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terça-feira, 8 de julho de 2014

Vigilância Epidemiológica confirma 40 casos de gripe A em Santa Catarina

Vigilância Epidemiológica confirma 40 casos de gripe A em Santa Catarina
Texto:
Florianópolis, 08/07/2014, Secretária de Comunicação de SC




A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) da Secretaria de Estado da Saúde (SES) acaba de divulgar novo boletim epidemiológico sobre a gripe. Foram confirmados 40 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus Influenza em Santa Catarina de janeiro até 1º de julho. Dentre eles, 32 foram causados pelo vírus Influenza A(H3N2), quatro pelo Influenza A (H1N1), um pelo Influenza B e três pelo Influenza A (não subtipado). Até o momento, não há registro de óbito pelo vírus Influenza.



As regiões de Itajaí e Florianópolis registraram o maior número de casos de gripe por Influenza A pelo subtipo (H3N2), sendo, respectivamente, seis e cinco casos, representando 27,5% do total no Estado. A DIVE verificou também uma baixa circulação do vírus Influenza A (H1N1), responsável pela pandemia em 2009 em toda a Santa Catarina.



O diretor de Vigilância Epidemiológica, Eduardo Macário, explica que o perfil dos casos registrados mostra o predomínio do vírus Influenza A (H3N2) em idosos e doentes crônicos principalmente. “É importante que as pessoas estejam atentas aos sintomas de gripe e que procurem um serviço de saúde o mais rápido possível, para fazer uso da medicação adequada logo no início, evitando o agravamento do quadro”, alerta Macário.



O que é a gripe?


É uma infecção do sistema respiratório, podendo evoluir para uma pneumonia. Os sintomas iniciais são febre alta, dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça e tosse seca. A febre é o sintoma mais importante e persiste por cerca de três dias.



O que é a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)?


São casos de síndrome gripal que evoluem com comprometimento da função respiratória, sem outra causa específica. Podem ser causadas por vírus respiratórios – dentre os quais predominam o Influenza – ou por bactérias, fungos e outros agentes.



O que é a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Influenza?


São casos de síndrome gripal que evoluem com comprometimento da função respiratória, sem outra causa específica. São causados pelos vírus Influenza A ou B.



Como ocorre a transmissão da Influenza (gripe)?


A Influenza é transmitida por meio das secreções expelidas pela pessoa contaminada ao tossir, falar e espirrar. Pode ser transmitida também de forma indireta pelas mãos, quando tocamos uma superfície recém-contaminada com secreções de uma pessoa infectada, podendo levar os agentes infecciosos à boca, nariz e olhos.



Como evitar a gripe?


Lave e higienize as mãos com frequência, principalmente antes de consumir qualquer alimento;
Ao tossir ou espirrar, proteja o rosto com um lenço ou o antebraço;
Evite tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
Higienize as mãos após tossir ou espirrar;
Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
Mantenha os ambientes bem ventilados;
Evite contato próximo a pessoas que apresentem sintomas de gripe.



Se você tiver sintomas de gripe, deve:


Procurar imediatamente um serviço de saúde a fim de buscar tratamento adequado;
Após o início do tratamento, deve-se evitar sair de casa no período de transmissão da doença (até sete dias após o início dos sintomas);
Evitar aglomerações e ambientes fechados, procurando manter os ambientes ventilados;
Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.



Foto: Divulgação/Ilustrativa

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Anitense morre vítima da Gripe H1N1

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Anita Garibaldi, 01/08/2013 Correio dos Lagos

 Segundo informações do médico clínico geral, Clóvis Cechin, de Anita Garibaldi, esse é o primeiro caso da doença no município. "Todos os procedimentos clínicos foram realizados no paciente, porém quando ele procurou o atendimento hospitalar seu estado de saúde já estava muito agravado e sem reversão do quadro", disse o médico.
Apesar do acontecimento o médico diz que não é motivo para pânico. O paciente referido, A.V.F., 48 anos, estava entre o grupo de risco, sofria de hipertensão arterial e obesidade, características que contribuíram para o agravamento do caso, e por fim teve insuficiência respiratória. Porém, o principal fator agravante foi a não realização da vacina que previne o vírus H1N1, a qual foi realizada no posto de saúde durante campanha gratuitamente a esses grupos.
Dr. Clóvis ressalta que o medicamento que combate o vírus da gripe é gratuito, e toda a rede de saúde dispõe deste remédio, chamado Tamiflu. "O paciente é medicado assim que apresenta sintomas de gripe, e não apenas após o diagnóstico da gripe influenza", comentou Clóvis, que destacou a importância de procurar uma unidade de saúde assim que o doente perceba que não há  melhoras em seu quadro de saúde. “Se o paciente for medicado no início do estágio da gripe tem boas chances de recuperação”.
Em Santa Catarina foram registrados seis casos da Gripe, sendo que três desses vieram a óbito. Destes, três residiam em Lages, um em Ponte Alta, um em Otacílio Costa e o anitense. De acordo com informações da imprensa regional, além dos seis casos confirmados, outros trinta estão sob suspeita na região.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Serra Catarinense tem seis casos confirmados de Gripe A

Serra Catarinense, 26/07/2013, Correio Lageano, por Joana Costa




Em 2013, seis casos de Gripe A foram conformados na Serra Catarinense. Três moradores de Lages contraíram a doença. Os outros três registros foram em Ponte Alta, Anita Garibaldi e Otacílio Costa. Dos infectados pelo vírus H1N1 na região, três morreram.



Além dos seis casos confirmados, outros 30 estão sob suspeita na região. O enfermeiro da Vigilância Epidemiológica da 27ª Regional de Saúde Orides Kremer explica que os casos foram registrados durante este ano, mas nem todos são recentes. “O último foi o de Ponte Alta, onde o paciente morreu na semana passada, os outros são de meses atrás”, informa.



Apesar das mortes, Kremer afirma que não há motivo para preocupação. Segundo ele, os pacientes que morreram eram pessoas com doenças crônicas e tiveram seu quadro clínico agravado pela gripe. “Eram pacientes com morbidades, em estado crítico, em que a gripe A não foi a causa, mas contribuiu para o óbito”, acrescenta.



Dois pacientes que morreram de gripe A estavam internados no Hospital Tereza Ramos. O terceiro paciente estava no hospital de Anita Garibaldi. Nos outros três casos, os pacientes que foram infectados com vírus receberam tratamento e se recuperaram.
Kremer ressalta que não há motivo para pânico, pois este ano os casos de gripe A caíram pela metade em comparação com 2012.



O último paciente identificado com gripe A é de Ponte Alta. Trata-se de uma mulher, cujo nome e idade não foram divulgados, que veio a óbito no último dia 19. “Os outros dois óbitos ocorreram há mais de mês”, afirma.



TRATAMENTO



Os casos confirmados mostram que o vírus está em circulação na Serra Catarinense. Em virtude disso, o enfermeiro da Vigilância Epidemiológica, Orides Kremer, destaca que todas as unidades de saúde, emergências e hospitais estão em alerta e possuem o antiviral Tamiflu.




A orientação é que no aparecimento dos sintomas como tosse intensa, dor de garganta e febre, o paciente procure o médico ou a unidade de saúde mais próxima imediatamente.
Kremer explica que os médicos seguem o protocolo do Ministério da Saúde. Nos casos mais graves ocorre a internação.


Foto:Arquivo/CL

domingo, 14 de abril de 2013

Vacinação contra gripe começa amanhã em todo o país



Brasília, 14/04/2013, Agência Brasil


A campanha nacional de vacinação contra a gripe começa nesta segunda-feira (15) em todo o país. A meta é imunizar 31,3 milhões de pessoas que integram os chamados grupos prioritários – gestantes, idosos com mais de 60 anos, crianças entre 6 meses e 2 anos, profissionais de saúde, índios, população carcerária e doentes crônicos.


Uma das novidades é a inclusão de mulheres em puerpério (período de até 45 dias após o parto) nos grupos prioritários para vacinação. Outra mudança vai possibilitar que pessoas com doenças crônicas tenham acesso à vacina por meio de postos de saúde e não apenas nos centros de referência. Basta apresentar uma prescrição médica no ato da imunização.


A campanha segue até o dia 26 de abril. No próximo sábado (20), todos os 65 mil postos de saúde do país vão funcionar para um dia de mobilização. Serão distribuídas cerca de 43 milhões de doses que, este ano, protegem contra os seguintes subtipos de influenza: A (H1N1) ou gripe suína, A (H3N2) e B.


De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina é segura e só é contraindicada para pessoas com alergia severa a ovo. A dose, segundo a pasta, contém o vírus em sua forma inativa, e não há risco de uma pessoa contrair gripe em razão da imunização.



Foto: Agência Brasil/Divulgação

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Vai começar a vacinação contra gripe A



Vai começar a vacinação contra gripe A
Lages, 11/04/2013,Correio Lageano


O calendário de imunização tem início na próxima segunda-feira, no interior do município de Lages, pela localidade de Dimas




Secretaria da Saúde de Lages, por meio da Estratégia de Saúde da Família (ESF) e Saúde do Interior, já tem o cronograma da campanha de vacinação para o interior, contra a Influenza A (H1N1), neste mês de abril.



Várias localidades serão atendidas e as pessoas que fazem parte dos grupos de risco – crianças de até 2 anos, mulheres até 40 dias após o parto, gestantes, pessoas com mais de 60 anos, profissionais da saúde que mantêm contato direto com estes pacientes, pessoas portadoras de doenças respiratórias crônicas (asma ou enfisema); de doença cardíaca crônica, renal crônica, hepática crônica, cirrose, neurológica e diabetes tipos 1 e 2 e pessoas com deficiência imunológica - deverão receber a dose da vacina. Presidiários também serão imunizados.



Cronograma

Segunda-feira (15)


Localidade

  • Dimas -  8h30min
  • Salto Caveiras - 10h
  • Santa Terezinha do Saltom - 11h
  • Localidade de Manfrói - 14h30min
  • Floresta - 15h30min
  • Cedro Alto - 16h30min
  • Passo dos Fernandes - 17h30min.


Terça-feira (16)

 Localidade

  • Cajuru - 9h
  • Morrinhos - 13h30min
  • CDL - 16h30min


Quarta-feira (17)

Localidade

  • Rancho de Tábuas - 9h
  • Macacos - 10h
  • Lambedor - 13h
  • Entrada do Campo - 14h
  • Índios - 15h
  • Potreiros - 16h


Quinta-feira (18)

  • Bodegão - 9h
  •  São Jorge - 13h30min


Sexta-feira (19)
  • Santa Catarina - 9h
  • Caetano Verza - 10h
  • Mirante - 11h
  • Gramado - 13h30min
  • Localidade Turma - 15h
  •  Cadeados - 16h


Sábado (20)

  • “Dia D” contra a gripe A, na Unidade Básica de Saúde de Índios.



Foto: Divulgação

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Antecipação de vacinas contra gripe A é avaliada

Antecipação de vacinas contra gripe A é avaliada
Lages. 18/09/2012,Correio Lageano, por Susana Küster




Vigilância Epidemiológica do Estado estuda ações para prevenir surtos




Neste ano, foram registrados no Estado, 757 casos de gripe A e 76 mortes. Em Lages, ocorreram 38 casos e três mortes. A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) do Estado anunciou que serão discutidas ações para prevenção de surtos nos próximos anos.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Lages, Odila Waldrich, diz que a entrega das vacinas será antecipada. Porém, explica que as discussões sobre o assunto devem iniciar somente em janeiro.



Até o final do ano, a vigilância está focando o trabalho nas vacinas já estipuladas pelo calendário. “Provavelmente, começaremos a discutir o assunto somente em janeiro, agora estamos trabalhando com as vacinas já programadas”, explica.



Entre as vacinas programadas estão: pentavalente, tuberculose, antiviral, rotavírus, pneumococo 10 valente, meningite C, febre amarela, caxumba, antitetânica e pólio.
Neste ano, ela lembra que as vacinas contra a gripe A, atrasaram alguns dias, porque os laboratórios tinham muitos pedidos. “As vacinas tinham que ter chegado em abril e recebemos somente no início de maio”, completa.



A gerente Regional de Saúde, Beatriz Montemezzo, acredita que pelo inverno rigoroso da região, a antecipação das vacinas será prioridade nos municípios da Serra.
Ela conta que sobraram algumas doses, mas devido à validade, não poderão ser aproveitadas na campanha do ano que vem. “As vacinas duram somente seis meses”, finaliza.




Arquivo CL

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Estratégia de combate à Gripe A é revista na Região Sul

Estratégia de combate à Gripe A é revista na Região Sul
São Paulo, 05/09/2012, Pop News Brasil



O elevado número de mortes na Região Sul em decorrência da Gripe A (suína) levou dois Estados a revisar sua estratégia de combate à doença. Até o dia 20 de agosto, o país registrou 2.398 casos da doença e 307 mortes. Desse total, 1.786 pessoas adoeceram e 177 morreram na Região Sul.



Em Santa Catarina, que teve 755 casos confirmados e 74 óbitos, a Secretaria de Estado da Saúde planeja uma aproximação mais estreita com os médicos para sensibilizá-los sobre o tratamento correto, com o oseltamivir, conhecido pela marca Tamiflu. Um dos motivos apontados para o aumento das mortes é de que profissionais trataram os pacientes de maneira tradicional, evitando o uso do antiviral.



"Vamos realizar eventos com os profissionais para explicar o procedimento correto e conscientizar sobre a importância do medicamento. Essas conferências também estarão disponíveis na internet e poderão ser acessadas por todos os médicos", diz Fábio Gaudenzi, diretor de Vigilância Epidemiológica (Dive). Segundo ele, uma das dificuldades é que a maior parte dos médicos não pertence aos quadros do Estado, mas aos municípios ou à rede de atendimento privada.




No Rio Grande do Sul, o Governo Estadual está fazendo uma auditoria de cada um dos 63 óbitos registrados neste ano no Estado para identificar eventuais falhas de pacientes, famílias, médicos ou estrutura de atendimento. O resultado deve ficar pronto até o final do mês e pode identificar se há necessidade de alguma alteração na estratégia de contenção da doença para 2013.



Em reportagem desta terça-feira (4) do Estado, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, reconheceu que "em vez de usar uma estratégia que já se mostrava eficaz (o uso do antiviral oseltamivir), ficamos discutindo quem vacinar, se vamos vacinar jovens ou não".



Em nota divulgada também nesta terça-feira, o Ministério da Saúde informa que "o secretário Jarbas Barbosa reiterou que o foco da política do ministério é a ampliação do acesso oportuno ao oseltamivir, a exemplo da experiência adotada pelo Chile durante a pandemia da doença em 2009".



Segundo a nota, "para o secretário, não faz sentido a discussão em torno do uso da vacina em outros grupos além dos já contemplados pela campanha do Ministério da Saúde quando estudos apontaram que a grande maioria dos óbitos no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina neste ano foi causada pelo acesso tardio ao oseltamivir, ao contrário do protocolo de tratamento estabelecido pelo Ministério da Saúde".




Foto:Divulgação/Ilustrativa

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Casos de gripe A no Sul passam de 1.300

Casos de gripe A no Sul passam de 1.300
São Paulo, 11/07/2012, Pop News Brasil



O avanço no número de casos de gripe A nos Estados da região Sul levou a uma mudança de estratégia na prevenção e combate ao vírus. Ao invés de focar apenas na vacinação, secretarias de Saúde dos três Estados disseminam orientação para que a gripe não seja tratada em casa, levando os pacientes a tomarem, o mais rápido possível, o antiviral adequado para o vírus H1N1, o Oseltamivir, conhecido com o nome comercial de Tamiflu. Segundo o Ministério da Saúde, esse protocolo existe desde o final do ano passado, mas o aumento de número de casos da gripe A fez com que as secretarias agilizassem mais recentemente a distribuição do medicamento nas unidades de atendimento.



Além disso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) soltou nesta terça-feira (10) uma notificação dispensando o uso de receita controlada para a administração do antiviral Tamiflu. Agora, para comprar a medicação ou retirá-la no posto de saúde, as pessoas só precisam apresentar uma receita simples do médico. Isso deve facilitar ainda mais o tratamento de pessoas gripadas.



Ao todo, os três Estados somam 1.333 casos diagnosticados, com 84 mortes. Santa Catarina apresenta o maior número de doentes, com 600 casos confirmados e 47 mortes em decorrência da gripe A. Na segunda-feira (09), a Secretaria de Saúde gaúcha informou que o Estado soma 23 mortes pela doença. Os dados globais mais recentes do Ministério da Saúde sobre a doença em 2012 são de 3 de julho e apontam 1.099 pessoas contaminadas, com 110 mortes.



Como a vacina demora cerca de 15 dias para fazer efeito, o entendimento das secretarias é de que o reforço da vacinação neste momento não ajudaria a deter o avanço da doença. Além disso, segundo a Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul, a orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de que apenas as pessoas dos grupos de risco sejam imunizadas, o que foi feito durante a última campanha nacional de vacinação contra a gripe encerrada em 13 de junho deste ano.



As secretarias também aumentaram a disseminação de informações sobre prevenção para evitar o contágio. Entre as medidas estão higienizar as mãos com frequência, utilizar lenço descartável, cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir, higienizar as mãos após tossir ou espirrar, evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca, não partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal, evitar aperto de mãos, abraços e beijo social, reduzir contatos sociais desnecessários e evitar, dentro do possível, ambientes com aglomeração, evitar visitas a hospitais e manter ambientes ventilados.



No Estado de São Paulo, a Secretaria de Saúde confirmou 66 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave provocados pela gripe influenza A(H1N1) neste ano. Por se tratar de uma gripe, a maioria das pessoas, segundo informou a secretaria paulista, não procura auxílio médico e apenas os casos graves são notificados.



O número de óbitos registrados este ano por conta da doença chegou a 14. Na época da pandemia, em 2009, foram registrados 600 óbitos no Estado. A orientação da Secretaria de Saúde também é para que a população procure auxílio médico caso sejam verificados sintomas da doença.



São Joaquim (com informações do São Joaquim Online)


A  Vigilância Epidemiológica de São Joaquim confirmou o primeiro caso de Gripe A no município. A doente seria uma mulher que reside na área urbana. Ele foi atendida com tosse e febre alta, há duas semanas, e encaminhada para atendimento no Hospital Tereza Ramos, em Lages. Com diagnóstico de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), a mulher foi tratada com Tamiflu e já está em casa.


A suspeita de Gripe A foi confirmada na úlrima sexta-feira (06), depois que o Laboratório Central (Lacen), que fica em Florianópolis, liberou o resultado dos exames feitos pela mulher. A Vigilância Epidemiológica do Município falou da demora na confirmação de casos de Gripe A, já que apenas um laboratório de Santa Catarina realiza este tipo de exame para casos suspeitos de todo o Estado.


O CLMais fez contato com a Secretaria de Saúde de São Joaquimn esta quarta-feira (11). Foi informado de que o secretário e a diretora estavam em reunião durante toda a manhã.





Dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de SC


Os dados atualizados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), na última sexta-feira (06), ainda mostram Blumenau como a cidade com maior número de mortos por causa da H1N1. Foram oito.


Em relação aos municípios da Serra Catarinense, o levantamento confirma um caso notificado em Campo Belo do Sul; 1 em Capão Alto; 4 em Correia Pinto; 17 em Lages; 8 em Otacílio Costa; 1 Rio Rufino; 1 em São Joaquim e 1 em São José do Cerrito.


Em relação ao número de mortes na Serra, devido a Gripe A, a Dive informa apenas uma, em Lages.



Clique aqui e veja o levantamento da Vigilância epidemiológica de SC




Leia mais sobre o assunto



Foto:Divulgação/Ilustrativa

Enfermeira é presa aplicando vacinas contra H1N1 em Lages

Enfermeira é presa aplicando vacinas contra H1N1 em Lages
Lages, 12/07/2012, Correio Lageano




Angelita Tormem Branco, foi presa ontem, em flagrante, por policiais da Divisão de Investigação Criminal (DIC), por estar aplicando vacinas contra a gripe H1N1 em sua residência, na avenida Caldas Júnior, bairro Santa Helena. Angelita, informou que as vacinas foram adquiradas pela tia do seu marido, que trabalha na Gerência Regional de Saúde.



Angelita é pscicóloga e técnica em enfermagem; e já tem passagem pela polícia por estelionato e falsidade ideológica. Ela cobrava R$ 30,00 por vacina. Na sua residência foram apreendidas 10 agulhas, uma seringa e um frasco da vacina, que renderia cerca de 20 aplicações. A funcionária da Gerência de Saúde não teve o nome divulgado,  porém vai responder pelo crime de peculato.



Angelita foi encaminhada á Central de Polícia, onde o delegado instaurou inquérito para dar continuidade às investigações e liberou a suspeita.





Foto: Divulgação

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Lages tem mais vacinas e exames via SUS

Lages tem mais vacinas e exames via SUS
Lages, Susana Küster , 06/07/2012



Ao todo seis mil doses de vacinas contra a gripe A chegaram para ser distribuídas na Serra, a metade ficará em Lages



A Gerência Regional de Saúde reuniu a imprensa, na tarde de  quinta-feira (06)para informar algumas novidades na saúde de Lages. Entre elas, está a aquisição de mais 6 mil vacinas contra H1N1 que serão distribuídas para a Serra, encaminhamento de pacientes do mutirão de cirurgias para um hospital em Camboriú, e cadastramento de duas clínicas particulares de Lages no SUS para vários tipos de exames, dentre eles, de Cintilografia.



O exame cintilográfico, permite obter imagens de processos fisiológicos que ocorrem em nosso organismo.  A adesão das clínicas de Lages, Nuclear Life e a clínica de Audioterapia chamada Jaraguá, ao plano de atendimento SUS irá agilizar vários tipos de exames na região.



De acordo com Beatriz, em torno de 500 pacientes precisam se deslocar para Florianópolis, somente para fazer exames que agora poderão ser realizados nessas clínicas em Lages. “O atendimento será bem mais rápido e os pacientes sofrerão menos desgaste, principalmente para exames de Cintilografia”.



Outra novidade anunciada ontem, foi sobre as vacinas contra H1N1 que serão distribuídas de acordo com a quantidade de habitantes, por isso, 3 mil unidades ficarão em Lages. Mesmo com a nova remessa de vacinas, a prioridade é vacinar as pessoas com doenças crônicas e respiratórias. “É um número pequeno para a região, mas não conseguimos mais, infelizmente não tem como vacinar toda a população”.



Beatriz disse que na semana que vem, um tomógrafo chegará a Lages. O aparelho é resultado de uma operação da Polícia Federal que apreendeu 12 aparelhos.  Assim que outro tomógrafo, que está trancado no porto de Itajaí por questões burocráticas, ser liberado, virá também para Lages. “Teremos dois tomógrafos e isso é ótimo, vai nos ajudar muito”, frisou. Com dois tomógrafos, Lages passará a atender pacientes da Serra, Oeste e Meio-Oeste.



Atualmente, ela acredita que aproximadamente 200 pessoas que moram na região, viajam para fazer tratamento radioterápico. Sobre o serviço de radioterapia, o secretário adjunto de Saúde do Estado, Acélio Casagrande, disse em matéria publicada no dia 30 de junho deste ano, que o serviço vai começar em dezembro.



Beatriz explicou que a fila dos pacientes da Serra Catarinense para o mutirão de cirurgias eletivas está muito grande. “Enquanto não tivermos profissionais envolvidos com o SUS em Lages, teremos que buscar a solução em outros hospitais para realizar as cirurgias eletivas”, ressaltou.



Ela comentou que os hospitais alegam falta de leitos para fazer cirurgias eletivas. “Tudo bem que não é cirurgia de emergência, mas as pessoas estão com dor esperando na fila”, completou. O Hospital Camboriú, em Florianópolis, fará cirurgias abdominais, ortopédicas e de catarata. As cirurgias pediátricas poderão ser feitas no Hospital Infantil Seara do Bem, em Lages.




Foto:Susana Küster

sábado, 30 de junho de 2012

Total de mortes por gripe A em Santa Catarina sobe para 38

Total de mortes por gripe A em Santa Catarina sobe para 38
Santa Catarina, 30/06/2012, Agência Brasil



 Com um novo caso registrado nesta quinta-feira  (28) no Rio Grande do Sul e três confirmados hoje em Santa Catarina, subiu para 61 o número de mortes ocorridas este ano de pacientes que contraíram o vírus Influenza H1N1 na Região Sul. São 38 mortes em Santa Catarina, 13 no Paraná e dez no Rio Grande do Sul.



A morte mais recente registrada no Rio Grande do Sul foi de uma criança de 2 anos, que residia em Porto Alegre e não havia sido vacinada. Segundo o governo gaúcho, a criança não tinha a saúde debilitada por doença preexistente, mas vivia em situação de vulnerabilidade social.



Já as três novas mortes ocorridas em Santa Catarina são de homens na faixa de 38 a 47 anos de idade, dois deles tabagistas.



Questionado pela Agência Brasil se o aumento da procura por vacinas contra a gripe em clínicas privadas se justifica, o médico infectologista Fábio Gaudenzi de Faria, diretor de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, respondeu que não. "A vacina não funciona como bloqueio, ela tem entre 60% e 70% de eficácia e demora cerca de 15 dias para ter algum efeito", afirma. "O que vai conter o risco é o tratamento correto e precoce, além das atitudes de prevenção."


Segundo Faria, ainda que 100% da população fosse vacinada, o vírus continuaria em circulação. "O importante é vacinar os grupos mais vulneráveis, o que foi feito."


Os municípios da Região Sul com maior número de óbitos registrados em 2012 são Blumenau (oito mortes), Videira (três), Tubarão (três) e São José dos Pinhais (três). Os três primeiros estão localizados em Santa Catarina e o último, no Paraná.



Conforme dados do Ministério da Saúde, a Região Sul registrou 789 mortes por influenza A H1N1 - gripe suína em 2009. Nos anos seguintes, o total de mortes na região caiu para 21, em 2010, e 14, em 2011.



De acordo com o ministério, mesmo com o fim da pandemia, decretado em 2010 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o subtipo A (H1N1) continua circulando no mundo inteiro, produzindo surtos localizados. A maioria das pessoas já está protegida, seja porque tiveram a infecção natural ou porque se vacinaram.



Os médicos estão orientados a prescrever o medicamento antiviral oseltamivir, conhecido pela marca Tamiflu, a todos pacientes que apresentarem quadro de síndrome gripal, mesmo antes dos resultados de exames ou sinais de agravamento. O medicamento foi disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para as redes pública e privada.



Os sintomas da síndrome gripal são surgimento simultâneo de febre, tosse ou dor de garganta, somados a dor de cabeça, dores musculares ou nas articulações.



Entre as orientações para se prevenir contra o vírus da gripe estão lavar as mãos várias vezes ao dia, evitar tocar a face com as mãos e proteger a tosse e o espirro com lenço descartável. Em caso de síndrome gripal, a orientação é procurar um serviço de saúde o mais rápido possível – a medicação é mais efetiva nas primeiras 48 horas.