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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Nem tudo são flores na cidade, falta fiscalização

Lages, 26/11/2013 Milton Barão

É visível o trabalho de conservação da cidade feito pelas equipes da Secretaria de Meio Ambiente. Aliás, está chegando ao ponto de canteiros decorados com peças de madeira, que estão deixando dando um charme extra.
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Mas nem tudo são flores e decoração, pois temos observado, principalmente ao longo da Avenida Carahá, ou em outras vias e logradouros, cartazes, banners e faixas, promovendo tudo quanto é tipo de evento, desde bailão até cursinho walita (aqueles feitos nas coxas).
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Poluição

É lamentável e acaba sobrando para as equipes do secretário Hampel, que são tiradas do serviço de conservação de praças e jardins para fazer faxina nessa poluição visual, afixadas em postes e árvores.
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Bailão de fora

E fazem isso na calada da noite, tentando escapar do flagrante, já que os bailões anunciados não serão realizados em Lages, mas em cidades vizinhas como Capão Alto, ou Painel. Já os cursinhos walita deveriam ser multados ou até mesmo fechados enquanto não limparem a cidade.
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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Morador pede mais fiscalização quanto a cargas na Avenida Olinkraft

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Otacílio Costa, 08/11/2013 Rubiane Lima/Correio Otaciliense
 
 Agnaldo Felipe é morador do bairro Osvaldo Sardá, em Otacílio Costa e se diz incomodado com a situação dos caminhões que trafegam pela Avenida Olinkraft, que corta toda a cidade.
Ele acredita que a construção das perimetrais já foi com o objetivo de que caminhões não passassem pelo centro, causando transtornos no dia a dia das pessoas.
A principal reclamação do morador é com relação às cargas vivas. “Toda vez que o caminhão passa, vai deixando um rastro de sujeira e um cheiro insuportável”, diz ainda que no morro da Avenida do Trabalhador a situação é ainda pior, pois por ser mais íngreme, ao ocorrer a inclinação da carga na subida, os dejetos caem e vão ficando pela rua.
Segundo o secretário municipal de administração, Edson Pasold, existe uma lei municipal que proíbe a passagem de caminhões com cargas pesadas in natura pela avenida, mas nada específico de cargas vivas.
A Polícia Militar, através do Capitão Luciano Comiotto, informa que está sendo feito um trabalho de fiscalização na avenida, como forma de impedir que caminhões pesados trafeguem.
Cargas pesadas, acima de 5 toneladas são expressamente proibidas de trafegar, segundo a lei, e quando trata-se de cargas abaixo deste limite, existem horários específicos pré-determinados através da lei municipal 1.827 de 2009.
“Nosso efetivo está atento e multando quem é flagrado não fazendo o cumprimento da lei”, diz. Hoje Otacílio Costa conta com duas perimetrais para facilitar a transitabilidade dos caminhões que precisam chegar ou sair do interior do município.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Lixões irregulares são problema crônico

Lixões irregulares são problema crônico
Lages, 15/10/2013, Correio Lageano, por Joana Costa



Conviver com o mau cheiro, o pó e as moscas já faz parte da rotina do comerciante Carlos Padilha, morador da rua Antonio Ribeiro dos Santos, no bairro da Várzea. Ele reclama da poeira e dos vizinhos que depositam lixo doméstico e restos de construção civil às margens da via. “Atrai mosquito, sujeira, tem até cachorro morto no meio do lixo. Em dia de sol não tem quem aguente o cheiro”, relata Padilha. Segundo ele, são vizinhos e moradores da região que depositam o lixo.




Seu vizinho, o motorista José Ferreira acrescenta que a rua é o acesso para a localidade de Cajuru, interior do município. A estrada rural também é marcada por diversos pontos de depósito de entulho em suas margens. “É resto de madeira, plástico, metal, tem de tudo. É o pessoal de interior e até da cidade que vem despejar isso ai”, diz.




Rua virou lixão: Na rua Irmão Joaquim, no bairro Guarujá, a situação também é complicada. Por toda a extensão da via se observa montes de lixo depositados. Em meio aos entulhos se encontram restos de madeira, galhos secos, pneus velhos, lixo doméstico e de construção civil.



Caminhadas: A servente Dorácia da Silva Ribeiro, de 58 anos, mora na região e diz que gostava de fazer caminhadas pela rua, mas nos últimos meses isso se tornou impossível em função do cheiro ruim e diz que a rua está abandonada. “Não dá de aguentar o cheiro de podre. São vizinhos que jogam lixo, além do pessoal de fora do bairro que vem com caçamba jogar os entulhos aqui”, relata.



Recorrente: A Secretaria de Meio Ambiente contabiliza hoje mais de 50 pontos de depósito irregular de lixo. Por semana a estimativa é que sejam recolhidos em torno de 10 toneladas de lixo, retirados de áreas verdes de preservação permanente.



O gerente de fiscalização da secretaria do Meio Ambiente, Adailton Camargo, destaca que o problema se repete. “A gente recebe a denúncia de um ponto, vai lá, limpa. Dali dois, três dias, tem sujeira de novo”, relata.



Para Camargo, este é um problema gravíssimo e se tornou normal depositar lixo em local impróprio. “Virou costume, é cultural”, afirma. Quem for flagrado jogando lixo em área irregular será notificado e, em caso de reincidência, estará sujeito à multa. O lixo recolhido pela secretaria é encaminhado ao horto. “Lá a gente separa o que é degradável e o que não é recebe a destinação correta”, completa Camargo.


Fotos:Joana Costa