Grant, que passou por reformas, principalmente na sua fachada, procurou seguir o padrão visual do projeto “Shopping a céu aberto”, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
O coordenador regional do Sebrae, Rubens Bazzei, comenta que o proprietário do edifício procurou o serviço de apoio empresarial e solicitou o vídeo que apresenta a nova projeção visual do Centro de Lages. O aspecto da proposta pode ter motivado ele em algum aspecto, durante as reformas. O proprietário do edifício não foi localizado para falar a respeito.
Investimento
Segundo Rubens Bazzei, a ideia do shopping a céu aberto é deixar as lojas mais atrativas, além de qualificar os profissionais com treinamentos específicos.
“Quanto mais atrativo e qualificadas forem as lojas do Centro, mais pessoas serão atraídas para compras e lazer”, complementa Bazzei.
O visual clean (simples e objetivo) é uma tendência do mercado, e nesse contexto, o Sebrae sugere estas melhorias externas aos estabelecimentos. Além disso, o serviço de apoio empresarial trabalha com consultorias para aprimorar cada vez mais o profissional do comércio. São 46 empresas que participam em Lages, com a parceria da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).
Revitalização
O secretário de Planejamento, Jorge Raineski, também comenta sobre a revitalização do Centro de Lages, e diz que o processo continua. No momento, estão apenas revendo algumas questões orçamentárias. O secretário ainda salienta que a situação do colégio Aristiliano Ramos, não impedirá de realizar o projeto nas outras ruas e praças que compreendem o Centro, pois são independentes dentro do projeto.
Foto: Vinicius Prado
Faça chuva ou faça sol, o Centro de Lages está sempre movimentado. O local, que tem seu projeto de revitalização, desde motiva proprietários a se preocuparem com suas vitrines e fachadas. O primeiro passo para o novo Centro foi dado. O cabeamento subterrâneo está ocorrendo, agora falta a estruturação da praça e das ruas. O proprietário de um imóvel comercial se conscientizou do fato de que Lages pode se transformar, e investiu em seu visual externo.
O edifício Mario Grant, que passou por reformas, principalmente na sua fachada, procurou seguir o padrão visual do projeto “Shopping a céu aberto”, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
O coordenador regional do Sebrae, Rubens Bazzei, comenta que o proprietário do edifício procurou o serviço de apoio empresarial e solicitou o vídeo que apresenta a nova projeção visual do Centro de Lages. O aspecto da proposta pode ter motivado ele em algum aspecto, durante as reformas. O proprietário do edifício não foi localizado para falar a respeito.
Investimento
Segundo Rubens Bazzei, a ideia do shopping a céu aberto é deixar as lojas mais atrativas, além de qualificar os profissionais com treinamentos específicos.
“Quanto mais atrativo e qualificadas forem as lojas do Centro, mais pessoas serão atraídas para compras e lazer”, complementa Bazzei.
O visual clean (simples e objetivo) é uma tendência do mercado, e nesse contexto, o Sebrae sugere estas melhorias externas aos estabelecimentos. Além disso, o serviço de apoio empresarial trabalha com consultorias para aprimorar cada vez mais o profissional do comércio. São 46 empresas que participam em Lages, com a parceria da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).
Revitalização
O secretário de Planejamento, Jorge Raineski, também comenta sobre a revitalização do Centro de Lages, e diz que o processo continua. No momento, estão apenas revendo algumas questões orçamentárias. O secretário ainda salienta que a situação do colégio Aristiliano Ramos, não impedirá de realizar o projeto nas outras ruas e praças que compreendem o Centro, pois são independentes dentro do projeto.
Foto: Vinicius Prado
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