A persistir a determinação da Autopista Planalto Sul de
bloquear os acessos às empresas, em nome da segurança da BR 116, a
Vossko pode simplesmente transferir sua unidade de Lages para qualquer
outra cidade de Santa Catarina.

Por conta disso, os mais de 600 empregados, cujo menor salário é R$ 1.200, e uma série de benefícios, podem ficar na rua da amargura. Só que eles não querem assistir impassíveis e estão dispostos a brigar até com a ANTT, se for o caso.
E a primeira atitude é fazer bloqueios na rodovia e, se preciso for, vão pegar marretas e dinamite para acabar com os guard-rails colocados pela concessionária.

Na manhã desta quinta-feira outro caminhão quebrou e a linha de produção parou por 4 horas. Isso sem falar que por conta da poeira levantada pelos caminhões, o pó está afetando diretamente a linha de produção. Para complicar, começou a atrasar mercadorias que tem dia e hora para chegar no porto de Itajaí. Se a Vossko for embora para Itajaí acaba esse problema.
Por conta disso, os mais de 600 empregados, cujo menor salário é R$ 1.200, e uma série de benefícios, podem ficar na rua da amargura. Só que eles não querem assistir impassíveis e estão dispostos a brigar até com a ANTT, se for o caso.
E a primeira atitude é fazer bloqueios na rodovia e, se preciso for, vão pegar marretas e dinamite para acabar com os guard-rails colocados pela concessionária.
Prejuízo
Para se ter uma noção do prejuízo que a Vossko está tendo com o fechamento do acessso, na semana passada um caminhão carregado de mercadorias tombou na estrada de chão batido que está sendo utilizada.Na manhã desta quinta-feira outro caminhão quebrou e a linha de produção parou por 4 horas. Isso sem falar que por conta da poeira levantada pelos caminhões, o pó está afetando diretamente a linha de produção. Para complicar, começou a atrasar mercadorias que tem dia e hora para chegar no porto de Itajaí. Se a Vossko for embora para Itajaí acaba esse problema.
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