sexta-feira, 26 de julho de 2013

Serra Catarinense tem seis casos confirmados de Gripe A

Serra Catarinense, 26/07/2013, Correio Lageano, por Joana Costa




Em 2013, seis casos de Gripe A foram conformados na Serra Catarinense. Três moradores de Lages contraíram a doença. Os outros três registros foram em Ponte Alta, Anita Garibaldi e Otacílio Costa. Dos infectados pelo vírus H1N1 na região, três morreram.



Além dos seis casos confirmados, outros 30 estão sob suspeita na região. O enfermeiro da Vigilância Epidemiológica da 27ª Regional de Saúde Orides Kremer explica que os casos foram registrados durante este ano, mas nem todos são recentes. “O último foi o de Ponte Alta, onde o paciente morreu na semana passada, os outros são de meses atrás”, informa.



Apesar das mortes, Kremer afirma que não há motivo para preocupação. Segundo ele, os pacientes que morreram eram pessoas com doenças crônicas e tiveram seu quadro clínico agravado pela gripe. “Eram pacientes com morbidades, em estado crítico, em que a gripe A não foi a causa, mas contribuiu para o óbito”, acrescenta.



Dois pacientes que morreram de gripe A estavam internados no Hospital Tereza Ramos. O terceiro paciente estava no hospital de Anita Garibaldi. Nos outros três casos, os pacientes que foram infectados com vírus receberam tratamento e se recuperaram.
Kremer ressalta que não há motivo para pânico, pois este ano os casos de gripe A caíram pela metade em comparação com 2012.



O último paciente identificado com gripe A é de Ponte Alta. Trata-se de uma mulher, cujo nome e idade não foram divulgados, que veio a óbito no último dia 19. “Os outros dois óbitos ocorreram há mais de mês”, afirma.



TRATAMENTO



Os casos confirmados mostram que o vírus está em circulação na Serra Catarinense. Em virtude disso, o enfermeiro da Vigilância Epidemiológica, Orides Kremer, destaca que todas as unidades de saúde, emergências e hospitais estão em alerta e possuem o antiviral Tamiflu.




A orientação é que no aparecimento dos sintomas como tosse intensa, dor de garganta e febre, o paciente procure o médico ou a unidade de saúde mais próxima imediatamente.
Kremer explica que os médicos seguem o protocolo do Ministério da Saúde. Nos casos mais graves ocorre a internação.


Foto:Arquivo/CL

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