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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Infraestrutura resolve problema no Jardim Cepar

Lages, 08/08/2013 Prefeitura de Lages

O que mais afligia os moradores eram duas valas profundas, uma em cada lado da rua, que oferecia riscos aos pedestres, principalmente crianças e idosos que transitavam no local
Com a drenagem nos dois lados da rua foram colocados 135 tubos (Foto: Toninho Vieira)
Com a drenagem nos dois lados da rua foram colocados 135 tubos (Foto: Toninho Vieira)
Vários problemas foram detectados pela equipe da Secretaria de Infraestrutura na rua Maria Koërich Bunn, no loteamento Jardim Cepar. Nesta quarta-feira (8) foi realizada drenagem nos dois lados da rua, onde foram colocados 135 tubos, alguns de 40 centímetros e outros de 60. Também foi melhorado o acesso e feito o alargamento da rua.
O que mais afligia os moradores eram duas valas profundas, uma em cada lado da rua, que oferecia riscos aos pedestres, principalmente crianças e idosos que transitavam por ali. Segundo relatos, uma criança chegou a cair no local depois de ser atingida por um caminhão. “O problema é que a rua era muito estreita e não havia espaço suficiente para veículos de grande porte e pedestres passarem”, conta o secretário Joel Netto Momm.
Outro problema era o pontilhão de madeira, que faz a travessia do rio Ponte Grande, que estava em estado precário. Serão colocados corrimões novos nos dois lados. “Muitas crianças utilizavam o acesso para chegar até uma escola municipal que fica do outro lado, e corriam perigo de cair”, diz o secretário.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Vala aberta há quase uma década no Universitário

Vala aberta há quase uma década no Universitário
Lages, 24/07/2013, Correio Lageano, por Núbia Garcia




Os bairros Popular, Universitário e Várzea cresceram e se desenvolveram bastante nas últimas décadas, entretanto, ainda há muito o que melhorar para que a comunidade fique satisfeita. A maior reivindicação se dá principalmente no que se refere à infraestrutura desta região da cidade.



No Universitário, o maior incômodo dos moradores é uma vala a céu aberto na rua Lauro Ribeiro de Lima, paralela à avenida Belisário Ramos. De acordo com a presidente da Associação de Moradores do Bairro, Marcina Lima, a vala está aberta há cerca de nove anos, desde quando foi feito um desvio do rio Carahá, para implementação do asfaltamento no trecho da Belisário Ramos entre as pontes da avenida Dom Pedro II e da rua Álvaro Neri dos Santos.




“A água não escoa direito por esta vala e, quando chove muito, a água sobe e alaga algumas casas”, conta Marcina. Procurado, o secretário de Infraestrutura, Joel Neto Monn, informou que uma equipe será encaminhada até o local para verificar a situação e fazer levantamento das melhorias que precisam ser feitas.




ÁREA DE LAZER



Esta vala fica ao lado de um terreno baldio de aproximadamente 500 metros quadrados que está abandonado e tomado pelo mato e lixo. Segundo Marcina, a Associação de Moradores quer transformar o espaço em uma área de lazer, com campo de futebol e praça, para a comunidade.



O secretário do Meio Ambiente, Mushue Vieira Hampel, informou que a limpeza do local está sendo providenciada e deve acontecer nos próximos dias. A ação integra os trabalhos de limpeza das margens do Rio Carahá, que está paralisada nesta semana devido aos trabalhos para atender às famílias prejudicadas pelo frio, mas deve ser retomada ainda esta semana.



Maioria  das ruas dos bairros é  de chão batido


As ruas destes três bairros são, em sua maioria, de chão batido. Os moradores contam que, com certa frequência, a prefeitura despeja pedra brita e faz manutenção das ruas, mas a medida não é suficiente para acabar com os problemas.



Basta um breve período de chuvas para que a brita se espalhe e os buracos voltem a aparecer. “Esta região evoluiu bastante com todas as grandes obras feitas aqui, mas ainda falta infraestrutura. A maioria das ruas é de chão batido. Estamos precisando de asfalto nas ruas principais e adjacentes”, comenta o tesoureiro da Associação de Moradores do Universitário, Nelson do Amaral.



O presidente da Associação do Bairro Várzea, Paulo Roberto da Silva, popular Geleia, estima que 98% das ruas do seu bairro sequer têm pavimentação. “Precisa de calçamento principalmente nas ruas onde passa ônibus”, diz.



De acordo com o secretário de Infraestrutura, Joel Neto Monn, o patrolamento e cascalhamento é feito com frequência pela prefeitura. Ele dá um conselho aos moradores das ruas que ainda não fazem parte de nenhum processo de pavimentação: se organizem através de uma comissão e encaminhem o pedido formal à Secretaria de Planejamento.
“Depois disso a prefeitura vai fazer um projeto, eles vão aderir ao programa de pavimentação e quando atingir uma cota de pagamentos, a gente executa a obra”, completa.



Comunidade da Várzea pede mais infraestrutura



O bairro da Várzea é o que tem as condições mais precárias. Segundo o presidente da Associação de Moradores, Paulo Roberto da Silva, popular Geleia, a tubulação de águas pluviais, as áreas de lazer e a unidade de saúde merecem mais atenção por parte do poder público.



Geleia afirma que há necessidade de mais áreas de lazer no bairro, mas reconhece que o vandalismo atrapalha qualquer ação. Na avenida Primeiro de Maio, há um terreno onde, há alguns anos, foi construído um parque infantil. Hoje, no local há apenas restos do que um dia foram brinquedos. “Ganhamos o parque quando o Elizeu [Mattos] era deputado, mas está totalmente destruído, não tem mais como usar”.



Com a construção dos condomínios Aristorides Machado de Melo (Lili) e Argemiro Madruga (Madruguinha), a população do bairro aumentou consideravelmente, fazendo crescer a demanda de pacientes no postinho, que continua com a mesma capacidade de atendimento. Apesar da unidade de saúde ser pequena, a dona de casa Leonor Farias, 62 anos, garante que o atendimento é bom. “Não tenho do que me queixar. Sempre que preciso, o atendimento é bom”, comenta.



De acordo com a secretária de Saúde, Cristina Subtil, a unidade deste bairro foi construída em 2010, mas a estrutura não foi feita adequadamente para atender à nova demanda. Subtil destaca que esta unidade não está entre as prioridades da secretaria, uma vez que há postinhos que precisam com mais urgência passar por readequação, como o do bairro Caça e Tiro.



“A unidade da Várzea é nova e uma reestruturação não é prioridade, mas já estamos fazendo estudos para ver de que forma ela pode ser ampliada. A possibilidade está sendo avaliada, mas a gente não sabe se vai conseguir ampliar”, completa.



Pedidos
  •  Melhorias das ruas, já que a maior parte sequer tem calçamento
  •  Solução para a vala aberta na rua Lauro Ribeiro Gomes
  •  Sedes para as associações de moradores
  •  Aumento do posto de saúde da Várzea, que já não comporta mais a demanda da comunidade
  •  Construção de áreas de lazer
  •  Rede de esgoto em toda a extensão dos bairros



Fotos: Núbia Garcia

domingo, 19 de agosto de 2012

Aves vivas são descartadas em vala em Santa Catarina

Aves vivas são descartadas em vala em Santa Catarina
Palhoça, 18 e 19/08/2012, Pop News Brasil



As imagens de dois funcionários jogando ovos e pintinhos vivos em um vala, no município de Palhoça, em Santa Catarina, vai resultar na abertura de um inquérito policial. Segundo o delegado Luiz Carlos Cardoso Jeremias Filho, da Delegacia de Polícia de Garopaba, a apuração do caso começou na manhã desta sexta-feira. Filho ainda não tem detalhes do caso, mas afirmou que a atitude poderá ser enquadrada como crime ambiental. "Precisamos entender o que exatamente aconteceu e por quais motivos. Por enquanto, estamos iniciando a abertura de inquérito", afirmou.



Nas imagens, duas pessoas são flagradas, por meio de uma câmera de celular, em cima de um caminhão. Do veículo, elas atiram pintinhos e bandejas de ovos em uma grande vala. A prática vem ocorrendo há algumas semanas e pode ter matado até 114 mil aves. O proprietário da granja, que descartou as aves, não atendeu a reportagem.



A atitude radical de jogar animais vivos na vala em várias regiões do interior catarinense estaria relacionada à falta de ração para aves e suínos. Sem ter como alimentar os animais, alguns criadores preferem interromper a produção. A crise teve início com o aumento dos insumos para a fabricação da ração e atingiu em cheio um dos principais motores da economia do Estado.



De acordo com Marcos Antônio Zordan, presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC), o preço do milho e do farelo de soja, usados na ração, dispararam desde o início do ano. A saca do milho passou de R$ 23 para até R$ 36, e a tonelada do farelo saltou de R$ 550 para R$ 1.500. "Foi um reajuste acentuado e que tornou a criação de aves e suínos praticamente inviável. A ração representa cerca de 70% do preço da carne. Com este aumento, as margens diminuíram", disse.



O cenário é resultado, principalmente, de dois eventos climáticos. O primeiro foi a seca que atingiu o oeste catarinense no início do ano e afetou as plantações de milho. Em seguida, a safra americana também quebrou e deixou os grãos ainda mais caros.




Foto: Repordução/Divulgação