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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Morador pede mais fiscalização quanto a cargas na Avenida Olinkraft

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Otacílio Costa, 08/11/2013 Rubiane Lima/Correio Otaciliense
 
 Agnaldo Felipe é morador do bairro Osvaldo Sardá, em Otacílio Costa e se diz incomodado com a situação dos caminhões que trafegam pela Avenida Olinkraft, que corta toda a cidade.
Ele acredita que a construção das perimetrais já foi com o objetivo de que caminhões não passassem pelo centro, causando transtornos no dia a dia das pessoas.
A principal reclamação do morador é com relação às cargas vivas. “Toda vez que o caminhão passa, vai deixando um rastro de sujeira e um cheiro insuportável”, diz ainda que no morro da Avenida do Trabalhador a situação é ainda pior, pois por ser mais íngreme, ao ocorrer a inclinação da carga na subida, os dejetos caem e vão ficando pela rua.
Segundo o secretário municipal de administração, Edson Pasold, existe uma lei municipal que proíbe a passagem de caminhões com cargas pesadas in natura pela avenida, mas nada específico de cargas vivas.
A Polícia Militar, através do Capitão Luciano Comiotto, informa que está sendo feito um trabalho de fiscalização na avenida, como forma de impedir que caminhões pesados trafeguem.
Cargas pesadas, acima de 5 toneladas são expressamente proibidas de trafegar, segundo a lei, e quando trata-se de cargas abaixo deste limite, existem horários específicos pré-determinados através da lei municipal 1.827 de 2009.
“Nosso efetivo está atento e multando quem é flagrado não fazendo o cumprimento da lei”, diz. Hoje Otacílio Costa conta com duas perimetrais para facilitar a transitabilidade dos caminhões que precisam chegar ou sair do interior do município.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Morador exige providências e reparo do que estava feito

Morador exige providências e reparo do que estava feito
Lages, 01/08/2013, Correio Lageano, por Núbia Garcia



Uma cratera aberta entre a calçada e o asfalto em frente à casa do aposentado Vilson Godoi, na rua Campos Sales, em Lages, atrapalha o morador, que cobra medidas da prefeitura para que possa restaurar sua calçada.



O buraco foi aberto no início do ano, com a retirada do meio-fio para o alargamento da rua. A casa do aposentado fica no cruzamento com a rua Dr. José Antunes, no bairro Santa Maria. Esta via serve, desde o ano passado, como desvio do fluxo da BR-282 por causa das obras de construção da marginal. “Quero poder fazer minha calçada, mas sem o meio-fio, não tem como”, afirma Godoi, que é cadeirante. Segundo ele, o meio-fio retirado havia sido pago. “Paguei com o meu dinheiro. Não vão me devolver?”.



Godoi também se queixa das más condições das calçadas ao longo da Campos Sales. Por causa disso, com frequência, o aposentado enfrenta dificuldades para trafegar pela via. Ele conta que procurou a prefeitura, fiscais estiveram no local, mas até agora nada foi feito.



Verificação


De acordo com o gerente de obras da da Secretaria de Infraestrutura, Antonio Tulio de Lima, uma equipe será enviada até o endereço para verificar a real situação da via e providenciar o meio fio. “Precisamos ver como se encontra o local. Se o problema for só o meio-fio é fácil de resolver”, afirma.


Conclusão da rua depende de novo projeto


O secretário de Infraestrutura, Joel Netto Monn, disse que a rua Campos Sales será concluída a partir da assinatura de um convênio com o governo do estado. Ao todo, a parceria prevê a execução de melhorias em 40 ruas.



Monn destaca que o projeto está na fase de licitação. Ele acredita que dentro de 45 dias seja entregue a ordem de serviço. Ainda não há previsão para o início das obras nestas ruas.


O projeto prevê verba para a conclusão da Campos Sales. A diferença é que, ao contrário do projeto inicial, onde os moradores deveriam fazer as calçadas. Esta parte passa a ser responsabilidade do poder público.



Foto:Núbia Garcia