Lages, 27/089/2013, Correio Lageano
Cerca de 30 árvores foram cortadas sem autorização dos órgãos
responsáveis, no bairro Beatriz, em Lages. Os galhos e restos das
árvores foram jogados no Rio Ipiranga.
Foram necessários 15 homens - equipes da Secretaria do Meio Ambiente e
Serviços Públicos e da Defesa Civil - para retirar os galhos que
obstruíram parte do rio.
De acordo com o secretário municipal do Meio Ambiente, Mushue Hampel,
as equipes demoraram horas para fazer o trabalho, na tarde de sábado
(24). “Já temos um suspeito, que será notificado. Emitimos um alerta à
população, para que peçam autorização à Secretaria do Meio Ambiente para
cortar qualquer árvore, pois vamos analisar se não é uma espécie
preservada e faremos o procedimento correto”, explicou Hampel.
O coordenador da Defesa Civil Adilson Panek disse que a preocupação
era, também, com relação ao volume de chuva naquele dia. “Precisávamos
retirar as árvores, pois o leito do rio estava enchendo e os entulhos
iriam obstruir a passagem da água e causar alagamento”, argumentou.
Mostrando postagens com marcador Árvores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Árvores. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Vegetação na rede causa mais queda de energia na área rural
Lages, 29/10/2012, Correio Lageano por Francieli Campiollo
Os casos acontecem mais na área rural, onde há plantação de pinus e eucalipto, e queimadas
A fiação próxima à vegetação é a principal causa de queda de energia. A regional em Lages das Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) abrange 24 municípios e a área rural é onde há mais ocorrência, já que a maior parte da rede é concentrada nesses locais.
Ventos fortes e temporais balançam e derrubam galhos que, por vezes, caem sobre a rede elétrica. Semana passada, Lages e outras cidades da região sofreram com chuva e ventos acima da média. As 27 equipes da Celesc ainda estão solucionando os problemas.
A regional de Lages tem 9 mil e 400 km² de área territorial, em torno de 17 mil km de rede de alimentadores, que integram o abastecimento de energia elétrica. O gerente, Etamar Eger, ressalta que além do vento, as queimadas de pasto também atrapalham a rede. A população planta pinus e eucalipto próximos aos fios e postes, o que propicia interferências. No caso do eucalipto, é mais agravante porque o tronco da árvore dobra e volta ao estado normal com o vento. Assim, bate na rede e é difícil saber onde é o defeito. Por isso, a demora em solucionar o problema.
Ainda há a época em que a casca começa a soltar e é levada pelo vento, enroscando na rede. Já o pinus provoca queima e é possível ver onde ocorreu a ruptura do fio. Eger explica que nada impede a pessoa de plantar milho, soja, feijão e pastagem embaixo da rede. O que não pode é a vegetação que cresce.
Quando é vegetação nativa, é preciso fazer todo um processo com a Fundação do Meio Ambiente (Fatma) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama) para retirar a árvore e plantar em outro lugar. A poda na área rural é feita pela Celesc. Na área urbana, o primeiro passo é acionar a Defesa Civil, se tiver ocasionando risco, a pessoa contrata alguém para cortar e a Celesc desliga a rede para se trabalhar com segurança.
No interior, o que estiver interferindo é cortado, as vezes não precisa derrubar a árvore toda, mas é possível retirar os galhos. Em 2012, a Celesc gastou R$ 2 milhões com a roçada. Para o próximo ano devem ser feitas mais roçadas.
Pedidos em aberto são vários
Na manhã de sexta-feira (26), havia 112 ordens de serviço em aberto. A queda de energia foi causada pela chuva e vento da semana passada, que deixou cerca de 3006 consumidores sem luz na área que a regional abrange. Em fevereiro deste ano, moradores do bairro Cruz de Malta ficaram três dias no escuro por conta da vegetação nos fios de energia. Na época, Romilda Felisbino perdeu a compra do mês porque a geladeira ficou desligada.
A reportagem do Correio Lageano voltou ao local. “Tiraram as árvores de perto da rede, essa semana caiu uma vez, mas logo arrumaram”, diz. Ela conta que ficou duas horas sem energia neste dia. Depois da roçada, a frequência da queda na rede é menor.
Outros casos em Lages
Na frente do campus da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), foram retiradas árvores que previam risco. Do outro lado da avenida Camões, Eger afirma que é preciso derrubar cedros e, nos fundos do 10º Batalhão de Engenharia de Construção, os pinus altos também chegam à rede elétrica.
Foto: Francieli Campiollo
Assinar:
Postagens (Atom)
-
Lages, 23/07/2014 Blog Projeto Intercontinental Quem nunca ouviu aquele amigo corintiano, colorado ou qualquer outro invejoso dizer...
-
Dayane Cristiana, a Mulher Jaca, fez um ensaio sensual completamente nua e coberta de mel para divulgar sua nova música “Mamãe pas...
-
Lages, 21/12/2012, CLMais, por Fabiana Nonjah, com informações do Denit em Florianópolis e dos sites do Den...