Ainda faltam equipamentos para que o Banco de Alimentos funcione
A cobertura e a parte elétrica já foram reformadas. Faltam a pintura das paredes, reboco, esquadria, piso e sanitários. O poder público pretende transformá-lo em um espaço de geração de renda e cultural. Os projetos estão sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Planejamento. O Mercado Público é um dos símbolos históricos do Estado e foi fundamental na década de 1940 para colocar Lages como uma das principais economias de Santa Catarina. O intuito, após a restauração, é resgatar o papel cultural e simbólico que o prédio tinha até então.
O banco de alimentos está sendo construído em apenas uma parte do prédio do Mercado Público. A outra será revitalizada e dividida em boxes. A Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) liberou, em fevereiro, a abertura da licitação para a obra de revitalização do Mercado Público. Porém, a secretária de Assistência Social, Marli Nacif, afirma que daqui a 30 dias a licitação será aberta. “Não tem previsão para começar as obras”, ressalta. O investimento do governo estadual para revitalização desta parte do mercado é de R$ 400 mil, mais R$ 100 mil de contrapartida da prefeitura.
Reforma total do Mercado Público
O vereador Marcius Machado fez pedido de informação ao Executivo, questionando o cronograma de execução das obras do Mercado Público e se há convênio firmado. Isso aconteceu no dia 26 de junho. O documento 081/12, busca uma notícia positiva. Com a aprovação do projeto de lei 054/12, fica aberto crédito adicional suplementar no valor de R$ 88 mil no orçamento do Fundo Municipal de Assistência Social. Os créditos serão destinados às despesas de custeio e investimentos no banco de alimentos do Município.
Somente a primeira fase que é a cobertura do prédio foi realizada. A segunda fase que é a implantação do banco de alimentos, já teve as datas de inauguração adiadas vária vezes (novembro de 2011, fevereiro e a última em maio de 2012). Agora, a informação da Secretaria de Assistência Social é que não há data definida porque ainda faltam equipamentos. A terceira fase da revitalização é a ocupação de grande parte da área construída. Os critérios para ocupação dos boxes estão sendo definidos pelas secretarias municipais de Agricultura, Turismo, Assistência Social, Fundação Cultural e Seplan.
O Correio Lageano publicou uma matéria nos dias 14 e 15 de abril em que a Secretaria de Assistência Social anunciava a previsão para primeira quinzena de maio para o funcionamento do Banco de Alimentos. O espaço ainda não está funcionando e a Câmara de Vereadores fez pedido de informação ao Executivo. Em 2009, a prefeitura interditou o Mercado Público devido às condições precárias do prédio. Em 2010, deu-se o início das obras que compreendem três fases.
Foto: Francielli Campiolo
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