Lages, 27/06/2014, Correio Lageano
A Serra Catarinense possui um Plano Intermunicipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, que prevê gerar renda e preservar o meio ambiente construindo cinco aterros de pequeno porte. O plano não inclui Lages, pois a cidade possuía o próprio plano, antes de os municípios começarem a realizar o planejamento.
O secretário do Meio Ambiente, Mushue Hampel, afirma que faltam fazer audiências públicas e organizar os catadores em cooperativas para fazerem a separação do material reciclável. “A coleta seletiva através de catadores é a melhor forma de trabalho com reciclagem. É menos oneroso para o município e dá muito mais resultado”, acredita.
Ele acredita que o número de pessoas interessadas na coleta de lixo vai aumentar quando o plano for colocado em prática. “No primeiro semestre de 2015, esperamos que o plano parta para a ação”, espera.
O atual aterro sanitário não será ampliado, pois seu prazo de existência encerra em 2026. Porém, Hampel diz que provavelmente serão feitos mais quatro galpões de separação dos resíduos sólidos. O plano de Lages vai ampliar a coleta seletiva para todos os bairros da cidade e aproveitar mais o material coletado nas residências. “Hoje muita coisa se perde”, completa.
A logística que será empregada, estará disponível para o município quando o planejamento for entregue à prefeitura. Foram investidos R$ 220 mil, recursos do Ministério das Cidades, com contrapartida de R$ 27 mil da prefeitura, no planejamento.
Foto: Arquivo CL
A Serra Catarinense possui um Plano Intermunicipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, que prevê gerar renda e preservar o meio ambiente construindo cinco aterros de pequeno porte. O plano não inclui Lages, pois a cidade possuía o próprio plano, antes de os municípios começarem a realizar o planejamento.
O secretário do Meio Ambiente, Mushue Hampel, afirma que faltam fazer audiências públicas e organizar os catadores em cooperativas para fazerem a separação do material reciclável. “A coleta seletiva através de catadores é a melhor forma de trabalho com reciclagem. É menos oneroso para o município e dá muito mais resultado”, acredita.
Ele acredita que o número de pessoas interessadas na coleta de lixo vai aumentar quando o plano for colocado em prática. “No primeiro semestre de 2015, esperamos que o plano parta para a ação”, espera.
O atual aterro sanitário não será ampliado, pois seu prazo de existência encerra em 2026. Porém, Hampel diz que provavelmente serão feitos mais quatro galpões de separação dos resíduos sólidos. O plano de Lages vai ampliar a coleta seletiva para todos os bairros da cidade e aproveitar mais o material coletado nas residências. “Hoje muita coisa se perde”, completa.
A logística que será empregada, estará disponível para o município quando o planejamento for entregue à prefeitura. Foram investidos R$ 220 mil, recursos do Ministério das Cidades, com contrapartida de R$ 27 mil da prefeitura, no planejamento.
Foto: Arquivo CL
