Lages, 01/08/2013 Prefeitura de Lages
Fiscais da Secretaria do Meio Ambiente encontraram um cachorro de grande porte morto dentro de um saco de lixo, jogado em um riacho. O caso está sendo investigado
A princípio a equipe foi averiguar uma denúncia de depósito irregular de lixo na estrada que dá acesso à localidade do Mirante, quando se depararam com o caso (Foto: Divulgação)
A Gerência de Proteção Animal é um setor novo, implantado na Secretaria do Meio Ambiente e Serviços Públicos, cujo objetivo é receber e fiscalizar denúncias de maus tratos e tomar as providências legais. Nesta quarta-feira (31) uma constatação chocou a equipe de fiscalização, que averiguava um chamado. Um cão, sem raça definida, foi encontrado morto dentro de um saco, jogado em um riacho.
De acordo com a gerente Aracelli Hammann, a princípio ela e os fiscais foram averiguar uma denúncia de depósito irregular de lixo na estrada que dá acesso à localidade do Mirante, quando se depararam com o caso. No momento da retirada de entulhos, à margem do riacho, foi percebido dois sacos de lixo, sendo que um deles continha resíduo de vidro e caixas de leite. No outro saco, ao ser retirado pelos fiscais, a surpresa seguida de indignação: um cachorro de grande porte, morto, dentro dele.
O animal não tinha sinais de agressão a não ser um pouco de sangue na boca. E havia fezes dentro do saco onde foi colocado. “O cão deve ter feito muita força para tentar sobreviver. Sem dúvida ele foi colocado com vida dentro do saco e quem sabe pelo próprio dono”, diz Aracelli. A gerência está investigando quem poderia ser o autor do crime ambiental. “A ajuda da comunidade é extremamente importante para coibir este típico de prática e punir os responsáveis”, afirma.
O que são maus tratos
Várias práticas são consideradas maus tratos contra animais domésticos. Entre elas, abandonar, espancar e envenenar. Não dar água e comida diariamente; manter preso em corrente, em local sujo ou pequeno demais para que possa andar ou correr. Deixar sem ventilação ou luz solar; negar assistência veterinária ao bicho doente ou ferido. Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força; capturar animais silvestres; promover violência como rinhas de galo e farra do boi.
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