Lages, 05/02/2013,Correio Lageano, por Silviane Mannrich
Moradores do condomínio Lili ficaram pelo menos um dia sem poder cozinhar por causa de vazamentos na tubulação
Os problemas no residencial Aristorides Machado de Melo (Lili), no bairro da Várzea, parecem não ter fim, principalmente os relacionados a vazamentos de gás. Desde junho do ano passado, os moradores sofrem com os constantes vazamentos e correm o risco de incêndios e intoxicação.
Desta vez, o vazamento que começou na noite de sábado no bloco K, fez com que o Corpo de Bombeiros interditasse a central de gás que abastece todos os apartamentos dos mais de 200 moradores.
A interdição aconteceu no domingo e segundo os moradores, até o final da tarde de ontem, alguns apartamentos ainda estavam sem gás. “Está uma calamidade, a empresa faz serviços malfeitos. Vão esperar acontecer uma tragédia para tomarem uma atitude?”, questiona a moradora Olga Schaffer.
A preocupação dos moradores é principalmente com a segurança, pois muitos relatam que o vazamento de gás sempre acontece. “A construtora deveria oferecer outro lugar para a gente ficar com segurança até que o vazamento seja arrumado, temos muitas crianças o que é mais perigoso”, disse a moradora Heloísa Ribeiro.
Com a falta de gás, os moradores não puderam cozinhar. “Estamos desde domingo à noite sem poder fazer café e almoço. A gente até aguenta, mas o problema são as crianças e não temos condições de comprar comida pronta”, argumentou Cleonice Kania.
O aspirante a oficial do Corpo de Bombeiros,, Jihorgenes Borges explicou que desde junho do ano passado o condomínio apresenta problemas de vazamento de gás.
“Notificamos o Ministério Público e a construtora para que fizesse a canalização de gás. A empresa vem retificando os blocos, e 14 já foram vistoriados, mas desta vez o problema era mais grave e não pudemos isolar por bloco porque o vazamento aconteceu antes da válvula individual de cada bloco”, lembrou o aspirante.
Ele disse ainda que, na manhã de ontem, uma equipe da empresa já estava consertando o local e à medida que o trabalho é executado o gás é liberado por blocos. As vistorias acontecem de 4 a 5 vezes por semana.
Moradores não podem utilizar botijões
De acordo com o aspirante Jihorgenes Borges, a norma de segurança não permite que os moradores tenham botijões de gás nos apartamentos de conjuntos habitacionais multifamiliar, pois o risco de incêndio se multiplica.
Pedimos um fogareiro e eles não nos emprestaram e também não podemos ter botijão, mas todo mês vem a conta para gente pagar que não baixa dos R$ 67, quando não é maior, já paguei até R$ 84 e com certeza eu gasto menos”, lembrou a moradora Tatiana Amaral.
Apartamentos ficaram alagados
A enxurrada que aconteceu no sábado deixou o primeiro andar de dois blocos alagados. Os moradores reclamam que o problema não é isolado e que sempre quando chove mais forte entra água em alguns apartamentos.
Foto: Silviane Mannrich
Moradores do condomínio Lili ficaram pelo menos um dia sem poder cozinhar por causa de vazamentos na tubulação
Os problemas no residencial Aristorides Machado de Melo (Lili), no bairro da Várzea, parecem não ter fim, principalmente os relacionados a vazamentos de gás. Desde junho do ano passado, os moradores sofrem com os constantes vazamentos e correm o risco de incêndios e intoxicação.
Desta vez, o vazamento que começou na noite de sábado no bloco K, fez com que o Corpo de Bombeiros interditasse a central de gás que abastece todos os apartamentos dos mais de 200 moradores.
A interdição aconteceu no domingo e segundo os moradores, até o final da tarde de ontem, alguns apartamentos ainda estavam sem gás. “Está uma calamidade, a empresa faz serviços malfeitos. Vão esperar acontecer uma tragédia para tomarem uma atitude?”, questiona a moradora Olga Schaffer.
A preocupação dos moradores é principalmente com a segurança, pois muitos relatam que o vazamento de gás sempre acontece. “A construtora deveria oferecer outro lugar para a gente ficar com segurança até que o vazamento seja arrumado, temos muitas crianças o que é mais perigoso”, disse a moradora Heloísa Ribeiro.
Com a falta de gás, os moradores não puderam cozinhar. “Estamos desde domingo à noite sem poder fazer café e almoço. A gente até aguenta, mas o problema são as crianças e não temos condições de comprar comida pronta”, argumentou Cleonice Kania.
O aspirante a oficial do Corpo de Bombeiros,, Jihorgenes Borges explicou que desde junho do ano passado o condomínio apresenta problemas de vazamento de gás.
“Notificamos o Ministério Público e a construtora para que fizesse a canalização de gás. A empresa vem retificando os blocos, e 14 já foram vistoriados, mas desta vez o problema era mais grave e não pudemos isolar por bloco porque o vazamento aconteceu antes da válvula individual de cada bloco”, lembrou o aspirante.
Ele disse ainda que, na manhã de ontem, uma equipe da empresa já estava consertando o local e à medida que o trabalho é executado o gás é liberado por blocos. As vistorias acontecem de 4 a 5 vezes por semana.
Moradores não podem utilizar botijões
De acordo com o aspirante Jihorgenes Borges, a norma de segurança não permite que os moradores tenham botijões de gás nos apartamentos de conjuntos habitacionais multifamiliar, pois o risco de incêndio se multiplica.
Pedimos um fogareiro e eles não nos emprestaram e também não podemos ter botijão, mas todo mês vem a conta para gente pagar que não baixa dos R$ 67, quando não é maior, já paguei até R$ 84 e com certeza eu gasto menos”, lembrou a moradora Tatiana Amaral.
Apartamentos ficaram alagados
A enxurrada que aconteceu no sábado deixou o primeiro andar de dois blocos alagados. Os moradores reclamam que o problema não é isolado e que sempre quando chove mais forte entra água em alguns apartamentos.
Foto: Silviane Mannrich
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