Lages, 05/02/2013, Correio Lageano
Operários que constroem o viaduto da BR-282 circulam sobre as vigas sem cinto de paraquedista e se arriscam a cair
Operários de obras ficam expostos a riscos todos os dias, principalmente quando não usam equipamentos de segurança. Um levantamento de 2012 do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) indica que a taxa de trabalhadores acidentados na construção civil foi de 17,8 por 100 mil habitantes, sendo que a taxa geral de acidentes é de 6,1 por 100 mil habitantes.
Na última sexta-feira, os operários das marginais da BR-282 foram flagrados sobre vigas, entre o cruzamento da BR-282 e a avenida Luiz de Camões, sem cinto de segurança. A falha foi apontada pela técnica em Segurança do Trabalho Angelita Aparecida Ribeiro depois de ver as fotos.
Abaixo das vigas há um buraco de dois metros de altura e entre cada bloco de concreto. Conforme a técnica, independente da estrutura, os trabalhadores devem usar um cinto paraquedista preso a um cabo de segurança. “Eles devem estar apoiados. Caso haja situação de queda a pessoa vai ficar suspensa”, explica.
Uso do capacete
Na ocasião, os homens também não usavam capacete. “Em se tratando de uma obra, todos os operários deveriam usar o capacete. Como estavam acima da obra, é até aceitável, pois não corriam o risco de serem atingidos na cabeça”, explica.
Angelita Ribeiro diz que as empresas precisam seguir as normas e fornecer ao empregado os equipamentos necessários para a segurança do mesmo, caso contrário, se ocorrer qualquer acidente a empresa deve arcar com as responsabilidades. Em contrapartida, se o trabalhador receber os equipamentos e não usá-los, pode ser demitido por justa causa.
O engenheiro Henrique Diefenthaeler, da empresa Setep, responsável da obra das marginais, explicou que os trabalhadores seguem as normas de segurança. “A empresa possui um técnico de segurança que monitora constantemente os trabalhos e a segurança dos empregados”, afirmou.
Foto: Suzani Rovaris
Operários que constroem o viaduto da BR-282 circulam sobre as vigas sem cinto de paraquedista e se arriscam a cair
Operários de obras ficam expostos a riscos todos os dias, principalmente quando não usam equipamentos de segurança. Um levantamento de 2012 do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) indica que a taxa de trabalhadores acidentados na construção civil foi de 17,8 por 100 mil habitantes, sendo que a taxa geral de acidentes é de 6,1 por 100 mil habitantes.
Na última sexta-feira, os operários das marginais da BR-282 foram flagrados sobre vigas, entre o cruzamento da BR-282 e a avenida Luiz de Camões, sem cinto de segurança. A falha foi apontada pela técnica em Segurança do Trabalho Angelita Aparecida Ribeiro depois de ver as fotos.
Abaixo das vigas há um buraco de dois metros de altura e entre cada bloco de concreto. Conforme a técnica, independente da estrutura, os trabalhadores devem usar um cinto paraquedista preso a um cabo de segurança. “Eles devem estar apoiados. Caso haja situação de queda a pessoa vai ficar suspensa”, explica.
Uso do capacete
Na ocasião, os homens também não usavam capacete. “Em se tratando de uma obra, todos os operários deveriam usar o capacete. Como estavam acima da obra, é até aceitável, pois não corriam o risco de serem atingidos na cabeça”, explica.
Angelita Ribeiro diz que as empresas precisam seguir as normas e fornecer ao empregado os equipamentos necessários para a segurança do mesmo, caso contrário, se ocorrer qualquer acidente a empresa deve arcar com as responsabilidades. Em contrapartida, se o trabalhador receber os equipamentos e não usá-los, pode ser demitido por justa causa.
O engenheiro Henrique Diefenthaeler, da empresa Setep, responsável da obra das marginais, explicou que os trabalhadores seguem as normas de segurança. “A empresa possui um técnico de segurança que monitora constantemente os trabalhos e a segurança dos empregados”, afirmou.
Foto: Suzani Rovaris
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