Lages, 05 e 06/01/2013, Correio Lageano
Com sete novos vereadores, a Câmara Municipal de Lages está adequando tanto a parte física quanto a administrativa. As salas do térreo, onde ficavam o setor de licitações, assessoria de comunicação, sala de reuniões, controladoria e rádio, agora darão lugar para gabinetes.
Segundo o presidente da casa, Anilton Freitas (PTB), serão necessárias readequações físicas, mas sem construir nada novo. Todos os setores onde ficarão os sete novos gabinetes serão colocados na garagem.
Estão sendo colocadas divisórias e fechada a parte externa, para abrigar as salas. O custo dessa obra: entre R$ 90 mil e R$ 100 mil, sem os móveis, computadores e outros equipamentos necessários para o funcionamento. O plenário também precisará ser readequado, com nova composição, o que não está incluído nesses gastos.
A reforma administrativa prevê a exclusão de cargos comissionados que prestam serviços para toda a Câmara. Caso, por exemplo, da assessoria jurídica e a de imprensa, onde se mesclam efetivos e indicados.
Essa diminuição do número de cargos é para suprir as necessidades dos sete novos vereadores. Segundo o regimento interno da casa, cada edil tem direito a um secretário e um assessor. Questionado se os gastos com pessoal vão aumentar, Freitas acredita que sim, por conta do aumento de cadeiras na Câmara.
A reforma administrativa, porém, ainda não foi acertada completamente, mas deve ser votada na sessão extraordinária do dia 15 de janeiro, juntamente com a reforma administrativa a ser apresentada pelo Executivo.
Para economia, porém, Lages, ao contrário da maioria dos municípios, não dá subsídios extras aos vereadores nos dias de convocação extraordinária.
Foto: Thomas Michel
Com sete novos vereadores, a Câmara Municipal de Lages está adequando tanto a parte física quanto a administrativa. As salas do térreo, onde ficavam o setor de licitações, assessoria de comunicação, sala de reuniões, controladoria e rádio, agora darão lugar para gabinetes.
Segundo o presidente da casa, Anilton Freitas (PTB), serão necessárias readequações físicas, mas sem construir nada novo. Todos os setores onde ficarão os sete novos gabinetes serão colocados na garagem.
Estão sendo colocadas divisórias e fechada a parte externa, para abrigar as salas. O custo dessa obra: entre R$ 90 mil e R$ 100 mil, sem os móveis, computadores e outros equipamentos necessários para o funcionamento. O plenário também precisará ser readequado, com nova composição, o que não está incluído nesses gastos.
A reforma administrativa prevê a exclusão de cargos comissionados que prestam serviços para toda a Câmara. Caso, por exemplo, da assessoria jurídica e a de imprensa, onde se mesclam efetivos e indicados.
Essa diminuição do número de cargos é para suprir as necessidades dos sete novos vereadores. Segundo o regimento interno da casa, cada edil tem direito a um secretário e um assessor. Questionado se os gastos com pessoal vão aumentar, Freitas acredita que sim, por conta do aumento de cadeiras na Câmara.
A reforma administrativa, porém, ainda não foi acertada completamente, mas deve ser votada na sessão extraordinária do dia 15 de janeiro, juntamente com a reforma administrativa a ser apresentada pelo Executivo.
Para economia, porém, Lages, ao contrário da maioria dos municípios, não dá subsídios extras aos vereadores nos dias de convocação extraordinária.
Foto: Thomas Michel
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