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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Em cartaz, o cinema feito na Princesa da Serra

Em cartaz, o cinema feito na Princesa da Serra
Lages, 19/11/2013, Correio Lageano





Durante a semana, a Fundação Cultural de Lages apresenta na programação na 1ª Mostra de Cinema Lageano, a exibição de audiovisuais produzidos na cidade. Estarão em cartaz o documentário sobre os "Irmãos Canozzi", "A Lenda da Serpente do Tanque", filme de ficção "O Errante" e "De Mala e Cuia". As seções acontecem às 10 e às 14 horas, na sede da fundação.





Para potencializar a cena e a produção cinematográfica local, a mostra quer divulgar os audiovisuais lageanos. “A ideia é fazer com que se aproveitasse a produção na nossa cidade, que ainda é um pouco rasa, mas podermos assistir a esses filmes neste aniversário de Lages”, afirma o diretor de Articulação e Difusão Cultural da Fundação Cultural de Lages, Adilson de Freitas.




A mostra é destinada aos alunos das escolas e à população. “Basta ligar antes para confirmar o agendamento”, acrescenta Freitas. Ela faz parte da programação para o aniversário de Lages e a entrada é franca.





Produções

A primeira produção a ser apresentada é o documentário "Irmãos Canozzi – A História que Virou Lenda", produzido pelo cineasta lageano Fernando Leão, em 1999. Foi vencedor de quatro prêmios no Gramado Cine Vídeo em 2000.




Na sequência acontece a exibição do documentário "A Lenda da Serpente Tanque", produzido pelos acadêmicos de Jornalismo da Facvest em 2005, sob orientação do professor Fernando Leão, recebendo menção honrosa no Gramado Cine Vídeo, no mesmo ano.





O terceiro filme em cartaz é a ficção "O Errante", de Armin Daniel Reichert. O filme trata de  um local e um homem devastados, que mantém como seus ídolos a dor e o ressentimento, onde passado e presente se confundem em sua mente.





Fechando a programação é exibido o audiovisual "De Mala e Cuia", com Adilson Freitas (Grillo Seco) e Gilson Maximo de Oliveira (Testa de Lampião). Os personagens narram suas aventuras, remetendo à cultura e o jeito de ser do lageano.




Paralelo


Além da mostra, a FCL busca desenvolver a produção cinematográfica em Lages, através da Usina de Cinema, que procura pelos agentes culturais que trabalham com a produção de audiovisual e oferece capacitação sobre a cadeia produtiva do setor, mostrando filmes já concluídos e trabalhos em andamento.




Para o próximo ano, a mostra contará com filmes como o documentário que está sendo produzido pelo grupo Mataquiterani sobre os terreiros de candomblé em Lages e também o filme "Certos Amigos", que fala sobre a história do compositor Daniel Lucena. “O que começa a surgir agora são fagulhas desse trabalho”, afirma Freitas.





Cinema maldito

Sem data confirmada, uma segunda mostra cinematográfica deve acontecer em dezembro. Destinada ao público adulto, serão exibidos na sede da FCL produções do chamado “cinema maldito”, com produções estilo trash.




 Zé do Caixão e Rogério Ganzela são cineastas conhecimentos por produções do gênero.  “Vai ser depois da meia noite. A ideia é que o grupo assista os filmes e depois discuta a obra”, completa Freitas.




Vídeo Irmãos Canozzi
Assista ao vídeo


Vídeo Serpente do Tanque
Assista ao vídeo

 

Foto:Divulgação

sábado, 2 de novembro de 2013

Lenda do cinema catarinense transforma cotidiano em filme

Lenda do cinema catarinense transforma cotidiano em filme
Lages, 02 e 03/11/2013, Correio Lageano, por Suzani Rovaris




O pioneiro do cinema catarinense João Amorim, recebe neste final de semana homenagem do Festival Audiovisual Catarinense. Com dez filmes em sua bagagem profissional, o cineasta é querido entre os serranos pela sua trajetória e afinidade com os costumes do homem do campo.




Sempre se identificou com a arte, desde pequeno gostava de música e filme. Tocava viola e acordeon. Aos 18 anos, João Amorim viajou para São Paulo para gravar seu primeiro disco “Os Seresteiros dos Pampas” e foi nessa ocasião que teve o primeiro contato com o cinema, foi convidado para trabalhar como coadjuvante no filme “Instrumento da Máfia”.




A partir daí, se identificou com esse mundo e em 1985 lançou seu primeiro filme “Calibre 12”, clássico entre o cinema brasileiro. Com texto de sua autoria, o próprio João Amorim foi protagonista da história que foi gravada em Lages e Campos Novos.





Hoje, 28 anos depois, o cineasta relembra algumas curiosidades. “Nas últimas cenas do filme, nós viajamos para Campos Novos e convidei minha esposa para me acompanhar. Iríamos gravar a cena em que os pais da jovem mocinha marcam o casamento dela”. Como conta Amorim, a cena tinha a participação do CTG Planalto Serrano, que iria fazer uma dança segundo os costumes locais. “Mas, como ocorreu um imprevisto o grupo não pôde estar presente para gravar a cena”.





 Aos risos, Amorim conta que, para não perderam a viagem, a cena subsequente foi antecipada. “Justamente nessa cena o forasteiro precisava beijar a mocinha com que ele havia casado, precisei explicar muito para minha esposa não pensar que levei ela só para ver aquela cena”.





Histórias reais contadas através do cinema


O roteiro de todos os seus filmes são, na maioria, fruto de histórias reais. Situações em que as pessoas com quem ele teve contato conviveram. “São lendas urbanas que o homem do campo conta e que passam de geração em geração”.




Ele lembra de um criador de porcos que foi visitado pelo fiscal da prefeitura por três vezes e em todas as visitas, recebia multa, pois alimentava os porcos de maneira errada. A história, segundo Amorim, aconteceu em São José do Cerrito.“De tanto o fiscal encher a paciência do pobre criador, ele disse que a última coisa que havia dado aos animais foi dinheiro, assim eles comeriam o que queriam”.



A maioria dessas histórias, como ele frisa, procura resgatar os costumes da família que mora, vive e morre no campo. “São histórias de um povo que preserva a tradição serrana”, conclui João Amorim.





Do anônimo para as telinhas do cinema


Uma das principais características dos filmes que João Amorim faz é a formação de um elenco totalmente amador. São pessoas que saíram do anonimato e se transformaram em protagonistas.



As produções cinematográficas são gravadas com famílias que moram no interior da Serra Catarinense, pequenos empresários, fazendeiros, agricultores, produtores, entre tantas outras personalidades da região. Para alguns, fazer parte do filme de João Amorim é uma honra.





Próximo

Ele conta que no último filme gravado e que será lançado este mês, Chumbo Grosso, dois irmãos o procuraram quando estava terminando de ser gravado. “Conseguimos encaixá-los nas últimas cenas”.



Apesar da maioria dos personagens ser pessoas simples, contudo, nem todos os participantes dos filmes são tão amadores assim. O famoso Zé do Caixão marcou presença no filme “Homem sem Terra”, segundo filme gravado por Amorim.



Amigo de Toni Ramos, Lima Duarte e Vera Fischer, os filmes de João Amorim quase tiveram participações especiais, se não fossem os imprevistos.



Filmes gravados  por João Amorim

 Calibre 12    1985
 Homem sem Terra    1986
 João Catador    1988
 Sétima Fuga    1990
 Forasteiro    1994
 Guerra do Contestado    1996
 Os Tropeiros    1998
 Obrigado a Matar    2004
 Jango Bocha    2006
 Chumbo Grosso    2013


Fotos:Suzani Rovaris e Divulgação

quarta-feira, 13 de março de 2013

Cinema para todos no Sesc



Cinema para todos no Sesc
Lages, 14/03/2013, Correio Lageano



Exibição gratuita de filmes pretende atrair público fã de cinema. Programação contempla espectadores de todas as idades



Com atrações para adultos e crianças, o Sesc apresenta sua programação de cinema para março. O teatro do Sesc recebe em seu teatro, com entrada franca, a partir do próximo sábado (16) cinco filmes. Para os pequenos foi reservada a tarde de domingo (17), com sessão de curtas-metragens.



No sábado (16) será apresentado o filme “Lola”, do diretor Brilhante Mendoza. Lançado em 2009 o drama conta a história de duas avós, Lola Sepa e Lola Puring, que acabam unindo forças na luta para salvar os seus netos, um assassinado e outro acusado de um crime.



A primeira enfrenta a falta de recursos para dar um enterro digno ao neto. A outra tenta provar que seu neto não é um criminoso, mesmo sabendo que ele é culpado.



A sutileza é a marca deste filme gravado nas Filipinas, no subúrbio sujo e pobre de Manila, retratando a sociedade atual do local. Neste filme Mendoza uniu duas histórias reais distintas e as colocou na mesma trama.



Filme: Lola
Quando: dia 16, sábado
Drama – 2009 – 110 min.
Horário: 20 horas
Local: Teatro Sesc/Lages
Classificação etária: 12 anos




A série Curtas Para a Primeira Infância, para as crianças, será no domingo (17), às 16 horas.

Os filmes são
• A festa que caiu do céu de Karen Akerman
A galinha Dorotéia e a semente dourada de Andressa Lyrio do Couto
A língua do Nhem de Marcelo Branco
A terra a gastar de Cassia Itamoto e Celina Kurihara
Aquarela de André Koogan Breitman e Andrés Lieban
Boitatá de Marcelo Branco
Desenhar é muito fácil! de Pedro Pazelli
O burrico e o bem-te-vi de Maurício Squarisi
Sapo Xulé de Paulo José (animador)


Curtas Para a Primeira Infância
Quando: dia 17, domingo
Horário: 16 horas
Local: Teatro Sesc/Lages
Classificação etária: Livre



• O filme Aquele Que Sabe Viver vai estar em cartaz no sábado (23). Sob direção de Dino Risi, o longa retrata um playboy quarentão que vive na década de 50. Ele se chama Bruno e inventiva o tímido Roberto, a viajar dois dias pela estrada que liga Roma à Toscana. O desfecho promete surpreender os expectadores.


Filme: Aquele Que Sabe Viver
Quando: dia 23, sábado
Horário: 20 horas
Local: Teatro Sesc/Lages
Classificação etária: 14 anos



• O cinema nacional não ficou de fora da programação, com “Nem Sansão Nem Dalila”, do diretor Carlos Manga. Ele relata a história de um barbeiro que viaja no tempo para o período antes de Cristo. Ele acaba se tornando o poderoso Sansão, mas a política local tenta impedir que ele se aproxime da sedutora Dalila.


Filme: Nem Sansão Nem Dalila
Quando: dia 27, quarta-feira
Horário: 20 horas
Local: Teatro Sesc/Lages
Classificação etária: livre



• O diretor Jerzy Schatzberg é lembrado com o filme O Espantalho, de 1973. O drama relata a história de dois desconhecidos, Max e Lion, que se encontram numa estrada da Califórnia. Max saiu da prisão há pouco tempo e Lion é um marinheiro que ficou por seis anos no mar. Juntos eles ´partem em busca de uma vida melhor.

Filme: O Espantalho
Quando: dia 30, sábado
Horário: 20 horas
Local: Teatro Sesc/Lages
Classificação etária: 14




• O calendário fecha com o filme O Saci, voltado para as crianças. Baseado em obra homônima de Monteiro Lobato, o filme narra as aventuras de Pedrinho, Emília e Narizinho no Sítio do Pica-Pau Amarelo, às voltas com personagens do folclore brasileiro, como o Saci e a Cuca.


Filme: O Saci
Quando: dia 31, domingo
Horário: 16 horas
Local: Teatro Sesc/Lages
Classificação etária: Livre



Foto:Divulgação

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Açougue de carne humana aberto em Londres

Londres, 22/02/2013, Portal de Notícias





Este açougue de carne humana faz parte de uma campanha promocional para promover o jogo de Resident Evil 6 (jogo, filme). A carne do açougue realmente é real, mas fiquem tranquilos, ela não pertence a humanos, mas foram “arrumadas” para parecer partes de corpos.





































Fotos:Portal de Notícias/Divulgação

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Nua, Luana Piovani reclama: "Ninguém me chama para fazer filme cabeça"

Nua, Luana Piovani reclama: "Ninguém me chama para fazer filme cabeça"
São Paulo, 02/03/2013, Pop News Brasil



Não é de hoje que Luana Piovani gosta de fazer declarações polêmicas a fim de causar. Capa da revista "TPM" de fevereiro, a global deu sua opinião sobre a nudez.



"Na hora que fizer (nu) frontal, eu dei tudo. Só abriria por um excelente motivo, leia-se um filme como `Amarelo Manga` ou uma mansão no Jardim Pernambuco (metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro)", decretou.



A atriz ainda reclamou que não recebe convites para trabalhos mais complexos e intelectuais. "Nunca sou chamada para fazer coisas cabeça, que combinam com nudez. E nunca tive a oportunidade de ter uma personagem que transpusesse a minha imagem. É sempre `a Luana Piovani nua`."




Foto: Divulgação