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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Sem previsão de obras, rua sofre com chuvas

Sem previsão de obras, rua sofre com chuvas
Lages, 08/08/2013, Correio Lageano, por Afonso Rodrigues




Uma rua movimentada que sofre com a poeira durante os períodos de seca e com a lama e poças de  água quando chove. Essa é a situação da rua  Pompeu Sabatini, no bairro Várzea, em Lages.



Uma das principais via do bairro, por onde passa o ônibus da linha de transporte urbano do Popular, a rua é movimentada por conta de uma casa de show muito frequentada.
Com um pequeno trecho de asfalto - em péssimas condições -,  a maior parte da via é de estrada de chão, sem calçadas ou canalização para as chuvas.



“Moro há 16 anos aqui, e sempre a rua esteve nesta situação. É muito buraco e os carros e ônibus passam com frequência por aqui. Nem o presidente do bairro faz alguma coisa”, disse o estudante Gabriel Ribeiro da Silva, de 17 anos.



Cabeleireiro há mais de 20 anos, Paulo Roberto, conhecido como “Geleia”, comenta que a situação é resolvida com paliativos, mas que não chegam a resolver a situação. “Sempre foram muito ruins as condições da via. Eles fazem a operação tapa-buracos, mas não dura quinze dias. Já moro há 25 anos aqui, e sempre foi ruim assim”, afirmou.



Secretário:Segundo o secretário de Infraestrutura Joel Netto Momm não existe previsão para obras de melhorias para a via. “Sabemos que a rua está numa situação precária, com asfalto e estrada de chão. Ela é perpendicular à rua 1º de maio, que é uma das principais do bairro”, afirmou o secretário.




Apesar da situação em que se encontra, não há previsão de melhorias para o local.
“Hoje, o ideal é nem fazer o tapa-buraco. É tanto buraco que ao tapar um, acaba-se colando um no outro. Temos que botar uma camada nova em cima. Temos a ideia de recuperar, mas a curto prazo não tem previsão”, comenta Monn.




De acordo com Monn, uma obra que está em andamento é a da rua Antonio Ribeiro dos Santos, referente ao complexo da Ponte Grande.



Foto:Andressa Ramos

domingo, 7 de julho de 2013

Moradores reivindicam melhorias

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Lama dificulta tráfego
Curitibanos, 07/07/2013 A Semana

 Os moradores da Rua Daniel Moraes, especialmente no trecho entre as ruas Theodoro Agostini e Ilydio Rômulo Colônia, estão indignados com a situação desagradável da rua, sem calçamento e que, em épocas de chuva, causa grandes transtornos. Há cerca de duas semanas, a Secretaria de Obras iniciou a manutenção da rua e colocação de cascalho, mas, segundo a moradora Janete Macali, a situação piorou. “Não recebíamos cascalhamento desde a administração de Generino Fontana e, há duas semanas, a Secretaria de Obras patrolou e cascalhou a rua, mas ficou faltando passar o rolo compactador, o que gerou barro e muita lama. Mesmo com o tempo bom, alguns motoristas ainda sentem dificuldade no tráfego, que piora em dias de chuva”, lamenta Janete, que afirmou ter procurado várias vezes a Secretaria de Obras, sem retorno.
Já para o morador Cleiton Evaristo, esgoto inexiste há anos e a falta do rolo compactador também foi a grande responsável por deixar a rua em situação pior. “Há moradores que encalham seus carros em frente às próprias residências. A última manutenção só piorou a situação. Além disso, não há saneamento básico. Pedimos mais atenção, pois pagamos o IPTU em dia e não temos retorno”, desabafou Cleiton.
Segundo o secretário de Obras Hercílio Beppler, já foi realizada uma licitação e encaminhada à Fatma para liberação de cascalho. Assim que liberado, será executado novo patrolamento. “Colocaremos uma nova camada de cascalho neste trecho da Daniel Moraes. Quanto ao rolo compactador, lamentamos a impossibilidade do uso, porque está em manutenção. Porém, dentro de alguns dias, estará novamente disponível e, juntamente com a nova remessa de cascalho, efetuaremos a recuperação da rua”, garantiu o secretário.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Interior de Lages sofrendo com as estradas

Lages, 26/06/2013 Paulo Chagas

Conforme a Secretaria de Agricultura e Pesca e Defesa Civil que vistoriam estradas danificadas, não há consciência por parte das empresas transportadoras, principalmente com a alta tonelagem que os veículos carregam.
Agricultura e Pesca e Defesa Civil vistoriam estradas danificadas (1)
Por isso, a passagem de veículos pesados nestes dias chuvosos é o causador de danos nesta via recém-recuperada”.
A estrada no caso visto aí fica na estrada geral entre as localidades de Santa Teresinha do Salto e Cedro Alto.
Agricultura e Pesca e Defesa Civil vistoriam estradas danificadas (3)
Um trecho de 15 quilômetros foi totalmente revitalizado pela equipe de obras da pasta recentemente.
Mas, a obra que foi entregue há menos de dez dias, com as chuvas e o tráfego frequente de veículos pesados, usados para extração de pinus, danificaram boa parte do trecho.
Agricultura e Pesca e Defesa Civil vistoriam estradas danificadas (4)
Um problema sério e que precisa de solução, mas antes haverá reunião com as empresas de transporte

terça-feira, 25 de junho de 2013

Ruas viram pista de rali, e tráfego fica difícil

Ruas viram pista de rali, e tráfego fica difícil
Lages, 26/06/2013, Correio Lageano, por Joana Costa


Sem cascalho, vias de terra se transformam em atoleiros quando chove



Trafegar pela rua Romualdo Antonio Pilar e pela avenida João Schultz, no bairro Vila Maria, se tornou uma aventura. As vias são de terra e a falta de cascalho, aliada à chuva dos últimos dias, transformou os locais em atoleiros, dificultando a passagem dos carros.
“Tem que passar acelerando, se não patina”, afirmou o motorista Lúcio Scheurmann. A lama deixa a pista muito lisa, fazendo os veículos patinar e derrapar. O morador Amarildo Camargo Sá pede providências para as autoridades. “Tem que arrumar, porque quando chove é essa lama e no tempo seco é uma buraqueira só”, declara.




Amarildo lembra que o ônibus do transporte público, que passava pelo local, precisou mudar o trajeto, pois não consegue subir o morro. “A minha filha tem que pegar o ônibus lá do outro lado do bairro, porque aqui eles não conseguem subir”, acrescenta.



O gerente de tráfego da Transul, Genésio Küster, confirma que os ônibus não estão passando pelas vias. “Da forma como está não há condições de passagem”, declara. Ele explica que os moradores foram informados de que o roteiro do transporte urbano foi alterado em função dos problemas na rua e vai pedir providências à prefeitura. “Hoje fui lá dar uma olhada e está bem ruim, o ônibus patina. Precisa de reparo urgente”, analisa.



Antônio Antunes Godoy mora à margem da rua Romualdo Antonio Pilar há cerca de 40 anos e afirma que a subida dos carros sempre foi ruim no local. Ele sonha com o dia que a rua será asfaltada, mas enquanto isso não acontece, pede que algo seja feito. “Há uns quatro meses arrumaram aqui, mas demoram para vir de novo”, conta, pedindo que as ruas sejam cascalhadas para diminuir os buracos e os transtornos quando chove.



Sem material para fazer a manutenção



O secretário de Infraestrutura, Joel Netto Momm, informa que as ruas receberam reparos meses atrás, mas o serviço de manutenção será refeito. “Assim que melhorar o tempo. Já está no cronograma patrolar lá”, destaca.



No entanto, Momm lembra que não é possível colocar cascalho no local, pois a prefeitura não tem cascalheira e as cascalheiras particulares estão com a licença ambiental vencida. “Não se pode comprar cascalho irregular porque estaria cometendo um crime ambiental”, salienta.


A alternativa, segundo o secretário, é colocar pedra brita nas ruas. Apesar de não ser o material ideal, é o que há disponível no momento. A secretaria estuda alternativas e parcerias junto a universidades e empresas particulares para substituir o cascalho por outro material, como o entulho de construção civil reciclado.



Foto: Joana Costa