Lages, 05 e 06/10/2013, Correio Lageano
Grande quantidade de lixo eletrônico misturado com materiais recicláveis foi encontrada às margens da estrada que dá acesso às localidades Morrinhos e Coxilha Rica, próximo ao perímetro urbano de Lages. O descarte ilegal foi flagrado após denúncia de um fazendeiro que mora nas imediações.
O secretário do Meio Ambiente, Mushue Hampel, acompanhado por fiscais da secretaria, seguiu até o local e registrou o ocorrido. Uma impressora antiga e resíduos de caminhão foram encontrados, junto com recipientes plásticos, jornais, revistas velhas e outros tipos de materiais poluentes. De acordo com Hampel, a primeira providência será fazer a limpeza da área e coletar provas que possam levar ao autor do crime ambiental. “Alguns documentos estavam no meio do lixo, que podem ajudar na investigação”, diz.
A Secretaria do Meio Ambiente possui uma equipe com 24 fiscais que circulam para detectar as infrações. Por se tratar de uma Área de Preservação Permanente (APP), a infração se enquadra na categoria grave, com multa de até R$ 280 mil, conforme a fiscal Rita de Oliveira. “Temos inúmeras denúncias, mas é difícil identificar o infrator, por isso pedimos a colaboração das pessoas”, detalha.
Foto: Divulgação
Grande quantidade de lixo eletrônico misturado com materiais recicláveis foi encontrada às margens da estrada que dá acesso às localidades Morrinhos e Coxilha Rica, próximo ao perímetro urbano de Lages. O descarte ilegal foi flagrado após denúncia de um fazendeiro que mora nas imediações.
O secretário do Meio Ambiente, Mushue Hampel, acompanhado por fiscais da secretaria, seguiu até o local e registrou o ocorrido. Uma impressora antiga e resíduos de caminhão foram encontrados, junto com recipientes plásticos, jornais, revistas velhas e outros tipos de materiais poluentes. De acordo com Hampel, a primeira providência será fazer a limpeza da área e coletar provas que possam levar ao autor do crime ambiental. “Alguns documentos estavam no meio do lixo, que podem ajudar na investigação”, diz.
A Secretaria do Meio Ambiente possui uma equipe com 24 fiscais que circulam para detectar as infrações. Por se tratar de uma Área de Preservação Permanente (APP), a infração se enquadra na categoria grave, com multa de até R$ 280 mil, conforme a fiscal Rita de Oliveira. “Temos inúmeras denúncias, mas é difícil identificar o infrator, por isso pedimos a colaboração das pessoas”, detalha.
Foto: Divulgação
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